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Resultados da Pesquisa
Outro Eleições, radicalização e redes sociais : os comentários no Facebook durante a disputa presidencial em 2014(2016) Massuchin, Michele Goulart; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Mitozo, Isabele Batista; Tribunal Superior EleitoralDiscute o fenômeno da radicalização nas conversações online que ocorrem por meio de redes sociais. Para isso, faz-se a análise dos comentários postados por usuários do Facebook nas páginas de jornais impressos que possuem perfis nessa rede social. São codificados 628.057 comentários publicados em relação aos principais presidenciáveis durante todo o período eleitoral de 2014, no Brasil. Para discutir aspectos da radicalização, são analisadas duas variáveis específicas: a reflexividade e o formato das postagens. A partir delas, pode ser observado o modo como os comentadores se comportaram e discutiram sobre política, destacando o tipo de comentário (crítica ou elogio) e a tendência à radicalização. A hipótese inicial é de que há presença significativa de radicalização no debate, mas isso acontece de modo diferente em relação aos candidatos.Outro Campanha permanente e prestação de contas nas redes sociais : uma análise das páginas dos governadores brasileiros no Facebook e das perspectivas de engajamento dos cidadãos(2020) Cardoso, Nayane Pantoja; Oliveira, Paula Andressa de; Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralA campanha eleitoral tem datas estabelecidas. Mas, vislumbrando uma futura reeleição e a visibilidade oferecida pela comunicação online e, consequentemente, o estreitamento de vínculos entre representantes e representados, os atores políticos têm apostado na exposição pública durante o mandato. Embora não seja recente, a aparição pública tem se dado de forma bastante enfática nas redes sociais (VASKO & TRILLING, 2019; MASSUCHIN & SILVA, 2019; JOATHAN, 2020; JOATHAN & LILLEKER, 2020). Essa prática é denominada de campanha permanente (HECLO, 2000), ou seja, uma comunicação constante de agentes públicos voltada para a busca incessante de visibilidade e formação de imagem ao longo dos mandatos. Para isso, existem diversas estratégias (JOATHAN & LILLEKER, 2020), sendo que uma delas é a partir da prestação de contas por meio de ferramentas da comunicação, o que pode gerar engajamento dos cidadãos. Partindo destes dois conceitos, busca-se analisar como os gestores brasileiros utilizam suas próprias fanpages no Facebook, a fim de oferecer prestação de contas da gestão. Para tanto, foram analisados 1491 posts de 27 governadores a partir de indicadores de prestação de contas e dados de engajamento.Artigo Eleições 2016 nas fanpages dos jornais regionais : o Facebook como espaço de distribuição e visibilidade das notícias sobre a campanha eleitoral(2018) Massuchin, Michele Goulart; Tribunal Superior EleitoralDiscute como como se configura a comunicação desenvolvida pela imprensa regional do Nordeste no Facebook durante o período eleitoral. A pesquisa envolve duas vertentes teóricas, sendo uma relacionada à centralidade da cobertura eleitoral e a outra tratando das redes sociais como um espaço de distribuição e circulação de conteúdos jornalísticos. A partir disso, analisa-se o conteúdo publicado nas páginas do Facebook de nove jornais do Nordeste - O Estado do Maranhão (MA), Meio Norte (PI), O Povo (CE), Tribuna do Norte (RN), A Tarde (BA), Jornal da Paraíba (PB), Diário de Pernambuco (PE), Gazeta de Alagoas (AL) e Jornal da Cidade (SE) - durante o período eleitoral de 2016, o que totalizou em 9.993 postagens. Com este recorte, o objetivo foi identificar a visibilidade dada ao tema político-eleitoral e as abordagens da campanha. Entre os principais resultados, encontrou-se a prevalência de temas de entretenimento nas publicações e um espaço moderado aos temas políticos e eleitorais. No caso destes últimos, as postagens são focadas nas agendas dos candidatos e nas informações cotidianas da campanha eleitoral, evidenciando semelhança com o perfil da cobertura tradicional e as poucas mudanças na configuração do jornalismo na rede social.Outro Personalismo e partidarismo em perspectiva comparada nas postagens do Facebook : uma análise da cobertura eleitoral nas fanpages dos principais jornais durante as eleições de 2014 no Brasil e de 2015 na Espanha(2016) Cervi, Emerson Urizzi; Massuchin, Michele Goulart; Campos, Eva; Tribunal Superior EleitoralDiscute, de modo comparado, algumas características das postagens feitas pelos principais jornais impressos com perfil no Facebook em dois países distintos: Brasil e Espanha. Foca-se a análise nas diferenças entre o personalismo e partidarismo ao longo da campanha, já que se trata de dois sistemas políticos distintos - presidencialista (Brasil) e parlamentarista (Espanha). A hipótese é que no primeiro a produção jornalística referente aos candidatos é mais evidente do que no segundo, em que aparecem mais os partidos políticos. Os grandes veículos jornalísticos também possuem produção para a internet e usam as redes sociais para dar visibilidade aos conteúdos, o que justifica esta pesquisa. A análise considera as postagens feitas em ambos os países durante as respectivas campanhas eleitorais. Foram selecionados os perfis de três jornais em cada país: Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de São Paulo (Brasil) e El Confidencial, El mundo y El País (Espanha).Artigo Radicalização nas redes sociais : comentários no Facebook durante a disputa presidencial em 2014 no Brasil(2018) Carvalho, Fernanda Cavassana de; Massuchin, Michele Goulart; Mitozo, Isabele Batista; Tribunal Superior EleitoralDiscute o fenômeno da radicalização nas conversações online que ocorrem por meio de redes sociais. Analisam-se comentários postados pelo público nas fan pages do Facebook de jornais impressos brasileiros. Foram codificados 628.057 comentários publicados que mencionavam os principais presidenciáveis durante todo o período eleitoral de 2014, no Brasil. Discutem-se aspetos da radicalização através de duas variáveis específicas: reflexividade e formato dos comentários. Os resultados indicam que as redes sociais, embora permitam espaço para o diálogo, dão lugar a um debate em que os participantes priorizam criticar ou elogiar os candidatos e que serve, basicamente, para persuasão e radicalização. Além disso, verifica-se que a radicalização se distancia da polarização da disputa, pois concentra-se apenas na candidata à reeleição.Artigo Eleições e debate político on-line em 2014 : os comentários no Facebook do jornal O Estado de S. Paulo(2017) Massuchin, Michele Goulart; Mitozo, Isabele Batista; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralDiscute a utilização das redes sociais on-line enquanto uma nova arena de debate, constituindo-se como uma extensão da esfera pública. O objetivo da pesquisa é avaliar como os webleitores do jornal O Estado de S. Paulo utilizaram o perfil do veículo no Facebook para expor suas opiniões e debater com os demais usuários sobre as eleições presidenciais de 2014. Ao todo, codificaram-se 112.114 comentários referentes a 429 postagens durante o período eleitoral de 2014. A metodologia adotada é a análise de conteúdo quantitativa, tendo como ponto de partida um livro de codificação previamente elaborado. Este artigo trabalha exclusivamente com a postura dos comentadores e a reflexividade, sendo utilizados testes estatísticos para investigar as hipóteses e comparar os dados referentes a primeiro e segundo turnos. Analisam-se, aqui, três pontos: a) postura dos comentadores; b) tipo de reflexividade adotado na discussão; e c) tipo de reflexividade ligado a cada candidato citado.Artigo Debate político-eleitoral no Facebook : os comentários do público em posts jornalísticos na eleição presidencial de 2014(2017) Mitozo, Isabele Batista; Massuchin, Michele Goulart; Carvalho, Fernanda Cavassana de; Tribunal Superior EleitoralExperiências interativas online têm estimulado o desenvolvimento de debate público. O Facebook (FB), por exemplo, atrai tanto indivíduos quanto instituições, tais como empresas jornalísticas, que veem na ferramenta a oportunidade de maior contato com a audiência. Com base nisso, este artigo investiga as características do debate público acerca da eleição presidencial de 2014, a partir de postagens nas páginas oficiais dos três maiores jornais brasileiros (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo) no FB. Assim, observaram-se: 1) intensidade do debate, 2) postura do comentador (reciprocidade), 3) justificativa dos comentários e 4) reflexividade em 610.660 comentários. Dentre os principais resultados, pode-se destacar predominância de comentários monológicos e com baixa justificação. Todavia, o FB pode ser considerado um espaço de persuasão, o que predominou nos comentários.Artigo Campanha eleitoral nas redes sociais : estratégias empregadas pelos candidatos à Presidência em 2014 no Facebook(2015) Massuchin, Michele Goulart; Tavares, Camilla QuesadaAnalisa as estratégias que os três principais candidatos de 2014 Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves empregam nas redes sociais, tomando-se como exemplo o Facebook. A análise tem como ponto de partida os modelos de Figueiredo et al. (1998) e Albuquerque (1999) para a observação das estratégias tradicionais e sugere a inclusão de estratégias tipicamente verificadas na internet (Willians e Gulati, 2013; Bor, 2013; Jensen e Dyrby, 2013). Utiliza-se como metodologia a análise de conteúdo quantitativa para monitorar os 90 dias que compõem o primeiro turno da campanha eleitoral no Brasil, sendo a análise feita a partir de uma amostra de 803 postagens. Os resultados indicam que a estratégia de mobilização (online e offline), mesclada com a promoção de agenda, é o que predomina no Facebook.
