Costa Rica
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Artigo El derecho electoral costarricense(2013) Romero Pérez, Jose Enrique; Tribunal Superior EleitoralApresenta de forma sumária a estrutura legal eleitoral da Costa Rica. As normas, princípios, fontes, organização e estrutura dos partidos políticos são os aspectos tratados. O artigo, a partir da apresentação desta estrutura legal, aborda criticamente como se dá o acesso ao poder político mediante a atuação das máquinas partidárias e a influência dos empresários num Estado capitalista.Outro El Frente Amplio (FA) de Costa Rica : dilemas de un partido-movimiento que no quiere dejar de serlo(2017) Rosales-Valladares, Rotsay; Tribunal Superior EleitoralEl FA de Costa Rica nace hace 10 años como un partido de ámbito local, inspirado en las luchas sociales contra la privatización del Instituto Costarricense de Electricidad y contra el Tratado de Libre Comercio con Estados Unidos. Son las acciones colectivas contingentes y los movimientos sociales populares quienes se articulan sobre una base social progresista para presentar una propuesta electoral que obtiene en las elecciones nacionales del 2014 un éxito sin precedentes para las izquierdas en este país centroamericano. En la actualidad se debate en consolidar un equilibrio entre su organicidad partidaria y una gran cantidad de movimientos sociales con reivindicaciones específicas difícilmente articulables entre sí.Artigo Elecciones Nacionales Costa Rica 2022 : entre fuerzas políticas tradicionales y fuerzas emergentes(2022) Ovares Sánchez, Carolina; Tribunal Superior EleitoralPresenta un análisis descriptivo de las elecciones presidenciales y legislativas de Costa Rica en 2022. Este proceso electoral se caracterizó por tres situaciones atípicas: desarrollarse en medio de la pandemia por la Covid-19, con la mayor cantidad de candidaturas compitiendo para la primera vuelta, y quedando electo como presidente una figura outsider y de un partido político emergente, como es Rodrigo Chaves Robles y el Partido Progreso Social Democrático. Estos comicios se caracterizaron por un Ejecutivo saliente impopular, una ausencia de vínculos de lealtad partidaria en un alto porcentaje del electorado y, por cuarta vez en la historia política del país, se hace necesario un ballotage para decidir quién ejercerá el cargo de la presidencia del país. En este trabajo se desarrollan elementos que permiten entender y analizar el decimoctavo proceso electoral ininterrumpido en una de las democracias más longevas y consolidadas de la región de América Latina.Artigo Las reelecciones y su límite : periodicidad y alternancia(2013) Pérez Hualde, Alejandro; Tribunal Superior EleitoralTrata da questão da reeleição, seja enquanto método ou fenômeno, especialmente na América Latina. O debate trata dos distintos planos de discussão, também porque existem diferentes níveis de apresentação, seja porque o instituto admite a variação no número de oportunidades como a quantidade de mandatos. Princípios orientadores do instituto relacionados com a democracia e princípios que fundam a república são analisados.Periódico Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 2, n. 1 (2013)(Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 2013) Tribunal Superior EleitoralArtigo Populismo-autoritário de direita? : antielitismo, pluralismo e voto em eleições presidenciais em democracias americanas(2023) Cabrera, Valéria Cabreira; Del Porto, Fabíola Brigante; Tribunal Superior EleitoralA chegada ao poder de governantes com características populistas-autoritárias somente é possível a partir do apoio de eleitores identificados com seus discursos e práticas. Por isso, neste artigo averiguamos o impacto de atitudes em relação a elites políticas, minorias e imigrantes sobre a escolha eleitoral para presidente no Brasil (2018), no Chile (2017), na Costa Rica (2018), no Uruguai (2019) e nos Estados Unidos (2016). Utilizamos dados pós-eleitorais de opinião pública do módulo 5 do Comparative Study of Electoral Systems (CSES). Operacionalizamos as variáveis a partir da construção de escalas de antielitismo e de pluralismo e adotamos a percepção da corrupção como parte do fenômeno de rejeição às elites políticas. Encontramos que o (anti)pluralismo foi um melhor preditor do voto nessas eleições em relação ao antielitismo e à corrupção, sugerindo que a disputa entre valores mais e menos liberais-progressistas esteve no centro do debate político em todos os países estudados.Artigo Sobre o debate : mulher e política(2010) Mateos, Araceli; Tribunal Superior Eleitoral
