América Latina

URI permanente para esta coleçãohttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/9869

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Mobilização cognitiva e apartidarismo : a relação dos eleitores com os partidos políticos na América Latina (2006-2014)
    (2015) Gimenes, Éder Rodrigo; Tribunal Superior Eleitoral
    Há algumas décadas diversos autores têm destacado o afastamento dos eleitores com relação aos partidos políticos em democracias consolidadas. Tal fenômeno decorreria de alterações nas funções desempenhadas e nas relações estabelecidas pelos partidos, assim como por avanços nos níveis de educação e de acesso à informação por parte do eleitorado, dentre outras razões. Enquanto em tais países a discussão gira em torno das consequências do desalinhamento partidário sobre o regime, em jovens democracias, como é o caso da maioria dos países da América Latina, prevalece o dissenso acerca da existência ou não do referido afastamento. Considerada a essencialidade dos partidos políticos ao funcionamento da democracia e o processo de estabelecimento da legitimidade e da consolidação democráticas nos países da região, o objetivo deste paper é verificar a existência do desalinhamento partidário na América Latina, bem como as alterações nos eleitorados nacionais e da região a partir do modelo da mobilização cognitiva. Para tanto, analiso dados oriundos de pesquisas de opinião pública do Latin American Public Opinion Project (LAPOP), coletados entre os anos de 2004 e 2014.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Mobilização cognitiva e perfis eleitorais na América Latina
    (2016) Gimenes, Éder Rodrigo; Borba, Julian; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa dados decorrentes da onda de 2012 do Latin American Public Opinion Project (LAPOP) para um conjunto de 21 países latino-americanos e para os Estados Unidos, de modo que os resultados de regressões binárias apontaram efeitos distintos [a] dos perfis de eleitores sobre a posição churchilliana e também sobre as dimensões procedimentais da democracia definidas por Fuks et al (2016) como "adesão aos procedimentos de escolha", "adesão normativa ao voto", "adesão à participação de todos" e "adesão ao princípio da representação" e [b] quando comparados América Latina e Estados Unidos. Nesse sentido, as conclusões apontam a necessidade de aprofundamento desta agenda de pesquisa ao menos no que tange a três pontos: [1] verificar a limitação da capacidade explicativa da tese do apartidarismo sobre aspectos procedimentais da adesão à democracia; [2] verificar a relação existente entre os recursos individuais testados (mobilização cognitiva combinada com simpatia partidária) sobre medidas valorativas de adesão à democracia, como igualitarismo e tolerância, por exemplo; e [3] testar a relação hierárquica entre variáveis individuais e de contexto sobre o apoio ao regime.