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Artigo Preparing the terrain : conditioning factors for the regionalization of the vote for federal deputy in São Paulo(2018) Silva, Glauco Peres da; Silotto, Graziele Cristina; Tribunal Superior EleitoralIt proposes a new interpretation of the regional distribution of votes in the dispute for legislative offices in Brazil. The literature has traditionally understood regionalization to be evidence that politicians deliberately create zones of influences in certain areas. It argues, however, that other dimensions of the Brazilian electoral system, notably the large size and magnitude of electoral districts, reinforce the information that reaches voters and adds value to geographic aspects, such as the home city of the candidates, accounting for the spatial concentration of votes. Using new, previously unpublished, data on the hierarchy of cities, the results for São Paulo between 1998 and 2014 confirm this interpretation. This result suggests a new theoretical understanding about how the brazilian political system works by introducing another explanation for how certain areas become influential, thereby revealing new research agendas.Outro Para além de São Paulo : medindo a concentração eleitoral em todo o Brasil(2014) Silva, Glauco Peres da; Tribunal Superior EleitoralAvalia o nível de concentração regional de votos para os candidatos a deputado federal em todo o Brasil entre 1998 e 2010. Avelino et al. (2011) propõem uma medida, o índice G, que é amplamente utilizada pela economia regional e a aplicam para São Paulo. Os resultados encontrados neste estado sugerem que a concentração de votos é menor do que o esperado, se dá em níveis macrorregionais, é menor para os candidatos eleitos e ainda diminui na medida em que o político se recandidata. Porém, não se observa o mesmo padrão em todos os distritos. Os valores obtidos para São Paulo são sistematicamente superiores às médias dos demais estados, mesmo quando se controlam as diferentes magnitudes. Quanto menor a magnitude do distrito, mais dispersos são os votos em média. Ademais, os valores médios observados continuam a indicar que aqueles que se recandidatam desconcentram seus votos, a despeito do resultado do pleito. Estes resultados são relevantes, pois demonstram que ainda que a regra eleitoral seja única, características específicas dos distritos eleitorais alteram o comportamento dos candidatos e o padrão de disputa por votos.Artigo Mesmas instituições, mesmos resultados? : comparando o efeito da competição eleitoral sobre os níveis de concentração de votos(2017) Silva, Glauco Peres da; Tribunal Superior EleitoralIdentifica o efeito da magnitude dos distritos eleitorais sobre a concentração espacial de votos. Usualmente, a magnitude dos distritos é proxy para o nível de competição intrapartidária e esta incentivaria o voto pessoal. Nos estudos sobre o Brasil, assim como em outros trabalhos, o voto pessoal justificou a concentração regional de votos. Porém, ainda persiste a dificuldade em identificar essa relação porque, apesar dos distritos possuírem diferentes magnitudes, não se deve confrontar diretamente os níveis de concentração de diferentes candidatos. Entretanto, a simultaneidade das eleições para o legislativo estadual e federal no caso brasileiro cria um caso de quase-experimento, ao se controlar para as alternâncias dos indivíduos em concorrer entre cargos ao longo do tempo. Este artigo cobre o período de 1998 a 2010 e os resultados indicam que variações de magnitude levam a concentração espacial dos votos, confirmando as expectativas teóricas.Artigo Uma avaliação empírica da competição eleitoral para a Câmara Federal no Brasil(2013) Silva, Glauco Peres daAvalia empiricamente a competição eleitoral para o cargo de deputado federal no Brasil e a sua dimensão regional, que se apoia nos conceitos de distritos eleitorais informais (AMES, 2001; 2003) ou grotões políticos (HUNTER E POWER, 2007; ZUCCO, 2008). Este artigo considera as eleições entre 1994 e 2010 e utiliza um indicador de desequilíbrio (TAAGEPERA, 1979) em análise temporal como critério básico da avaliação do controle regional do voto, já que o Número Efetivo de Partidos (NEP) não capta a descentralização da disputa eleitoral. Os resultados indicam que a ausência de competição não é regra da disputa política no país, que a tese dos distritos eleitorais carece de evidência empírica e que os políticos que evitam a competição nem sempre se elegem e não são os mesmos em uma mesma localidade ao longo do tempo.Artigo A regionalização dos votos partidários para Câmara Federal no Rio de Janeiro nas eleições de 2010(2012) Davidian, Andreza; Silva, Glauco Peres da; Mesquita, LaraDiscute a necessidade de se avaliar o resultado eleitoral nas disputas proporcionais federais como fruto de estratégias adotadas pelos partidos sob a perspectiva espacial. Será tomada a eleição de 2010 no Rio de Janeiro para análise, buscando-se identificar se a votação dos partidos se distribui ou não de maneira homogênea ao longo do território e quais as áreas de relativa concentração destes votos. Mostrou-se que, sobretudo para os maiores partidos, estes votos estão dispersos.
