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Navegando por Autor "Tarouco, Gabriela da Silva"

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    Agendas, preferências e competição : PT e PSDB nas disputas presidenciais brasileiras
    (2013) Tarouco, Gabriela da Silva; Madeira, Rafael Machado; Vieira, Soraia Marcelino; Tribunal Superior Eleitoral
    Atualmente, há um debate na ciência política brasileira sobre uma possível bipolarização do sistema partidário, decorrente da concentração da competição, nas eleições presidenciais, em dois partidos: PT e PSDB. As presumíveis semelhanças advindas de origens históricas compartilhadas (oposição ao regime militar e referências de esquerda nos quadros dos partidos) fazem da acirrada oposição entre eles um rico objeto de investigação que poderá lançar luzes importantes sobre a compreensão dos termos em que se dá a competição partidária na democracia brasileira. A análise dos programas de governo que cada um lançou para as eleições de 2006 e de 2010 pode revelar se, e em que medida, as plataformas se afastam ou se aproximam, as agendas de políticas públicas propostas estabelecem prioridades específicas ou comuns, como cada plataforma se situa na dimensão esquerda-direita e em que medida acolhem questões da chamada agenda pós-materialista. Para isso, o artigo se vale da análise de conteúdo dos programas de governo de Serra, Alckmin, Lula e Dilma. A referência teórica é a Saliency Theory, (Robertson, 1976) e as categorias utilizadas são adaptadas daquelas do Manifest Research Group.
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    Artigo
    Brazilian parties according to their manifestos : political identity and programmatic emphases
    (2011) Tarouco, Gabriela da Silva
    Generally, party programmes are neglected in Brazil owing to their alleged (and assumed) irrelevance. It is argued that given that such documents are designed on order and with propaganda purposes, they could hardly be accepted as depictions of the parties true political positions. However, such an assessment lacks empirical verification. This article tests the hypothesis that Brazilian parties emphasise distinct questions in their manifestos. This hypothesis is based on saliency theory, according to which parties can be distinguished from one another depending on the themes they choose to prioritise. Content analysis technique was applied to the texts, using an adaptation of the categories of the Manifesto Research Group. The results indicate that the programmes do not have the same content, and neither are the differences in their emphases random. It is possible to distinguish between Brazilian parties not only by the kinds of questions they emphasise more, but also by those that they emphasise less.
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    Classificação ideológica dos partidos brasileiros : notas de pesquisa
    (2008) Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
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    Como partidos significam e legitimam suas origens? Saliency theory e análise dos textos partidários
    (2012) Madeira, Rafael Machado; Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa os documentos que marcam a fundação dos principais partidos políticos brasileiros criados a partir do fim do bipartidarismo. Parte-se do pressuposto de que o fato do regime militar brasileiro ter criado um sistema bipartidário e ter mantido (com todas as suas deficiências) um calendário eleitoral para alguns cargos constitui-se em uma local policy dimention para se entender a transição e consolidação do atual sistema partidário brasileiro. Um dos principais argumentos defendidos no estudo é o de que é preciso desmistificar a ideia de que os programas dos partidos políticos são letra morta - que não nos dizem nada de verdadeiro sobre os mesmos.
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    Delegação ou partilha : o papel dos partidos na governança eleitoral
    (2015) Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Em alguns países da América Latina, os partidos políticos têm assento nas instituições de governança eleitoral, ou seja, eles participam da gestão da competição em eleições. Trata-se do que ficou conhecido como modelo partidário de EMB (Electoral Management Bodies). A presença dos partidos nestes órgãos é vista ora como garantia da imparcialidade, pela fiscalização mútua, ora como vulnerabilidade a manipulações, por permitir que os interessados tenham acesso ao processo decisório. Para além dos incentivos que este modelo de instituição pode gerar ao comportamento dos atores, é preciso verificar empiricamente como de fato se comportam os partidos quando detêm assentos nos órgãos de gestão eleitoral. Este trabalho procura identificar mecanismos que podem afetar a qualidade das eleições e a confiança na sua lisura em modelos partidários de governança eleitoral.
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    Ênfases partidárias e propostas de emenda constitucional
    (2007) Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
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    Esquerda e direita no Brasil : uma análise conceitual
    (2009) Madeira, Rafael Machado; Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Esquerda e direita no sistema partidário brasileiro : análise de conteúdo de documentos programáticos
    (2013) Tarouco, Gabriela da Silva; Madeira, Rafael Machado
    A ideologia dos partidos políticos brasileiros, recorrentemente apontada como inconsistente, é neste artigo mensurada a partir da análise de conteúdo dos seus documentos programáticos, a partir de uma escala alternativa, elaborada para captar especificidades brasileiras, geralmente negligenciadas na literatura comparada internacional. As posições dos sete principais partidos brasileiros são calculadas na dimensão esquerda-direita e na dimensão conservador-liberal, que são em seguida cruzadas para a formação de um plano bidimensional. Os resultados encontrados são comparados a outras classificações encontradas na literatura sobre o Brasil e indicam a pertinência de mobilizar a posição ideológica dos partidos como variável independente para a compreensão de diversos aspectos do sistema partidário brasileiro
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    Artigo
    Institucionalização partidária no Brasil (1982-2006)
    (2010) Tarouco, Gabriela da Silva
    Discute o conceito de institucionalização que sustenta a avaliação do sistema partidário brasileiro como incipiente, confrontando-o com outras perspectivas. Os requisitos referentes às relações dos partidos com suas bases sociais são questionados como elementos do conceito de institucionalização, com base em argumentos relativos à transformação pela qual os partidos passaram no mundo todo com relação às suas funções originárias. Adotando o critério da persistência dos partidos no tempo e descrevendo a trajetória eleitoral dos partidos brasileiros de 1982 a 2006 em eleições nacionais, propõe-se que a estabilidade dos atuais partidos políticos brasileiros justifica a rejeição do diagnóstico de sistema partidário não institucionalizado.
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    Artigo
    Mensuração de preferências políticas : análise de manifestos partidários
    (2015) Tarouco, Gabriela da Silva; Vieira, Soraia Marcelino; Madeira, Rafael Machado
    A análise de conteúdo é um método para mensurar preferências políticas em geral e de partidos políticos em particular. A técnica permite quantificar e ordenar preferências através da proporção de texto dedicada a cada tema nos documentos programáticos. Na sua versão manual, a análise de conteúdo apresenta várias potencialidades e várias limitações, vivenciadas pelos pesquisadores que a aplicam e apontadas pelos seus críticos. A análise de conteúdo produz uma medida, que pode ser mobilizada como variável em pesquisas de diversas naturezas. Com uma razoável tradição na Europa, o estudo de ênfases programáticas através da análise de conteúdo de manifestos partidários é ainda incipiente no Brasil, o que abre uma vasta agenda de pesquisa, especialmente no que se refere à elaboração de categorias e escalas próprias à realidade brasil
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    Nacionalização partidária no Brasil : análise comparada dos sistemas de 1945-64, 1966-1978 e 1998-2014
    (2018) Peres, Paulo; Conceição, Bruno da Silva; Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o grau de nacionalização partidária no Brasil em termos processuais e comparativos, considerando sua evolução desde 1946 até 2014. O universo do estudo são os sistemas partidários (a) da democracia de 1946-64, (b) do bipartidarismo do regime autoritário de 1965-78 e (c) do multipartidarismo implementado a partir de 1978-79. Para mensurar o grau de nacionalização partidária utilizou-se o Party Nationalization Score [PNS], tendo como base empírica as estatísticas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral referentes à conquista de cadeiras da Câmara dos Deputados e das Assembleias Estaduais. Os resultados mostram que o sistema partidário brasileiro é complexo e abriga desde partidos regionais a partidos com nacionalização baixa e moderada, assim como alguns partidos com nacionalização elevada. Além disso, a evolução dos partidos ao longo dos três sistemas partidários considerados levou à interrupção da nacionalização entre o multipartidarismo de 1945-64 e o bipartidarismo subsequente, assim como favoreceu a continuidade da nacionalização dos dois partidos do regime autoritário no sistema partidário atual.
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    Artigo
    Partidos, programas e o debate sobre esquerda e direita no Brasil
    (2013-03) Tarouco, Gabriela da Silva; Madeira, Rafael Machado; Tribunal Superior Eleitoral
    A identificação da posição ideológica dos partidos é relevante para diversas aplicações em pesquisa, mas no caso do Brasil ainda não foi suficientemente discutida. Este artigo inicia discutindo os conceitos de esquerda e direita a partir de seus elementos constitutivos com o objetivo de identificar as categorias que podem ser usadas na elaboração de uma escala ideológica para classificar os partidos brasileiros. Diversas alternativas metodológicas presentes na literatura são comparadas e a técnica de análise de conteúdo dos documentos programáticos, aplicada na pesquisa, é descrita. As especificidades da esquerda e da direita no Brasil são pontuadas tanto para indicar a inadequação de escalas aplicadas em outros contextos como para propor uma escala ideológica adaptada aos conteúdos de direita e esquerda brasileiros. Os resultados indicam que no que se refere aos conteúdos programáticos, os partidos brasileiros se distinguem menos do que parecem sugerir as classificações correntes, elaboradas majoritariamente a partir da análise de comportamentos parlamentares. A análise identificou diferenças entre os resultados da aplicação da escala e as classificações usuais dos partidos brasileiros. Estas diferenças refletem os diferentes objetos das mensurações correntes e revelam suas limitações. Os partidos brasileiros têm sido classificados de acordo com a sua atuação no legislativo e no governo, enquanto a classificação pela escala das ênfases leva em conta o programa. A contribuição desta análise consiste na discussão da validade das classificações baseadas em comportamento, na sistematização de classificações baseadas em abordagens distintas e na proposição da escala ideológica medida pelas ênfases programáticas.
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    Tese
    PSDB E PT : análise da organização interna dos partidos
    (2017) Silva, Pedro Gustavo de Sousa; Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Aborda a organização interna de PSDB e PT. O objetivo geral da pesquisa consiste em identificar a variação da organização interna dos partidos a partir da experiência de comandar o Poder Executivo nacional. Os objetivos específicos são esses: (1) identificar as mudanças organizacionais no PSDB durante o exercício do governo FHC (1995-2002); (2) identificar as mudanças organizacionais no PT durante o exercício do governo Lula (2003-2010). Cada partido é investigado em duas situações distintas. Na primeira, quando é fundado e está na oposição. Na segunda, quando vence as eleições nacionais e encontra-se na Presidência da República por um período de dois mandatos. Os dois partidos analisados tiveram modelos de origem distintos. As características de origem do PT agregam mais elementos societários, enquanto no PSDB prevalecem aspectos vinculados à esfera governativa. Buscou-se verificar as mudanças ocorridas ao longo do tempo nos seguintes aspectos: 1) distribuição dos recursos no interior do partido; 2) fontes de financiamento; 3) evolução da quantidade de filiados; 4) nível de inclusão dos filiados nos processos decisórios internos; 5) distribuição pelo território nacional do número de filiados, seções locais e representantes eleitos. Dentre os indicadores observados, apenas dois não enveredaram pelo mesmo caminho. Ao fim de oito anos no comando do governo federal, ambos os partidos fortaleceram as estruturas organizacionais.
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    Outro
    Regulação partidária e novos atores da representação política na América Latina
    (2016) Tarouco, Gabriela da Silva; Duque, Débora; Cavalcanti, Renata; Tribunal Superior Eleitoral
    Como varia o papel dos partidos políticos nas novas democracias latino americanas? A incorporação de novos atores legitimados para o exercício da representação política estaria ameaçando o monopólio dos partidos? O trabalho se insere no debate da literatura sobre transformações nos papeis desempenhados pelos partidos políticos para testar a hipótese de que, assim como observado em outras regiões do mundo, na América Latina os partidos políticos vêm dividindo espaço com outros tipos de atores no exercício da representação política. Para testar esta hipótese identificaram-se nas legislações partidárias de 18 países da América Latina a permissão do exercício da representação política por atores não partidários (outros tipos de organizações e indivíduos não vinculados a partidos). A análise compreende o período desde a redemocratização até 2015 e a unidade de análise é a eleição para o legislativo nacional. Os achados incluem a identificação de diferentes trajetórias na regulação da competição pelos países e apenas poucos casos de reformas foram no sentido da ampliação a novos tipos de atores. Conclui-se que na América Latina, pelo menos no nível da formal, não se confirma o diagnóstico de enfraquecimento do monopólio dos partidos políticos na representação.
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    Artigo
    Voto e identificação partidária : os partidos brasileiros e a preferência dos eleitores
    (2011) Paiva, Denise; Tarouco, Gabriela da Silva
    Discute sobre o papel dos partidos na escolha eleitoral no Brasil e tem como objetivo central verificar como a preferência partidária, operacionalizada em termos de uma escala de apreço pelos partidos individualmente, se relaciona com variáveis socioeconômicas e com a decisão do voto. Os resultados indicam que a renda familiar não explica as preferências dos eleitores pelos partidos, que, por sua vez, também não explicam o voto para deputado federal, sugerindo uma confirmação das hipóteses presentes na literatura a respeito do declínio da identificação partidária e da fraqueza dos laços sociais dos partidos com o eleitorado.
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