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    Artigo
    Os presidenciáveis no debate ideológico : análise de conteúdo dos programas econômicos nas eleições de 2018
    (2021) Centeno, Alison Ribeiro; Bringhenti, Taiane Fabiele da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    As eleições de 2018 demarcaram a emersão de importantes alterações no cenário político brasileiro com a chegada de Jair Bolsonaro ao Planalto, colocando em evidência o perene debate da classificação ideológica dos partidos brasileiros. Nessa via, objetiva-se alocar, na escala esquerda-centro-direita, os partidos dos quatro primeiros colocados na disputa presidencial, mobilizando seus planos de governo ao setor econômico, por meio de uma abordagem qualitativa, tendo como ferramenta a análise de conteúdo. Assenta-se na metodologia empreendida o diferencial do presente artigo, em face do predominante exercício quantitativo nos trabalhos de semelhante intento. Observando a construção das ideias dos programas, podem-se classificar os programas de esquerda (PT e PDT), direita (PSL) e expor a flutuação do programa do PSDB entre o centro e a direita.
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    Outro
    A "dança das cadeiras" está circunscrita à Câmara dos Deputados? Uma análise da evolução da fragmentação partidária e da origem sócio ocupacional dos eleitos ao Senado Federal, aos governos dos estados e às suas respectivas capitais
    (2018) Madeira, Rafael Machado; Centeno, Alison Ribeiro; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca verificar as seguintes questões: (1) Se a alta fragmentação da representação política identificada na Câmara dos Deputados ocorre também (e com o mesmo grau de intensidade) no Senado Federal, nos executivos estaduais e nas prefeituras das capitais dos estados; (2) se a fundação de novos partidos retirou dos "tradicionais" o controle sobre postos relevantes de poder nestes três níveis e, (3) se esta abertura de novos canais de competição político-partidária está abrindo espaço para políticos com origens sócio ocupacionais mais heterogêneas e/ou sem carreiras políticas consolidadas - conquistarem tais posições (os mais relevantes cargos eletivos). Para responder a estas questões, empreendeu-se uma análise da distribuição partidária de 53 governos e administrações subnacionais - 27 governos estaduais e 26 prefeituras de capitais, e as 81 cadeiras no Senado, totalizando 561 mandatos conquistados em doze eleições. Tal mapeamento permite comprovar que os cargos majoritários se encontraram ao longo dos anos de 1994 a 2016, fechados para um pequeno número de legendas "tradicionais" (PMDB, PSDB, PT e DEM).