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    Outro
    Mídia e eleições presidenciais no Brasil hoje : por que não se fazem mais presidentes como antes?
    (2014) Lattman-Weltman, Fernando; Tribunal Superior Eleitoral
    Apresenta uma teoria geral de influência política midiática na democracia, bem como analisa as conjunturas eleitorais presidenciais do último quarto de século democrático: de 1989 a 2010, com o objetivo de mostrar como a bem sucedida institucionalização política brasileira contemporânea reduziu drasticamente a influência eleitoral dos nossos principais meios de comunicação.
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    Artigo
    Desventuras da influência política midiática no Brasil pós-1988 : uma teoria da demanda por informação política
    (2018) Lattman-Weltman, Fernando; Tribunal Superior Eleitoral
    Apresenta uma teoria da demanda por informação política e seu modelo é aplicado à análise das sete eleições presidenciais brasileiras após o regime militar. O objetivo inicial da teoria é situar o potencial de influência política e eleitoral dos meios de comunicação sobre as escolhas dos chamados cidadãos comuns e dos militantes, conforme variáveis do contexto político e institucional. Ou seja: por que em determinadas circunstâncias a intervenção midiática parece influir decisivamente sobre as escolhas dos indivíduos e em outras não? Como é possível discernir tais variações sem os limites conhecidos das análises da oferta da informação política, que ou não dão conta da polissemia da recepção ou, quando o fazem, em escala mais reduzida e profunda, não podem ser generalizadas. De acordo com a teoria, a influência midiática é função da utilidade atribuída à informação política, a qual depende da fixação e da intensidade das preferências do eleitor e da margem de risco com que toma suas decisões, as quais, por sua vez, dependem da estabilidade e do grau de polarização política do sistema. São também brevemente indicados alguns dos outros potenciais da teoria.
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    Artigo
    Soma zero (ou ainda menos)
    (2016) Lattman-Weltman, Fernando
    Apesar de seus desdobramentos e implicações claramente antidemocráticos, a atual crise política brasileira não deixa de conter em sua dinâmica elementos característicos do avanço contraditório e arriscado da democracia no país, no longo e médio prazos. Em função também, contudo, de outras variáveis relativamente independentes e intervenientes relativas à revolução digital em curso e ao contexto econômico internacional , e de sua própria história recente e singular, o jogo político neste momento apresenta-se encapsulado por uma dinâmica conflituosa de soma zero em que soluções pactuadas não parecem mais possíveis. Cabendo especular sobre qual o mal menor a que se pode aspirar em tais circunstâncias.
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    Artigo
    Mídia e democracia : indeterminação e representatividade da representação
    (2014) Lattman-Weltman, Fernando
    Questiona-se aqui os pressupostos da chamada crise da representação na democracia contemporânea, e o papel específico nela desempenhado pelos modernos meios de comunicação, a partir de uma perspectiva teórica menos comprometida com os substancialismos individualista ou sociológico predominantes nas análises correntes sobre tal crise. Para isso, procede-se a uma pequena releitura de algumas das teorias fundadoras da democracia representativa moderna, cujo objetivo é contribuir para o início de certa desmistificação da noção de representação, tal como utilizada hoje pelos vários argumentos da crise, mostrando que, em seus primórdios, o caráter representativo da nova ordem republicana criada no Ocidente em muito pouco ( ou quase nada ) se referia, de fato, a algum problema de representação (tal como concebido hoje). Finalmente, se esboça uma defesa da inserção institucional-política da mídia na poliarquia atual, com base numa recolocação da questão da representatividade para a estabilidade e a eficácia do nosso sistema, dito representativo.