Estados Unidos
URI permanente para esta coleçãohttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/9870
Navegar
4 resultados
Resultados da Pesquisa
Artigo O fiel da balança nas eleições presidenciais americanas de 2008 : o que queriam os latinos e o que lhes ofereceram Obama e McCain?(2011) Oliveira, Cloves Luiz Pereira; Barreto, Leonardo; Tribunal Superior EleitoralAtualmente, os Estados Unidos apresentam um perfil demográfico diferente daquele que possuíam nos anos 1960, quando os negros ainda lutavam pelo direito de voto e de compartilhar os mesmos espaços públicos com seus patrícios brancos. O que se observa é uma sociedade cada vez menos branca, devido às imigrações e ao aumento dos casamentos inter-raciais. Em razão do crescimento dos chamados 'latinos' nos últimos anos na sociedade americana, o voto deste grupo ganhou importância no jogo político, ao ponto de poder se tornar o fiel da balança nas eleições nacionais. A importância dos latinos neste contexto que cerca as eleições presidenciais americanas de 2008, que colocou frente a frente o senador democrata Barack Obama e o senador republicano John McCain, se deveu, de um lado, ao fato de que esse eleitor não demonstrava compromissos históricos rígidos com nenhum partido, como os negros possuiam; de outro lado, ao fato do eleitorado se concentrar em cinco estados onde seu voto poderia ser decisivo para conceder a vitória aos democratas ou republicanos no colégio eleitoral. Com base em resultados de surveys, análise da cobertura da imprensa e em estudos sobre o comportamento político segundo raça nos USA, este artigo avaliou, antes do desfecho desta histórica eleição, o peso político do voto latino na corrida eleitoral, observando a agenda deste grupo e o que lhes ofereciam Obama e McCain.Outro Mobilização cognitiva e perfis eleitorais na América Latina(2016) Gimenes, Éder Rodrigo; Borba, Julian; Tribunal Superior EleitoralAnalisa dados decorrentes da onda de 2012 do Latin American Public Opinion Project (LAPOP) para um conjunto de 21 países latino-americanos e para os Estados Unidos, de modo que os resultados de regressões binárias apontaram efeitos distintos [a] dos perfis de eleitores sobre a posição churchilliana e também sobre as dimensões procedimentais da democracia definidas por Fuks et al (2016) como "adesão aos procedimentos de escolha", "adesão normativa ao voto", "adesão à participação de todos" e "adesão ao princípio da representação" e [b] quando comparados América Latina e Estados Unidos. Nesse sentido, as conclusões apontam a necessidade de aprofundamento desta agenda de pesquisa ao menos no que tange a três pontos: [1] verificar a limitação da capacidade explicativa da tese do apartidarismo sobre aspectos procedimentais da adesão à democracia; [2] verificar a relação existente entre os recursos individuais testados (mobilização cognitiva combinada com simpatia partidária) sobre medidas valorativas de adesão à democracia, como igualitarismo e tolerância, por exemplo; e [3] testar a relação hierárquica entre variáveis individuais e de contexto sobre o apoio ao regime.Artigo América Latina : política externa e opinião pública(1995) Turner, Frederick C.Quais são os constragimentos à influência da opinião pública dos Estados Unidos, no sentido de definir a política externa para a América Latina? A opinião pública latino-americana pode moldar a política externa dos Estados Unidos? Este artigo apresenta os refereciais de opinião americanos, e indica os graus de interesse na América Latina desde o final dos anos 30.Artigo As conseqüências políticas e econômicas das crises entre Executivo e Legislativo(2004) Pérez-Liñán, Anibal S.Boa parte das análises recentes do presidencialismo baseiam-se no pressuposto de que o confronto entre executivo e legislativo cria condições simultâneas para a estabilidade das políticas e para o rompimento do regime. Neste trabalho, mostro que há uma tensão lógica inerente entre essas duas predições e que elas se baseiam em pressupostos contraditórios. Em seguida, desenvolvo um modelo de impasse executivo-legislativo e sustento que a instabilidade do regime é mais provável quando atores partidários são unilateralmente impacientes, quando o desenho institucional é inclinado a favor de um partido e quando o número de partidos é maior. Na terceira seção, testo as predições do modelo usando dados de cortes transversais em séries no tempo para dezenove países do hemisfério ocidental entre 1950 e 2000. Por fim, discuto como essa abordagem ilumina alguns enigmas empíricos, como a sobrevivência histórica do presidencialismo americano e os baixos níveis de instabilidade do regime criados por impasses executivo-legislativo na América Latina na década de 1990.
