Estados Unidos
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Artigo Confronto de gigantes : os debates presidenciais e as buscas dos internautas estadunidenses em 2016(2017) Moraes, Thiago Perez Bernardes de; Tribunal Superior EleitoralAfere se nas eleições americanas de 2016, os debates presidenciais influenciaram os internautas a buscarem mais informações sobre os candidatos. Três hipóteses foram trabalhadas: (I) considerando a grande audiência dos debates, presumivelmente, Trump e Clinton, tiveram a visibilidade aumentada na internet por conta dos debates. (II) é crível que os debates não elevam o interesse dos internautas pelos vices. (III) visto que as pesquisas pós-debate apontaram que Clinton "venceu" os três debates, ela, mais do que Trump, pode ter sua visibilidade aumentada na internet por conta dos debates. Os resultados mostram que ¼ das buscas realizadas pelos internautas por candidatos à presidência podem ser atribuídas como consequência dos debates, o que corrobora a primeira hipótese. Aferiu-se também que não há correlação matemática entre as buscas realizadas pelos debates e a procura pelos candidatos a vice, o que confirma a segunda hipótese. Igualmente, a terceira hipótese foi conjuntamente aderente, ponderando que o efeito do debate (enquanto variável independente) foi levemente mais significante em auxiliar a ascensão das buscas dos internautas pela candidata Hillary Clinton.Artigo A construção do primeiro debate presidencial dos Estados Unidos(2012) Dalenogare Neto, Waldemar; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a série de eventos que tornaram possível a realização do chamado "grande debate de 1960", bem como entender sua contribuição para o resultado final da eleição presidencial entre o senador John Kennedy e o vice-presidente Richard Nixon.Artigo O debate teórico-metodológico na ciência política e o pensamento social e político brasileiro(2012) Moreira, Marcelo SevaybrickerReflete criticamente sobre o lugar usual da teoria política e do pensamento social e político brasileiro no âmbito acadêmico e intelectual da moderna ciência política brasileira. Para isso, realizamos uma breve análise histórica da formação desse campo epistêmico nos Estados Unidos e no Brasil, destacando as semelhanças e diferenças desse processo nos dois países. Argumentamos contra uma visão naturalista e de inclinação positivista que contribui para que a reflexão teórica da política fique apartada da discussão mais empírica. Propomos, destarte, uma ciência política que seja capaz de incorporar a dimensão subjetiva, a cultura política, como parte inerente à prática política do cotidiano, através do conceito de linguagens políticas. Essas linguagens, utilizadas pelos atores políticos, são inevitavelmente compostas de conceitos e valores, conferindo inteligibilidade à realidade política e conformando os interesses dos diversos grupos sociais em disputa.
