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Artigo A política é só uma promessa : análise do uso dos jingles na campanha eleitoral para prefeito em Belém-PA (2012-2016)(2018) Conceição, Bruno da Silva; Marques, Rodolfo Silva; Tribunal Superior EleitoralRealiza um estudo de caso dos jingles dos dois candidatos ao cargo de prefeito, na cidade de Belém do Pará, que foram ao segundo turno nas eleições municipais de 2012 e de 2016, quais sejam, Zenaldo Coutinho (PSDB) e Edmilson Rodrigues (PSOL). Os resultados indicam que ambos os jingles são promessas baseadas em pouco conteúdo.Artigo Quem paga a conta dos políticos locais? Análise do financiamento das campanhas municipais nas capitais brasileiras em 2012(2015) Conceição, Bruno da Silva; Vasconcelos, Camila de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o financiamento de campanhas das eleições municipais brasileiras dos candidatos para o cargo de prefeito e vereador. Pergunta-se em que medida o sistema atual de financiamento das campanhas conduz para uma dependência dos candidatos aos recursos privados? Qual é a importância da contribuição dos partidos políticos para o financiamento eleitoral dos seus candidatos? Haveria uma dependência dos candidatos a prefeito e vereador aos recursos privados ou aos recursos partidários? Existe um padrão de financiamento nas capitais estaduais que determina o sucesso eleitoral? A hipótese a ser testada é que o financiamento partidário influencia sobre o sucesso dos candidatos a cargos majoritários e o financiamento privado influencia sobre o sucesso dos candidatos a cargos proporcionais. Para isso, compara-se as informações de financiamento de campanha de candidatos eleitos e não-eleitos, para prefeituras e câmaras de vereadores, nas capitais estaduais por região geográfica do Brasil. Os dados empíricos foram extraídos da prestação de contas dos candidatos fornecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na eleição de 2012. Os resultados apontam uma maior dependência dos prefeitos eleitos aos recursos partidários para seu desempenho eleitoral, enquanto para o êxito dos vereadores eleitos foi necessário o aporte financeiro de recursos privados.Artigo Competição eleitoral municipal : influência da fórmula eleitoral nas disputas ao cargo de prefeito em 2008 e 2012(2014) Conceição, Bruno da SilvaInvestiga efeito da fórmula eleitoral na competição eleitoral no Brasil, mais precisamente, nas eleições para o cargo de Prefeito em 2008 e 2012. Utiliza o conceito de competição eleitoral que corresponde ao número de candidatos efetivos concorrendo em cada pleito. Para medir isso, recorre-se ao número de candidatos efetivos (NCE), índice que estabelece o número efetivo de candidaturas que tem peso em uma disputa eleitoral. O questionamento norteador é saber se haveria diferenciação na competição política nas cidades com turno único que utilizam a fórmula de plurality (maioria simples), comparada com aquelas cidades que possuem a possibilidade de segundo turno que utilizam a fórmula de majority runoff (maioria absoluta). O objetivo é testar as Leis de Duverger, que indicam que quando é utilizada a fórmula de plurality tendemos para bicandidaturas, enquanto ao utilizarmos a fórmula de majority runoff tendemos para multicandidaturas na disputa majoritária. Essa tarefa será realizada pela análise comparada das competições municipais, em todas as cidades brasileiras, através dos dados provenientes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que mantém os resultados das eleições gerais no país.Artigo Sistema eleitoral e reeleição nas eleições municipais de 2012 para o executivo no Brasil(2015) Conceição, Bruno da SilvaInvestiga o efeito do sistema eleitoral na competição municipal para o cargo de Prefeito na eleição de 2012. A pesquisa questiona-se acerca das implicações teóricas das Leis de Duverger que apontam uma relação causal entre a fórmula eleitoral e a competição eleitoral. Utilizamos o conceito de competição eleitoral que corresponde ao número de candidatos efetivos concorrendo em cada pleito. Para medir isso, recorremos ao número de candidatos efetivos (NCE), índice que estabelece o número real de candidaturas que tem peso em uma disputa eleitoral. Nosso questionamento norteador é saber se haveria diferenciação na competição política nas cidades com turno único que utilizam a fórmula de Plurality (Maioria simples), comparada com aquelas cidades que possuem a possibilidade de segundo turno que utilizam a fórmula de Majority Runoff (maioria absoluta). Ainda inserimos uma segunda variável de controle que é o fator da reeleição. Nosso objetivo é testar se as Leis de Duverger perdem valor explicativo com a presença do Incumbent (Titular do Executivo municipal buscando a reeleição). Essa tarefa foi realizada pela análise comparada das competições municipais de 2012, em todas as cidades brasileiras, através dos dados provenientes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Concluímos que a Plurality contribui para a redução da competição eleitoral nos municípios brasileiros e que o fator da reeleição afeta pouco o lançamento de candidaturas.
