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Outro Partidos políticos e alianças em eleições municipais : ideologia ou pragmatismo?(2008) Dantas, Humberto; Tribunal Superior EleitoralArtigo Os pequenos partidos nas coligações eleitorais para prefeituras em 2000(2004) Dantas, Humberto; Praça, Sérgio; Tribunal Superior EleitoralAnalisando as coligações firmadas por pequenos partidos nas eleições municipais do Brasil em 2000, esse trabalho se inscreve no rico debate sobre a existência ou não de um sistema partidário institucionalizado. Centrando a análise nas alianças para o cargo majoritário em disputa, os autores, em um primeiro momento, propõem uma definição de pequeno partido. Tendo delimitado o objeto, concentram-se em verificar e analisar a quantidade de alianças celebradas por pequenos partidos naquelas eleições. Em seguida, contrapõem os dados aos discursos de dirigentes partidários registrados em entrevistas exclusivas. Concluem que existe certo grau de racionalidade nas coligações, mas não suficiente para afirmar que o sistema está institucionalizado.Artigo O horário eleitoral gratuito na televisão e o padrão das coligações em eleições majoritárias municipais(2012) Dantas, Humberto; Tribunal Superior EleitoralO horário eleitoral gratuito é uma forma de financiamento de campanhas que, segundo a ciência política, tem peso significativo no estabelecimento das estratégias dos partidos políticos. Assim, com vistas a aumentar seus respectivos tempos de exposição no rádio e na televisão, os partidos se coligam. O argumento é bastante verificável nos planos estaduais e federal. Mas e nos municípios? Em cidades com retransmissora das três maiores empresas de TV do Brasil - Globo, Record e SBT - os partidos se comportam de forma diferente no que diz respeito à presença local, lançamento de candidatos e estabelecimento de alianças eleitorais? O presente artigo parte da hipótese central de que sim, existem diferenças estratégicas que diferenciam as 163 cidades onde as antenas das principais emissoras estão instaladas das demais.Artigo Fim das coligações nas eleições proporcionais : entre os argumentos para a aprovação e os resultados encontrados nas candidaturas 2020(2020) Dantas, Humberto; Tribunal Superior EleitoralAs eleições municipais de 2020 no Brasil estão marcadas por uma série de aspectos de ordem conjuntural associados à pandemia que assolou o planeta. Para além desse fenômeno, o pleito é marcado pelo fim das coligações em eleições proporcionais, determinado por uma emenda constitucional de 2017. O que essa novidade representa quando se olha para o total de chapas para vereadores ofertadas ao eleitorado pelos partidos políticos nos 5.568 municípios do país? Os resultados obtidos pela análise desse volume de informações são condizentes com o que os parlamentares envolvidos na tramitação da emenda alegavam em suas justificativas? Será possível notar que é cedo para se afirmar algo com base nas expectativas do Congresso Nacional, mas alguns aspectos são nitidamente notados. A presença dos partidos nas cidades, se consideradas as chapas para vereadores interrompe uma histórica ascensão com quedas brutais que caracterizam partidos de todos os tamanhos. O quadro partidário brasileiro encolheu em 2020, e não parecia ser este o desejo dos reformadores.Artigo Coligações em eleições municipais : a lógica de 2016 com base na efervescência da política nacional(2017) Dantas, Humberto; Tribunal Superior EleitoralPartidos se coligam das mais diferentes maneiras em eleições municipais, sem respeitar algo que possa ser traduzido em matéria ideológica ou mesmo em relação a um alinhamento federal. Esse fenômeno se repete, pelo menos, desde o ano 2000, quando o Tribunal Superior Eleitoral passou a divulgar dados de alianças. Tais afirmações se fazem mais claras para a disputa de prefeituras, ou seja, eleições majoritárias municipais. O objetivo desse artigo é verificar o que houve com as alianças entre partidos no pleito de 2016, tendo em vista o comportamento histórico das legendas entre 2000 e 2012. A partir de então, buscará compreender se houve algum tipo de alteração na lógica de alinhamento tendo em vista o principal fato político de 2016, a despeito da importância das eleições: o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Parte-se da hipótese de que a despeito do sentimento de traição em relação à base de apoio ao Executivo no Congresso Nacional, o comportamento dos partidos nos mais de cinco mil e quinhentos municípios brasileiros não foi impactado de forma tão marcante pelo afastamento presidencial.
