Doutrina
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Artigo Entries and withdrawals : electoral coordination across different offices and the brazilian party systems(2018) Limongi, Fernando; Vasselai, Fabricio; Tribunal Superior EleitoralArtigo Incentivos eleitorais, partidos e política orçamentária(2002) Figueiredo, Argelina Cheibub; Limongi, Fernando; Tribunal Superior EleitoralApresenta um argumento contrário à transposição para o Brasil do modelo do voto pessoal. Sustentamos que o processo orçamentário no Brasil e a própria participação do Congresso nele não podem ser compreendidos tomando esse modelo como referência. Procurou-se mostrar que o sistema político brasileiro não gera as condições motivacionais, e nem mesmo as institucionais, para que políticos baseiem suas carreiras políticas exclusivamente em vínculos pessoais e apartidários com os eleitores e com o Executivo.Outro Coordenando candidaturas : coligações e fragmentação partidária nas eleições gerais brasileiras(2016) Limongi, Fernando; Vasselai, Fabricio; Tribunal Superior EleitoralTrata da estratégia de lançamento de candidaturas adotada pelos partidos brasileiros nas eleições gerais. Partidos devem tomar decisões estratégicas relativas ao lançamento de candidaturas para cinco eleições concomitantes, que se desenrolam em 28 distritos distintos (sendo que 27 deles são disjuntos) e que obedecem a duas famílias distintas de regras eleitorais (majoritárias e proporcionais). Outras tantas variações, algumas não tão aparentes, como as que regulam a formação de coligações são tão ou mais importantes. O quadro institucional estimula a coordenação das entradas e retiradas de candidaturas expressa na formação de coligações que têm por eixo as candidaturas aos executivos estaduais. São apresentadas evidências da ocorrência de uma estratificação ou especialização no interior do sistema partidário brasileiro. Enquanto a maior parte dos partidos simplesmente se retirou das disputas diretas por cargos executivos, o inverso ocorre nas proporcionais, isto é, todos participam em todos os distritos. O resultado é a bifurcação do sistema partidário, que se fragmenta nas disputas de cargos legislativos, mas se torna mais concentrado nas disputas de cargos executivos.Artigo Estratégia partidária e preferência dos eleitores : as eleições municipais em São Paulo entre 1985 e 2004(2008-07) Limongi, Fernando; Mesquita, Lara; Tribunal Superior EleitoralReconstitui a história eleitoral da cidade de São Paulo discutindo as eleições para prefeito transcorridas entre 1985 e 2004. Os resultados são explicados com base em um modelo que considera a interação entre as estratégias dos partidos e a transformação das preferências dos eleitores. Partidos de direita e de esquerda foram os grandes vencedores, com vantagem para os primeiros. Contudo, eleitores de centro foram decisivos e sua inclinação, ora à direita, ora à esquerda, explica a alternância no poder entre o PDS-PP e o PT. A exceção fica para a última eleição, em que ocorre uma divisão mais nítida entre um bloco de centro-direita, comandado pelo PSDB, e um de esquerda, liderado pelo PT.Artigo As eleições de 2010 e o quadro partidário(2010-11) Limongi, Fernando; Cortez, Rafael; Tribunal Superior EleitoralAs eleições presidenciais têm se resumido a uma disputa entre PT e PSDB. Nenhuma candidatura alternativa foi capaz de ameaçar o controle desses partidos sobre a maioria dos eleitores. A estruturação das eleições presidenciais repercute sobre as disputas pelos governos estaduais, fazendo com que estas obedeçam à mesma clivagem básica. A estratégia dos partidos, negociando o lançamento e a retirada de candidaturas, é a chave para se entender a dinâmica da competição eleitoral no Brasil.Artigo A base e os partidos : as eleições presidenciais no Brasil pós-redemocratização(2014-07) Limongi, Fernando; Guarnieri, Fernando; Tribunal Superior EleitoralArtigo Competição partidária e voto nas eleições presidenciais no Brasil(2015) Limongi, Fernando; Guarnieri, Fernando; Tribunal Superior EleitoralMostra que as mudanças na base de apoio a Lula, que se tornam mais evidentes nas eleições de 2006, são mais bem explicadas por variáveis políticas. Para isso recorremos a uma base de dados original, agregada por seção eleitoral, e estendemos a análise incluindo outros partidos e as eleições que precederam aquele pleito. Por um lado, uma explicação do que houve em 2006 precisa dar conta do que ocorreu em 2002, quando o PT chega à presidência. Por outro lado, dado o caráter composicional do voto, a razão do que ocorre com os votos do PT deve explicar o que acontece com os votos de seus adversários. Observamos que o sucesso do PT e a ampliação de sua base a partir de 2006 acontecem após a implosão do PSDB em 2002 e a ausência de adversários competitivos. As explicações que associam o novo padrão de voto em Lula com sua chegada ao poder não dão conta dessas dinâmicas. Sugerimos que um melhor esclarecimento deve privilegiar as estratégias de coordenação pré-eleitoral adotadas pelos partidos.
