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    A migração partidária e a criação de "novos" partidos : os casos do PSOL e do PSD
    (2016) Alves, Breno Alexandre Pires Fernandes; Tribunal Superior Eleitoral
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    Novos partidos no Brasil : origem e perfil dos casos PSD, Solidariedade e Partido Novo
    (2019) Macedo, Larissa Hannah Gregório Kerber; Borges, Tiago Daher Padovezi; Tribunal Superior Eleitoral
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    Partidos políticos ou de políticos? Uma análise dos mecanismos de centralização decisória em legendas recém-formadas
    (2017) Spritzer, Jean Spritzer e; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca jogar luz sobre os arranjos organizacionais de alguns dos partidos políticos brasileiros formados nos últimos anos. Mobiliza-se referencial teórico relativo à organização de partidos políticos, de modo a avaliar a hipótese segundo a qual legendas como o PSD, o SD e a Rede atenderiam a objetivos de atores singulares.
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    Executivo estadual faz diferença? A estreia eleitoral do PSD nas eleições municipais de 2012
    (2014) Krause, Silvana; Gerardi, Dirceu André; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o desempenho do PSD em sua estreia eleitoral nas eleições municipais de 2012. Em primeiro lugar, traça a origem partidária dos prefeitos que aderem ao PSD no ano da sua fundação. Posteriormente, traça o perfil de capilaridade das candidaturas da legenda ao executivo local, bem como as candidaturas eleitas e reeleitas pelo partido. A hipótese diz que estados em que o PSD tem o executivo, há maior adesão dos prefeitos ao PSD, uma maior capilaridade na apresentação de candidaturas nos estados, maiores chances de eleger prefeitos e de reelegê-los quando comparados a estados sem controle do Executivo.
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    Artigo
    Capilarização territorial de novos partidos no Brasil (2011-2016)
    (2017) Schaefer, Bruno Marques; Tribunal Superior Eleitoral
    Durante o primeiro e o início do segundo governo Dilma Rousseff (2011-2015), oito novos partidos obtiveram registro no Tribunal Superior Eleitoral. Neste artigo, tratamos de investigar as características iniciais dessas organizações no que concerne à capilarização territorial. Como principal hipótese, consideramos que a proximidade com o Estado, mensurada a partir do recrutamento de deputados federais, é a variável mais significativa no processo de expansão territorial de novos partidos no Brasil. Isso corrobora outros dados e recorte temporal, como a tese de Campello de Souza de 1976: os partidos políticos brasileiros são dependentes do Estado no seu processo de desenvolvimento. Os resultados acabam por confirmar a hipótese, o que de forma alguma esgota os esforços na direção de maior entendimento dos novos partidos brasileiros.