Navegando por Autor "Hebling, Matheus Lucas"
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Outro Estudo da aplicação do método padrão do manifesto project para o posicionamento ideológico de partidos argentinos, brasileiros e chilenos em campanhas presidenciais(2018) Contrera, Flávio; Cassotta, Priscilla Leine; Hebling, Matheus Lucas; Tribunal Superior EleitoralAvalia a adequação do método padrão do MARPOR para estimar a posição ideológica dos manifestos de partidos/coalizões argentinos, brasileiros e chilenos em suas respectivas eleições presidenciais. Conclui que o método de estimação ideológica do MARPOR apresenta imprecisões na construção da escala RILE devido a forma como é incorporada à ela a saliency theory; também em relação ao método de mensuração das frequências de categorias; e no caso dos países sulamericanos, particularmente, a existência de distorções decorrentes da ênfase suprapartidária em torno da ampliação do bem-estar social e da consideração, pelo MARPOR, de que as categorias de defesa do constitucionalismo, e da liberdade e direitos humanos, seriam de direita, quando no contexto sulamericano elas apresentam certas particularidades.Outro Iniciativas legislativas e participação popular(2016) Diniz, Simone; Hebling, Matheus Lucas; Couto, Eduardo; Tribunal Superior EleitoralDemarca um dos mecanismos de participação popular institucional na política brasileira: as sugestões de iniciativa legislativas populares. Por meio de dados coletados na Comissão de Legislação Participativa (CLP), procura-se responder às perguntas: quem são os demandantes, quais são as suas demandas e qual o papel desempenhado pela CLP e pelo Congresso Nacional na deliberação de tais proposições? A hipótese inicial de pesquisa é que demandas de caráter abrangente, voltadas para grandes grupos da sociedade, isto é, proposições de alcance coletivo, em detrimento de propostas que beneficiam grupos específicos, teriam maior probabilidade de aprovação no âmbito da CLP. No entanto, esta hipótese não se confirmou. Ao realizar teste de tabulação cruzada para verificar a probabilidade de aprovação de uma SIP segundo o público beneficiário da proposta, o resultado indicou posição vantajosa justamente das propostas destinadas a grupos específicos, especialmente aquelas de caráter profissional corporativo, com demandas trabalhistas.Artigo Partidos políticos e política externa durante a administração Lula(2015) Hebling, Matheus LucasOs partidos políticos têm papel fundamental na representação de interesses e desempenham talvez a mais forte ligação entre o governo e os cidadãos. Dentro dos estudos de política externa, esses possuem um papel secundário na sua produção. Entretanto, parte-se do pressuposto, neste trabalho, que o Chefe do Executivo está diretamente ligado ideologicamente a seu partido e que um não pode ser desligado do outro para tal análise. O objetivo desse trabalho é mapear e avaliar a agenda política legislativa do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003 - 2010), através da análise das leis ordinárias enviadas por ele para deliberação do Congresso Nacional, procurando entender quais as características da sua formação no Congresso em matérias de política externa. Verifica-se um destaque dos organismos internacionais e da multilateralidade, assim como a centralidade da defesa nacional no Poder Executivo.Outro Presidencialismo de coalizão e representatividade partidária : preferências, saliência política e compromisso eleitoral(2017) Hebling, Matheus Lucas; Vasquez, Vitor Lacerda; Tribunal Superior EleitoralPartidos que compõem coalizão anunciam, individualmente, agendas legislativas através de programas eleitorais. A execução destas agendas em políticas é sinal de representatividade do partido perante seus eleitores. Contudo, partidos da coalizão possuem diferenças de preferências que podem impactar na capacidade destes em transformar em política o que fora eleitoralmente compromissado. Os partidos brasileiros são capazes de exercer esta representatividade? O presidencialismo de coalizão brasileiro é um incentivo que isto não ocorra? A hipótese é que o cumprimento das promessas por parte do partido do presidente é impactado pela distância das preferências políticas entre o membro da coalizão e o partido do presidente. Buscou-se confirmar esta hipótese analisando as promessas eleitorais dos programas partidários e as proposituras legislativas oriundas do Executivo. Como controle, levou-se em conta a força dos membros da coalizão no Poder Legislativo, a força do partido do presidente no Legislativo e o tempo de duração da coalizão. O período analisado abrangeu desde o primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso (1995), até o primeiro governo Dilma (2014).
