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Artigo O mutualismo entre liberal-conservadorismo e fascismo : disputa ideológica e cenário político do Brasil contemporâneo(2022) Mendes, Mateus; Dias, Marcia Ribeiro; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a dimensão ideológica no Brasil contemporâneo a partir da identificação de uma sobreposição de ideologias na sociedade brasileira, que se tornou hegemônica a partir das eleições de 2018. O artigo combina discussão teórica com evidências factuais. Partimos de uma discussão epistemológica acerca do conceito de ideologia, categorizamos o fascismo e o liberal-conservadorismo e analisamos a evolução das disputas entre diferentes vertentes ideológicas, protagonizadas pela esquerda socialdemocrata e a direita neoliberal, na história recente do país. Concluímos, finalmente, que o quadro político brasileiro atual é resultado do mutualismo entre o liberal-conservadorismo e o fascismo.Outro Coadjuvantes no próprio espetáculo : os partidos políticos na propaganda eleitoral brasileira(2009) Dias, Marcia Ribeiro; Tribunal Superior EleitoralArtigo Propaganda política e a construção da imagem partidária no Brasil(2002) Albuquerque, Afonso de; Dias, Marcia Ribeiro; Tribunal Superior EleitoralArtigo Diálogo em campanha : uma análise das estratégias comunicativas de confronto na eleição presidencial brasileira de 2014(2019) Dias, Marcia Ribeiro; Tribunal Superior EleitoralBusca identificar a ocorrência do diálogo, sua natureza e contribuição para o esclarecimento das propostas eleitorais das três principais candidaturas em disputa nas eleições presidenciais de 2014: Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB). A fonte primordial de informações foi o Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral - HGPE (bloco e spots) veiculado durante os dois turnos das eleições. O primeiro objetivo foi elaborar uma análise quantitativa da ocorrência do diálogo direto entre as candidaturas. O segundo objetivo foi qualificar a natureza desse diálogo, classificando-o em três categorias: desconstrução da imagem pessoal, desconstrução da imagem política e crítica ao projeto político defendido pelo adversário. Tal classificação permitiu avaliar em que medida o diálogo entre os candidatos possibilitou discernir com maior ou menor clareza os contornos político-ideológicos entre os projetos governamentais em disputa. Conclui-se que a ocorrência do diálogo entre os presidenciáveis em 2014 foi potencializada pelo aumento súbito da competitividade da campanha.Artigo Nas brumas do HGPE : a imagem partidária nas campanhas presidenciais brasileiras (1989 a 2010)(2013) Dias, Marcia RibeiroAnalisa alguns dados coletados em estudos anteriores acerca da imagem partidária construída pelos partidos políticos brasileiros em campanhas eleitorais, incorporando dados e informações relativos às eleições presidenciais de 2010. Entretanto, não se trata de apenas adicionar novos dados a uma estrutura de análise prévia. O objetivo é construir um diagnóstico da imagem partidária que vem sendo projetada em campanhas presidenciais no Brasil, entre 1989 e 2010. A discussão dos dados quantitativos é seguida por uma análise qualitativa direcionada especificamente à campanha de 2010. O objetivo é analisar os aspectos mais relevantes do papel dos partidos políticos nas campanhas dos dois principais candidatos em disputa: Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). A discussão sobre o papel do PSDB na candidatura de José Serra centrou-se no discurso antipartidário empreendido pela campanha televisiva. A discussão sobre o papel do PT na candidatura de Dilma Rousseff centrou-se na participação do Presidente Lula em sua campanha na televisão, analisando o papel da liderança na dinâmica eleitoral contemporânea.Artigo Republicanismo adjetivado : as dimensões aristocrática e democrática nos discursos da campanha presidencial brasileira de 2006(2012) Dias, Marcia RibeiroAnalisa a natureza dos discursos políticos dos dois principais candidatos à presidência do Brasil em 2006, tomando como fonte primordial a campanha veiculada no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral. Parte-se de uma concepção teórica clássica que divide o discurso republicano em duas correntes: a aristocrática e a democrática. De um lado, os partidários da restrição e de outro, os partidários da ampliação da participação política nos negócios do Estado. A primeira corrente fundamenta sua retórica no recurso à distinção da classe política e, para tanto, utiliza-se do argumento técnico, do saber especializado como elemento central do bom desempenho governamental. A segunda corrente fundamenta seu discurso no recurso à identidade entre representantes e representados, recorrendo, para tanto, ao argumento político de que o bom governo depende do aprofundamento da democracia através da participação política e do atendimento prioritário às camadas mais necessitadas da população. O objetivo central do artigo foi verificar em que medida as campanhas eleitorais na televisão de Geraldo Alckmin e Luiz Inácio Lula da Silva foram capazes de traduzir cada uma dessas tradições republicanas.
