Doutrina
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Artigo Preparing the terrain : conditioning factors for the regionalization of the vote for federal deputy in São Paulo(2018) Silva, Glauco Peres da; Silotto, Graziele Cristina; Tribunal Superior EleitoralIt proposes a new interpretation of the regional distribution of votes in the dispute for legislative offices in Brazil. The literature has traditionally understood regionalization to be evidence that politicians deliberately create zones of influences in certain areas. It argues, however, that other dimensions of the Brazilian electoral system, notably the large size and magnitude of electoral districts, reinforce the information that reaches voters and adds value to geographic aspects, such as the home city of the candidates, accounting for the spatial concentration of votes. Using new, previously unpublished, data on the hierarchy of cities, the results for São Paulo between 1998 and 2014 confirm this interpretation. This result suggests a new theoretical understanding about how the brazilian political system works by introducing another explanation for how certain areas become influential, thereby revealing new research agendas.Artigo A concentração eleitoral no Brasil (1994-2014)(2016) Avelino, George; Biderman, Ciro; Silva, Glauco Peres da; Tribunal Superior EleitoralRetoma a apresentação de um novo indicador de concentração eleitoral sugerido por Avelino, Biderman e Silva em artigo publicado em 2011 na Revista DADOS e amplia seu uso para o conjunto dos candidatos do país nas eleições realizadas entre 1994 e 2014. Os resultados mostram de forma sistemática que os candidatos que conseguem se eleger são menos concentrados do que os candidatos derrotados. A originalidade principal reside no fato de que tal achado contraria as teses que assumem o predomínio do voto pessoal nas eleições proporcionais brasileiras.Artigo Reforma política como reforma eleitoral : a dimensão persistente(2015) Silva, Glauco Peres da; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as propostas levadas à votação no plenário (voto distrital e o "distritão"), comparando-as com a atual regra proporcional de lista aberta. Conclui-se que as alterações propostas não parecem capazes de superar as dificuldades apontadas. Se há problemas no sistema político brasileiro, as sugestões trazidas à votação na Câmara não parecem ser a solução.Artigo Mesmas instituições, mesmos resultados? : comparando o efeito da competição eleitoral sobre os níveis de concentração de votos(2017) Silva, Glauco Peres da; Tribunal Superior EleitoralIdentifica o efeito da magnitude dos distritos eleitorais sobre a concentração espacial de votos. Usualmente, a magnitude dos distritos é proxy para o nível de competição intrapartidária e esta incentivaria o voto pessoal. Nos estudos sobre o Brasil, assim como em outros trabalhos, o voto pessoal justificou a concentração regional de votos. Porém, ainda persiste a dificuldade em identificar essa relação porque, apesar dos distritos possuírem diferentes magnitudes, não se deve confrontar diretamente os níveis de concentração de diferentes candidatos. Entretanto, a simultaneidade das eleições para o legislativo estadual e federal no caso brasileiro cria um caso de quase-experimento, ao se controlar para as alternâncias dos indivíduos em concorrer entre cargos ao longo do tempo. Este artigo cobre o período de 1998 a 2010 e os resultados indicam que variações de magnitude levam a concentração espacial dos votos, confirmando as expectativas teóricas.Artigo Uma avaliação empírica da competição eleitoral para a Câmara Federal no Brasil(2013) Silva, Glauco Peres daAvalia empiricamente a competição eleitoral para o cargo de deputado federal no Brasil e a sua dimensão regional, que se apoia nos conceitos de distritos eleitorais informais (AMES, 2001; 2003) ou grotões políticos (HUNTER E POWER, 2007; ZUCCO, 2008). Este artigo considera as eleições entre 1994 e 2010 e utiliza um indicador de desequilíbrio (TAAGEPERA, 1979) em análise temporal como critério básico da avaliação do controle regional do voto, já que o Número Efetivo de Partidos (NEP) não capta a descentralização da disputa eleitoral. Os resultados indicam que a ausência de competição não é regra da disputa política no país, que a tese dos distritos eleitorais carece de evidência empírica e que os políticos que evitam a competição nem sempre se elegem e não são os mesmos em uma mesma localidade ao longo do tempo.
