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    Outro
    Executivo estadual faz diferença? A estreia eleitoral do PSD nas eleições municipais de 2012
    (2014) Krause, Silvana; Gerardi, Dirceu André; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o desempenho do PSD em sua estreia eleitoral nas eleições municipais de 2012. Em primeiro lugar, traça a origem partidária dos prefeitos que aderem ao PSD no ano da sua fundação. Posteriormente, traça o perfil de capilaridade das candidaturas da legenda ao executivo local, bem como as candidaturas eleitas e reeleitas pelo partido. A hipótese diz que estados em que o PSD tem o executivo, há maior adesão dos prefeitos ao PSD, uma maior capilaridade na apresentação de candidaturas nos estados, maiores chances de eleger prefeitos e de reelegê-los quando comparados a estados sem controle do Executivo.
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    Artigo
    Parlamentares evangélicos no Brasil: perfil de candidatos e eleitos a deputado federal (1998-2014)
    (2016) Gerardi, Dirceu André
    Faz uma investigação exploratória dos indivíduos que no momento da candidatura informaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nomes associados à posição exercida em igrejas evangélicas, como os pastores(as) e bispos(as), presbíteros, reverendos, apóstolos(as), missionários e irmãos(ãs). O trabalho identifica estes candidatos, verifica por quais partidos se candidatam e qual seu perfil. O fato de algumas denominações evangélicas oferecerem reduzidas exigências para que alguém ascenda à hierarquia eclesiástica, dispensando a posse de diplomas em seminários e faculdades teológicos, demonstra que o acesso a hierarquia eclesiástica não é elitizado. A hipótese a ser testada diz que os evangélicos que se candidatam e também os eleitos à Câmara dos Deputados concentram-se em partidos políticos de direita e apresentam perfil educacional baixo. Os dados confirmam que os evangélicos apresentam candidaturas em partidos pequenos identificados no espectro ideológico como direita e apresentam escolaridade média. Os eleitos são homens, na maioria pastores e bispos com nível educacional médio. A conclusão é a de que, independentemente da posição religiosa e do nível educacional (baixo, médio e alto) possuir carreira política aumenta as chances dos bispos serem eleitos.
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    Artigo
    A trajetória da UDN em Joaçaba : origem, composição sociopolítica e campanhas (1947-1962)
    (2011) Gerardi, Dirceu André
    Trata de aspectos da formação e trajetória política da UDN na cidade de Joaçaba/SC. A análise focará os aspectos históricos da formação partidária, descrevendo a composição sociopolítica dos quadros internos e seu desempenho nas campanhas ao longo de 1947 até 1962. Entre os resultados destacamos que os quadros internos do partido decorrem de antigos membros do Partido Republicano, indivíduos perseguidos durante a Revolução de 1930, do Estado Novo, será ainda integrada por uma nova elite comercial e industrial que surge na cidade pós 1935. O partido em 1947 era fraco, em 1950, obteve amplo apoio do banco INCO que financiou candidato a prefeito e vereadores, proporcionando a derrota do PSD, transpondo a luta oligarca estadual para o plano local. A composição social interna é comerciantes, industriais e funcionários públicos que cristalizam-se na burocracia do partido, sendo os candidatos naturais e os eleitos. O poder econômico, a forte identificação do eleitorado conservador com as Konder-Bornhausen, agora udenista, aliada à expansão dos diretórios nos distritos, e a oxigenação dos quadros internos, além do pioneirismo na utilização do jornal e principalmente o rádio, garantiu a presença da mensagem do partido, sob a população, mediação que resulta em seguidas vitórias.