Doutrina

URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4128

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 6 de 6
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    GeoDesp : uma base de dados que identifica o local onde candidatos realizam suas despesas de campanha
    (2025) Guarnieri, Fernando; Silva, Glauco Peres; Tribunal Superior Eleitoral
    Apresentamos uma base de dados inédita que soluciona um grande problema no estudo das estratégias eleitorais: a ausência de dados que permitam identificar onde, quando e como os candidatos realizam atividades durante a campanha eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou os registros de receitas e gastos realizados durante a campanha de cada candidato. Dentre as muitas informações contidas ali, coletamos o número do banco e da agência do beneficiário das transações indicadas pelos candidatos e cruzamos com uma lista com endereço das agências bancárias no Brasil. A partir desses cruzamentos, pudemos georreferenciar os gastos dos candidatos ao legislativo nacional para todo o país e assim construir uma proxy das estratégias de campanha na disputa eleitoral. Esta base de dados inédita permitirá que consigamos avançar na compreensão de como a campanha eleitoral é construída, quais estratégias são empregadas e também como se dá a relação entre representantes e cidadãos, uma vez que será possível dissociarmos os esforços de campanha do resultado da eleição.
  • Imagem de Miniatura
    Tese
    A força dos "partidos fracos" - um estudo sobre a organização dos partidos brasileiros e seu impacto na coordenação eleitoral
    (2009) Guarnieri, Fernando; Limongi, Fernando; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca responder a três questões: Como os partidos brasileiros funcionam? O que explica o número de partidos em nosso sistema partidário? Qual o impacto da organização partidária na decisão de um partido de lançar ou não um candidato em determinada eleição? Mostra que os partidos têm mais vida do que julga grande parte dos estudos sobre nosso sistema político. Essa vida partidária ajuda a entender melhor a coordenação eleitoral que, por sua vez, determina o número de partidos que participam de determinada eleição.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    A base e os partidos : as eleições presidenciais no Brasil pós-redemocratização
    (2014-07) Limongi, Fernando; Guarnieri, Fernando; Tribunal Superior Eleitoral
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Eleições 2010 : a aparente fraqueza dos partidos políticos brasileiros
    (2010-10) Guarnieri, Fernando; Ricci, Paolo; Tribunal Superior Eleitoral
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Competição partidária e voto nas eleições presidenciais no Brasil
    (2015) Limongi, Fernando; Guarnieri, Fernando; Tribunal Superior Eleitoral
    Mostra que as mudanças na base de apoio a Lula, que se tornam mais evidentes nas eleições de 2006, são mais bem explicadas por variáveis políticas. Para isso recorremos a uma base de dados original, agregada por seção eleitoral, e estendemos a análise incluindo outros partidos e as eleições que precederam aquele pleito. Por um lado, uma explicação do que houve em 2006 precisa dar conta do que ocorreu em 2002, quando o PT chega à presidência. Por outro lado, dado o caráter composicional do voto, a razão do que ocorre com os votos do PT deve explicar o que acontece com os votos de seus adversários. Observamos que o sucesso do PT e a ampliação de sua base a partir de 2006 acontecem após a implosão do PSDB em 2002 e a ausência de adversários competitivos. As explicações que associam o novo padrão de voto em Lula com sua chegada ao poder não dão conta dessas dinâmicas. Sugerimos que um melhor esclarecimento deve privilegiar as estratégias de coordenação pré-eleitoral adotadas pelos partidos.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Comportamento eleitoral e estratégia partidária nas eleições presidenciais no Brasil (2002 - 2010)
    (2014) Guarnieri, Fernando
    Utiliza o Modelo Unificado do Voto de Adams, Merril e Grofman (2005) para compreender melhor o papel das estratégias partidárias e da identificação partidária na decisão do voto. Utilizo o algoritmo NOPP, derivado do trabalho de Adams et al, e os dados do ESEB para verificar as estratégias adotadas pelos candidatos nas três últimas eleições para presidente no Brasil. Enquanto este modelo proporcionou uma boa aproximação da posição dos candidatos do PSDB e de outros partidos que se posicionaram mais ao centro e à direita, ele não foi muito preciso no posicionamento dos candidatos do PT e de outros partidos que se posicionavam mais à esquerda. Isto indica que estes partidos se movem menos pela maximização de votos do que por outros fatores.