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Artigo A Política na Bancada : confrontação e tensionamentos nas sabatinas do JN nas eleições de 2018(2020) Fernandes, Carla Montuori; Oliveira, Luiz Ademir de; Coimbra, Mayra Regina; Gomes, Vinícius Borges; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as entrevistas realizadas pelo Jornal Nacional com os cinco principais candidatos nas eleições presidenciais de 2018. Diante da posição marcante do telejornal em cenários eleitorais, o artigo traz a hipótese de que o JN, ao se utilizar das premissas da legitimidade jornalística, transforma as sabatinas em espaços de debate e confronto argumentativo. Exibida no horário nobre, as sabatinas ganharam enorme visibilidade, diante do tempo de exposição dos candidatos, que em algumas circunstâncias superaram o espaço do presidenciável no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE). Para compreender como o telejornal conduziu as sabatinas, será utilizada metodologia da análise de conteúdo (Bardin, 2011).Outro Quem está no controle? Um estudo sobre as entrevistas com os candidatos à Presidência da República transmitidas nos telejornais da Rede Globo durante as eleições de 2010(2013) Gomes, Wilson; Pereira, Fernanda Soares; Tribunal Superior EleitoralExamina as características específicas das entrevistas "ao vivo", partindo de um modelo teórico e metodológico segundo a qual as entrevistas não são apenas janelas para a visibilidade política, mas, sobretudo, arenas em que duas instituições, o jornalismo e a política, lutam pelo controle das mensagens. O estudo testa este modelo num corpus constituído por 14 entrevistas veiculadas pelos telejornais da Rede Globo de Televisão com candidatos à Presidência durante as eleições de 2010.Artigo Uso de informação de desempenho pelos políticos locais : um estudo de caso no contexto português(2017) Gomes, Patrícia; Fernandes, Maria José; Carvalho, João B.; Tribunal Superior EleitoralApresenta um estudo qualitativo que pretende investigar até que ponto e como os políticos locais portugueses usam a informação de desempenho para avaliar a performance dos gestores de topo. O objetivo principal é contribuir para o conhecimento na área da performance management (PM) na esfera política. Tendo por base as entrevistas semiestruturadas realizadas com os políticos locais, os resultados mostram que o clima organizacional determina a predisposição para usar a informação. Existe uma cultura enraizada nas organizações públicas, nomeadamente os municípios, que conduz os políticos a estarem mais ou menos predispostos a usar a informação de desempenho. Neste artigo concluímos que os políticos têm uma maior orientação para o uso de estilos implicit ou operations-conscious em vez dos estilos output-constrained e outcome-conscious. Em geral, os políticos falharam ao implementar uma cultura orientada para o uso da informação de desempenho. A teoria institucional ajuda a identificar as respostas políticas às pressões institucionais e a compreender as razões para o uso reduzido da informação no contexto português.Artigo Quid legis sine moribus?(1951) Augusto, José; Tribunal Superior EleitoralArtigo A categorização e a validação das respostas abertas em surveys políticos(2017) Henkel, Karl; Tribunal Superior EleitoralTrata do problema da categorização de respostas sobre política, governo e democracia, obtidas por meio de perguntas abertas e levantadas num survey com 800 entrevistados. Para identificar o grau de compreensibilidade das perguntas, realizaram-se um pré-teste e uma análise de não resposta, elaborando-se um perfil psicométrico. Na categorização o método dedutivo se mostrou superior ao indutivo. Observa-se uma influência midiática e da posição no ciclo de vida na percepção dos entrevistados sobre política e governo. A validação intra e interconfiabilidade mostra que codificadores, em dado momento, começam a aceitar respostas irracionais como racionais e podem estar sujeitos a um framing.Outro Redefinições do poder coronelístico na década de 50 : o caso Chico Heráclio(2003) Vilela, Márcio Ananias FerreiraProcura entender como na década de 50 o poder coronelístico se mantém forte e atuante no cenário político pernambucano. Já com a República Velha amplia-se o número de votos que assume crescente e imprescindível importância dentro do novo sistema representativo e seu essencial controle é realizado por chefes locais - os coronéis - que compõem a política dos governadores. Falar em coronelismo na década de 50 é ser anacrônico, no entanto, ao pesquisarmos alguns periódicos desse momento iremos encontrar no interior pernambucano (Limoeiro e alguns municípios circunvizinhos) a presença marcante do coronel Chico Heráclio do Rêgo. Ao analisar as inúmeras entrevistas e reportagens podemos Visualizar sua vasta influência sobre a população local e controle sobre milhares de votos conferindo-lhe poder e prestígio na política estadual. Compreender o domínio do coronel Chico Heráclio nessa década é também buscar modificações do poder coronelístico num período de grandes avanços capitalistas e crescente urbanização. Apesar de o presente estudo ser uma análise do caso Chico Heráclio com suas particularidades é também passivo de generalizações a um nível mais amplo, pois nesse período podemos constatar a presença de inúmeros coronéis remanescentes da República Velha.Artigo Metodologias, confiabilidade, impacto e utilidade : as várias faces da pesquisa eleitoral no Brasil(2010) Meira, João FranciscoArtigo Entrevista Entrevista com o Ministro Marco Aurélio Mello, presidente do Tribunal Superior Eleitoral(Tribunal Superior Eleitoral, 2014) Mello, Marco Aurélio
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