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Resultados da Pesquisa
Artigo Redes sociais como ferramenta de campanha em disputas subnacionais : análise do Twitter nas eleições para o governo do Paraná em 2010(2012) Cervi, Emerson Urizzi; Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralDiscute o uso das redes sociais como ferramenta de campanha eleitoral, tendo como objeto de análise o conteúdo postado no Twitter pelos dois principais candidatos ao governo do Paraná - Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT) - no período de 1º de julho a 3 de outubro de 2010. Procura-se, por meio de algumas características (número de postagens, temática, discurso, tipo dos post, uso de links, presença de adversários, entre outras), identificar como os candidatos utilizaram o suporte tecnológico em estratégias políticas de contato com os eleitores. A metodologia utilizada é quantitativa de análise de conteúdo e permite ainda comparar os dados entre os dois candidatos, que, juntos, somaram 3.165 postagens. Com isso, torna-se possível identificar diferenças na utilização do Twitter entre os dois principais concorrentes ao governo do Paraná em 2010.Artigo Eleições 2016 nas fanpages dos jornais regionais : o Facebook como espaço de distribuição e visibilidade das notícias sobre a campanha eleitoral(2018) Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralDiscute como como se configura a comunicação desenvolvida pela imprensa regional do Nordeste no Facebook durante o período eleitoral. A pesquisa envolve duas vertentes teóricas, sendo uma relacionada à centralidade da cobertura eleitoral e a outra tratando das redes sociais como um espaço de distribuição e circulação de conteúdos jornalísticos. A partir disso, analisa-se o conteúdo publicado nas páginas do Facebook de nove jornais do Nordeste - O Estado do Maranhão (MA), Meio Norte (PI), O Povo (CE), Tribuna do Norte (RN), A Tarde (BA), Jornal da Paraíba (PB), Diário de Pernambuco (PE), Gazeta de Alagoas (AL) e Jornal da Cidade (SE) - durante o período eleitoral de 2016, o que totalizou em 9.993 postagens. Com este recorte, o objetivo foi identificar a visibilidade dada ao tema político-eleitoral e as abordagens da campanha. Entre os principais resultados, encontrou-se a prevalência de temas de entretenimento nas publicações e um espaço moderado aos temas políticos e eleitorais. No caso destes últimos, as postagens são focadas nas agendas dos candidatos e nas informações cotidianas da campanha eleitoral, evidenciando semelhança com o perfil da cobertura tradicional e as poucas mudanças na configuração do jornalismo na rede social.Outro Personalismo e partidarismo em perspectiva comparada nas postagens do Facebook : uma análise da cobertura eleitoral nas fanpages dos principais jornais durante as eleições de 2014 no Brasil e de 2015 na Espanha(2016) Cervi, Emerson Urizzi; Massuchin, Michele Goulart; Campos, Eva; Tribunal Superior EleitoralDiscute, de modo comparado, algumas características das postagens feitas pelos principais jornais impressos com perfil no Facebook em dois países distintos: Brasil e Espanha. Foca-se a análise nas diferenças entre o personalismo e partidarismo ao longo da campanha, já que se trata de dois sistemas políticos distintos - presidencialista (Brasil) e parlamentarista (Espanha). A hipótese é que no primeiro a produção jornalística referente aos candidatos é mais evidente do que no segundo, em que aparecem mais os partidos políticos. Os grandes veículos jornalísticos também possuem produção para a internet e usam as redes sociais para dar visibilidade aos conteúdos, o que justifica esta pesquisa. A análise considera as postagens feitas em ambos os países durante as respectivas campanhas eleitorais. Foram selecionados os perfis de três jornais em cada país: Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de São Paulo (Brasil) e El Confidencial, El mundo y El País (Espanha).Outro Internet, estratégias de campanha e eleições majoritárias em 2012 : padrões e diferenças no uso dos websites pelos candidatos(2014) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla Quesada; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o uso que os candidatos a prefeito nas eleições de 2012 fizeram da internet ao longo do período eleitoral. O objetivo do estudo é identificar os padrões e diferenças no uso dessa ferramenta a partir da observação de duas características específicas: estratégias e tematização. A proposta é observar esse espaço de campanha conforme o conteúdo disponibilizado e não por meio da presença ou ausência de potencialidades interativas e participativas. Os dados apresentados aqui são resultados parciais de uma pesquisa que está em andamento, sendo que foram incluídas neste paper, de maneira comparativa, as campanhas realizadas pelos principais candidatos de três capitais: São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro. A metodologia usada é quantitativa de análise de conteúdo e ao todo foram analisadas 1268 postagens de oito candidatos no total. No que diz respeito à tematização, predominam os textos que enfatizam a campanha eleitoral factual. Já sobre as estratégias, a campanha online é usada, majoritariamente, para enfatizar as propostas de políticas públicas e transpor a campanha realizada em outras esferas. As demais estratégias aparecem dispersas entre os candidatos.Artigo Radicalização nas redes sociais : comentários no Facebook durante a disputa presidencial em 2014 no Brasil(2018) Carvalho, Fernanda Cavassana de; Massuchin, Michele Goulart; Mitozo, Isabele Batista; Tribunal Superior EleitoralDiscute o fenômeno da radicalização nas conversações online que ocorrem por meio de redes sociais. Analisam-se comentários postados pelo público nas fan pages do Facebook de jornais impressos brasileiros. Foram codificados 628.057 comentários publicados que mencionavam os principais presidenciáveis durante todo o período eleitoral de 2014, no Brasil. Discutem-se aspetos da radicalização através de duas variáveis específicas: reflexividade e formato dos comentários. Os resultados indicam que as redes sociais, embora permitam espaço para o diálogo, dão lugar a um debate em que os participantes priorizam criticar ou elogiar os candidatos e que serve, basicamente, para persuasão e radicalização. Além disso, verifica-se que a radicalização se distancia da polarização da disputa, pois concentra-se apenas na candidata à reeleição.Artigo Eleições e debate político on-line em 2014 : os comentários no Facebook do jornal O Estado de S. Paulo(2017) Massuchin, Michele Goulart; Mitozo, Isabele Batista; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralDiscute a utilização das redes sociais on-line enquanto uma nova arena de debate, constituindo-se como uma extensão da esfera pública. O objetivo da pesquisa é avaliar como os webleitores do jornal O Estado de S. Paulo utilizaram o perfil do veículo no Facebook para expor suas opiniões e debater com os demais usuários sobre as eleições presidenciais de 2014. Ao todo, codificaram-se 112.114 comentários referentes a 429 postagens durante o período eleitoral de 2014. A metodologia adotada é a análise de conteúdo quantitativa, tendo como ponto de partida um livro de codificação previamente elaborado. Este artigo trabalha exclusivamente com a postura dos comentadores e a reflexividade, sendo utilizados testes estatísticos para investigar as hipóteses e comparar os dados referentes a primeiro e segundo turnos. Analisam-se, aqui, três pontos: a) postura dos comentadores; b) tipo de reflexividade adotado na discussão; e c) tipo de reflexividade ligado a cada candidato citado.Artigo Debate político-eleitoral no Facebook : os comentários do público em posts jornalísticos na eleição presidencial de 2014(2017) Mitozo, Isabele Batista; Massuchin, Michele Goulart; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralExperiências interativas online têm estimulado o desenvolvimento de debate público. O Facebook (FB), por exemplo, atrai tanto indivíduos quanto instituições, tais como empresas jornalísticas, que veem na ferramenta a oportunidade de maior contato com a audiência. Com base nisso, este artigo investiga as características do debate público acerca da eleição presidencial de 2014, a partir de postagens nas páginas oficiais dos três maiores jornais brasileiros (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo) no FB. Assim, observaram-se: 1) intensidade do debate, 2) postura do comentador (reciprocidade), 3) justificativa dos comentários e 4) reflexividade em 610.660 comentários. Dentre os principais resultados, pode-se destacar predominância de comentários monológicos e com baixa justificação. Todavia, o FB pode ser considerado um espaço de persuasão, o que predominou nos comentários.Artigo Estratégias eleitorais online : os padrões de campanha nas páginas dos candidatos durante as eleições de 2014 no Brasil(2016) Massuchin, Michele GoulartApesar dos avanços da web 2.0 e dos aspectos interativos, a publicação de conteúdo continua sendo uma das principais funções das páginas dos candidatos em período eleitoral. O trabalho identifica (a partir da análise quantitativa de conteúdo) quais são as estratégias eleitorais presentes nos posts publicados nos websites durante o período de 6 de julho a 4 de outubro de 2014 e de que maneira se pode (ou não) criar determinados padrões de campanha online a partir das estratégias presentes nas publicações. Na discussão teórica, tem-se como ponto de partida que a internet faz parte do processo de modernização das campanhas, mas que também se apropria de estratégias eleitorais até então presentes em outros espaços e que são apropriadas também pelas ferramentas digitais. O objeto de análise diz respeito ao conteúdo de 824 postagens presentes nas páginas dos três principais candidatos à Presidência da República em 2014: Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos/Marina Silva (PSB).Artigo Campanha eleitoral nas redes sociais : estratégias empregadas pelos candidatos à Presidência em 2014 no Facebook(2015) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla QuesadaAnalisa as estratégias que os três principais candidatos de 2014 Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves empregam nas redes sociais, tomando-se como exemplo o Facebook. A análise tem como ponto de partida os modelos de Figueiredo et al. (1998) e Albuquerque (1999) para a observação das estratégias tradicionais e sugere a inclusão de estratégias tipicamente verificadas na internet (Willians e Gulati, 2013; Bor, 2013; Jensen e Dyrby, 2013). Utiliza-se como metodologia a análise de conteúdo quantitativa para monitorar os 90 dias que compõem o primeiro turno da campanha eleitoral no Brasil, sendo a análise feita a partir de uma amostra de 803 postagens. Os resultados indicam que a estratégia de mobilização (online e offline), mesclada com a promoção de agenda, é o que predomina no Facebook.
