Doutrina

URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4128

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 9 de 9
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Diga como medes e eu te direis quem és : uma proposta metodológica de classificação do tamanho dos partidos políticos
    (2016) Nascimento, Willber da Silva; Silva Junior, José Alexandre; Alves, Suzana; Tribunal Superior Eleitoral
    Propõe uma maneira de definir quem são os pequenos, médios e grandes partidos políticos brasileiros. Metodologicamente são apresentadas algumas classificações do tamanho dos partidos propostas por parte da literatura e proposta uma nova taxinomia. Para isso, utiliza uma análise de cluster para agrupar os partidos segundo seu percentual de votos. Essa técnica permite criar taxinomias agrupando casos mais semelhantes entre si. O objetivo é maximizar a homogeneidade interna e a heterogeneidade entre os grupos. Para validar a classificação, foram selecionadas classificações encontradas nos estudos eleitorais brasileiros e são tecidas comparações com a proposta. Os resultados preliminares sugerem que: (1) todas as classificações comparadas separam significantemente os partidos; (2) a classificação em termos comparativos fornece grupos mais homogêneos; (3) a classificação permite a variabilidade do tamanho dos partidos no tempo e entre as unidades da federação.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Seu apoio, minha vida : apoio político e desempenho eleitoral no Brasil (2016)
    (2017) Nascimento, Willber da Silva; Paranhos, Ranulfo; Rodrigues, Leonardo; Calheiros, Erikson; Silva, Romualdo Gutemberg da; Tribunal Superior Eleitoral
    Objetiva mensurar o efeito de ser apoiado por Prefeitos e Governadores na votação de candidatos as prefeituras em 2016. Nossa hipótese central é a de que um candidato que conta com o apoio de chefes de executivo recebem em média mais votos do que aqueles que disputam as eleições sem o apoio dessas figuras. Analisaram-se as disputas de prefeituras nos 92 municípios brasileiros. Metodologicamente, utilizamos um modelo de regressão linear de mínimos quadrados ordinários (MQO) para testar a hipótese central, controlando essa relação pelos gastos de campanha de cada candidato. Os resultados preliminares indicam que: (1) em média, candidatos que contaram com o apoio dos antigos prefeitos obtiveram 15,89% de votos a mais do que os demais candidatos; (2) candidatos que contaram com o apoio do governador apresentaram 17,22% a mais de votos que seus concorrentes; e (3) nos cenários com incumbent, o apoio do governador representou 22,95 % a mais de votos para os candidatos que o possuía.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Entre o trampolim e a ascensão : a reeleição parlamentar no Brasil (1990-2014)
    (2019) Silva Júnior, José Alexandre da; Paranhos, Ranulfo; Figueiredo Filho, Dalson Britto; Nascimento, Willber da Silva; Lima, Albany Ferreira; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o desempenho eleitoral dos deputados federais candidatos à reeleição em sete eleições (1990-2014). Metodologicamente, utilizou-se estatística descritiva e inferencial com análise de séries temporais. O banco de dados foi elaborado a partir do repositório de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os resultados sugerem que: (1) os incumbentes levam vantagem na disputa eleitoral em relação aos desafiantes e (2) o desempenho eleitoral deles é estável ao longo do período analisado.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Partidos pequenos e resultados eleitorais no Brasil
    (2016) Paranhos, Ranulfo; Nascimento, Willber da Silva; Silva Junior, José Alexandre; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o desempenho eleitoral dos partidos pequenos e testa duas hipóteses: (1) os partidos pequenos tendem a aumentar os indicadores de volatilidade eleitoral e (2) se beneficiam mais da desproporcionalidade do sistema eleitoral. Metodologicamente, o desenho de pesquisa utiliza análise de cluster para classificar o tamanho dos partidos a partir do seu percentual de votos nas unidades federativas. Para tanto, utilizou-se um banco de dados original sistematizado a partir de dados secundários do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre os anos de 1998 a 2014. Os principais resultados indicam que: (1) por ser transparente e replicável, a classificação via análise de cluster é analiticamente mais sofisticada; (2) os partidos pequenos exercem um efeito fraco sobre a volatilidade eleitoral; e (3) os partidos pequenos se beneficiam menos da desproporcionalidade do que os maiores partidos. Esse trabalho contribui para o avanço da literatura sobre o tema ao demonstrar empiricamente o efeito dos partidos pequenos sobre a dinâmica eleitoral no Brasil.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Em busca da felicidade : renovação parlamentar municipal (2004-2016)
    (2018) Alves, Suzana; Silva, Denisson; Paranhos, Ranulfo; Silva Júnior, José Alexandre da; Nascimento, Willber da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Qual é a taxa de renovação parlamentar nos municípios brasileiros? O objetivo deste artigo é analisar a distribuição da renovação dos vereadores no Brasil para as Eleições de 2004, 2008, 2012 e 2016. Metodologicamente, analisamos três medidas de renovação parlamentar: (1) compulsória, (2) bruta e (3) líquida. Utilizamos estatística descritiva para tratar um banco de dados sistematizado a partir de informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os resultados indicam que: (1) a renovação líquida média anual é abaixo dos (9%); (2) em geral, a renovação líquida é maior em municípios acima de 50 mil eleitores, significando que os incumbents são mais derrotados nessas circunscrições; (3) as taxas de renovações bruta e compulsória têm uma média de 60%; (4) o Nordeste apresenta a menor média de taxa de renovação (bruta = 57%, compulsória = 55,43% e líquida = 3,8%).
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Meu dinheiro, minhas regras : gastos de campanhas em eleições para prefeitos no Brasil (2008-2016)
    (2017) Paranhos, Ranulfo; Guimarães, Francielly; Nascimento, Willber da Silva; Farias, Kleyton Rodrigo Oliveira de; Souza, Francisco Xavier de Freitas; Tribunal Superior Eleitoral
    Como candidatos a prefeitos utilizaram seus recursos de campanha? O objetivo desse artigo é analisar os tipos de gastos de campanha realizados pelos dos candidatos as prefeituras no Brasil, nas Eleições de 2008, 2012 e 2016. Metodologicamente utilizamos estatística descritiva e a construção de um indicador aditivo para descrever a distribuição dos recursos de campanha entre diversas categorias. Criamos um indicador de gasto com estrutura e outro de gasto com estratégia. Adicionalmente, avaliaremos a relação entre esses indicadores e o desempenho eleitoral dos candidatos. O banco de dados foi sistematizado a partir de informações coletadas no sítio eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os resultados preliminares indicam que: (1) nas Eleições 2008 o maior tipo de gasto foi com comitê partidário, sendo primeiro maior gasto em 2012 e em 2016; (2) gasto o gasto per capta com estrutura e propaganda estão moderadamente correlacionados indicando certa racionalidade nos gastos em função do tamanho do município; (3) gastos com estrutura tem um efeito maior sobre o desempenho eleitoral dos candidatos
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Altruístas ou oportunistas? Uma análise dos pequenos partidos nas coligações eleitorais (1998-2014)
    (2016) Silva, Lucas; Domingos, Amanda; Cunha, Matheus; Torres, Marcus; Nascimento, Willber da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga como os pequenos partidos se comportam em coligações eleitorais para eleições proporcionais. Para isso, testa a hipótese do esforço mínimo, examinada por Lima Jr (1983), segundo a qual os pequenos partidos atuam de modo oportunista ao participar das coligações, ou seja, são beneficiados com a obtenção de mais cadeiras na Câmara dos Deputados que os partidos grandes ou médios. Metodologicamente, o desenho de pesquisa combina estatística descritiva e multivariada para analisar o banco de dados de Nascimento et al (2016), que cataloga o desempenho eleitoral de todos os partidos políticos por unidade federativa entre 1998 e 2014. Os resultados encontrados refutam o argumento do esforço mínimo, já que: a) são os grandes partidos que obtém mais cadeiras dentro das coligações, enquanto os pequenos ganham menos e b) os pequenos partidos atuam de maneira altruísta nas coligações, cedendo cadeiras aos médios e grandes.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Does size matter? Electoral performance of small parties in Brazil
    (2016) Nascimento, Willber da Silva; Silva Júnior, José Alexandre da; Paranhos, Ranulfo; Silva, Denisson; Figueiredo Filho, Dalson Britto
    What is the impact of small parties on electoral outcomes? This articles aims at contributing to the literature on party systems by proposing a new method to classify political parties. The methodology is applied to Brazil by focusing on the description of the election results of small parties. Cluster analysis is employed to classify political party size based on their percentage of votes in the Brazilian states. The main findings indicate that classifying parties through cluster analysis is more objective than previous classifications. As a result of this method, the article shows that small parties exert little effect on electoral volatility in Brazil as well as small parties benefit less from the disproportionality between votes and seats than the larger ones.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Downs vence mais uma vez? : posicionamento ideológico-partidário nas eleições 2012
    (2013) Silva, Denisson; Nascimento, Willber da Silva; Paranhos, Ranulfo; Alves, Emerson Tiago; Alves, Suzana; Oliveira, Maria Augusta Teixaira
    Em que posição ideológico-partidária o voto do eleitor brasileiro se concentrou nas eleições 2012? Este trabalho busca responder essa questão analisando os resultados eleitorais obtidos pelos candidatos a prefeito, a partir do banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Metodologicamente usamos estatística descritiva para analisar os dados e utilizamos uma escala padronizada de ideologia político-partidária (1-extrema-esquerda; 2-esquerda; 3-centro-esquerda; 4-centro; 5-centro-direita; 6-direita; 7-extrema-direita) para categorizar os resultados. Os achados indicam que (1) o voto do eleitor médio brasileiro encontra-se direcionado ideologicamente no centro (C) ; (2) a esquerda (E) obtém maioria dos cargos de prefeito (45,83%) apenas em cidades acima de 500 mil eleitores; (3) a extrema-esquerda (EE) alcançou 0,34% das cadeiras de prefeitos, enquanto a extrema-direita (ED) atingiu 16,29% do total.