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Artigo Simulação eleitoral : uma nova metodologia para a ciência política(2009) Eisenberg, José M.; Vale, Teresa Cristina de Souza CardosoApresenta a simulação eleitoral como um novo modelo para estudar o comportamento eleitoral, partindo do pressuposto de que as interações sociais são fundamentais para a decisão de cada eleitor. Como as pesquisas de opinião pública utilizam..., pesquisas de opinião e trabalhos que já apresentaram, de alguma maneira, a simulação eleitoral. Em seguida, pretende-se descrever os avanços no modelo teórico e no modelo interativo do simulador eleitoral como sendo uma ferramenta de pesquisa científicaArtigo A simulação do voto na coleta de dados em pesquisas eleitorais(2011) Carmo, Erinaldo Ferreira doApresenta os resultados de uma pesquisa experimental de coleta de dados para pesquisas eleitorais que consiste na simulação da votação, processo no qual o próprio entrevistado registra em uma cédula os candidatos de sua preferência. A técnicaArtigo Simulador de votação de urna eletrônica(2014) Nogueira, Eduardo FleuryArtigo Cenários para a reforma política : simulações a partir da adoção do distritão e do fim das coligações nas eleições proporcionais(2015) Carlomagno, Márcio CunhaEsta nota de pesquisa apresenta uma simulação de duas propostas para a reforma política em pauta no Brasil em 2015. Inicialmente é aplicado aos resultados eleitorais de 2014 o modelo de voto nominal, sem transferência de votos dos mais votados para... os menos votados (distritão). Em seguida, fazemos uma simulação dos resultados de 2014 mantendo o sistema proporcional atual, mas com o fim das coligações. No tipo distritão, apenas 45 cadeiras legislativas mudam de ocupante, o que indica que oPeriódico Revista eletrônica da EJE : ano 5, n. 1 (dez. 2014/jan. 2015)(Tribunal Superior Eleitoral, 2015)Artigo A influência das alterações da fórmula eleitoral na representação proporcional brasileira : impactos das reformas de 2015, 2017 e 2021 sobre as eleições de 2018 e 2022 para a Câmara dos Deputados(2025) Bianco, Ricardo Grandi; Tribunal Superior EleitoralDimensiona e avalia os impactos das reformas eleitorais de 2015, 2017 e 2021 na representação proporcional brasileira, com base em dados das eleições de 2018 e 2022 para a Câmara dos Deputados e foco nas mudanças da fórmula eleitoral, incluindo a exigência de votação nominal mínima e as novas regras de distribuição de sobras. A partir da análise de cenários alternativos simulados, utilizando índices consagrados na Ciência Política, a pesquisa conclui que a primeira mudança cumpriu de forma exitosa o objetivo de impedir a eleição de candidatos com votação nominal pouco expressiva, gerando distorções limitadas no sistema. Já as regras mais restritivas para o acesso às sobras provocaram uma distorção maior na proporcionalidade, sem reduzir significativamente a fragmentação partidária.Capítulo de livro Análise prática de séries temporais : predição com estatística e aprendizado de máquina(Alta Books, 2021) Nielsen, Aileeen; Tribunal Superior EleitoralArtigo Coligações eleitorais e fragmentação das bancadas parlamentares no Brasil : simulações a partir das eleições de 2014(2016) Miguel, Luis Felipe; Assis, Pedro Paulo Ferreira Bispo de; Tribunal Superior Eleitoralquatro arranjos alternativos na tradução das votações em cadeiras. A simulação revela que, sem as coligações, tanto o número de partidos com representação na Câmara quanto o índice de fracionarização de Rae cairiam 21%. Ainda que a simulação possuaArtigo E se soubéssemos mais? Simulando os votos e as opiniões dos eleitores mais informados no Brasil(2018) Freire, Alessandro; Masson, Pedro; Turgeon, Mathieu; Tribunal Superior EleitoralDécadas de pesquisas sobre a opinião pública demonstraram que a maioria das pessoas é altamente desinformada a respeito da política. Entretanto, as consequências dessa desinformação sobre o comportamento eleitoral e sobre as atitudes dos cidadãos ainda parecem pouco claras, especialmente quando se trata de jovens democracias. Métodos: Neste artigo, utilizamos simulações estatísticas de um eleitorado "completamente informado" a partir de dados do Estudo Eleitoral Brasileiro (ESEB) para responder às seguintes perguntas: (1) Como os brasileiros votariam caso fossem mais informados? (2) Como seriam as opiniões políticas dos brasileiros caso fossem mais informados? Aqui, "informação" se refere a conhecimento sobre a política e o governo de maneira geral. Resultados: Os resultados sugerem que os votos e as opiniões políticas dos brasileiros seriam diferentes caso eles fossem mais informados. A falta de informação parece direcionar sistematicamente as preferências coletivas, sugerindo que tais erros não são aleatórios, mas sim produto de assimetrias de informação entre os cidadãos. Discussão: Essas assimetrias podem ser especialmente problemáticas quando se trata de quais opiniões são levadas em consideração pelos representantes dos eleitores, ao tomarem decisões importantes. Os efeitos da desinformação política têm sido vistos sob diferentes olhares pela Ciência Política. Embora alguns teóricos argumentem que a falta de informação não tem efeitos significativos sobre a democracia, outros creem que ela pode trazer consequências notáveis para as escolhas coletivas e para as atitudes políticas dos cidadãos. Nossos resultados nos colocam ao lado do segundo grupo de pesquisadores.Artigo Coalizões de governo : uma medida de concentração alternativa(2017-05) Garcia, Joice Godoi; Tribunal Superior EleitoralNos últimos 30 anos, nenhum presidente do Brasil teve uma maioria de congressistas do partido pelo qual foi eleito. Para ter apoio no Legislativo, a estratégia utilizada pelos presidentes foi formar uma coalizão de governo com outros partidos. A literatura aponta que a principal moeda de troca formal é a distribuição de ministérios e que a partilha é proporcional à quantidade de congressistas de cada partido da coalizão. O pressuposto que envolve esse tema é o de que parlamentos proporcionais estariam mais satisfeitos e agiriam de modo mais regrado por causa do sentido de justiça. A principal medida utilizada para medir a distribuição das pastas é a Taxa de Coalescência. Este trabalho aponta que esse índice não tem consistência estatística e sugere uma medida de concentração alternativa: o Índice G.
