América Latina

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    Outro
    A crítica da razão populista : bonapartismo e democracia nos governos "pós-neoliberais" latino-americanos?
    (2014) Rojas, Gonzalo Adrián; Tribunal Superior Eleitoral
    Realiza um debate no campo da teoria política que permita uma análise dos processos políticos latino-americanos focando em conceitos como populismo, bonapartismo e democracia. Os governos de quatro países durante o período denominado "pós-neoliberal" serviram de exemplo: Argentina nas presidências dos Kirchner, Brasil na de Lula, Bolívia na de Morales e Venezuela na de Chávez. Isto tem relevância em dois sentidos: em termos teóricos permite uma adequada conceptualização, na medida que esses conceitos ao ser utilizados de forma geral perdem valor explicativo e em termos de análise político e política comparada já que permite caracterizar melhor estes governos e com uma adequada conceptualização aprofundamos o entendimento destes processos políticos, marcando rupturas e continuidades em relação ao período anterior nos países e comparando entre eles. Nesta perspectiva os conceitos entregam elementos para entender as relações entre classes, frações de classes, governo e Estado que caracterizam de forma especifica cada um destes governos e suas inter-relações no cenário global.
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    Artigo
    Democracias liberal e iliberal na América Latina
    (2009) Smith, Peter H.; Ziegler, Melissa R.
    Examina a incidência da democracia liberal e iliberal na América Latina, de 1978 a 2004. Demonstra, em primeiro lugar, que a democracia iliberal - que combina eleições livres e justas com limitações sistemáticas aos direitos dos cidadãos - tornou-se a regra em toda a região. Em segundo lugar, mostra que as transições de regimes quase sempre levaram à variante iliberal da democracia. Terceiro, a análise logit de eventos raros revela que duas variáveis - hiperinflanção e eleições presidenciais - tiveram um impacto considerável sobre o movimento na direção de uma democracia mais plena. Como uma espécie de choque econômico de curto prazo, a hiperinflação produziu uma insatisfação generalizada; nessas circunstâncias, uma vez chegada a chance de votar, os cidadãos elegeram candidatos reformistas que, tão logo no poder, removeram obstáculos ao exercício de direitos civis. Um tal cenário aumenta substancialmente a probabilidade da transição da democracia iliberal para a democracia liberal.
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    Artigo
    Para pensar a confiança e a cultura política na América Latina
    (2004) Lopes, Denise Mercedes Nuñez Nascimento
    Identifica os determinantes de confiança política e sua relação com o apoio ao regime nos países latino-americanos de tradição democrática relativamente recente. A partir dos dados do Latinobarômetro de 1996, a autora analisa hipóteses explicativas em uma amostra de cinco países: Argentina, Brasil, Costa Rica, Colômbia e Chile. Os resultados apontam como principais determinantes da confiança nas instituições políticas: a preferência pela democracia em oposição ao autoritarismo, as visões sobre a economia e satisfação com o governo, o otimismo em relação ao futuro do país e do núcleo familiar e o interesse pela política.
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    Artigo
    Governança eleitoral na América Latina : dispositivos constitucionais comparados
    (2012) Pereira, Manuela de Souza
    Na América Latina são variados os métodos utilizados para a administração e o controle do processo eleitoral. Este artigo se propõe a analisar os dispositivos constitucionais dos países da América Latina referentes aos seus órgãos eleitorais, à luz do conceito de governança eleitoral. Entre os países da América Latina serão analisados Brasil, Costa Rica, Uruguai, Paraguai e Argentina.
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    Artigo
    Geografia eleitoral em foco
    (2012) Terron, Sonia Luiza
    Aborda o crescente interesse pela geografia eleitoral no Brasil e na América Latina, pontua brevemente sua trajetória histórico-conceitual, desde as origens na geografia francesa, e apresenta a análise espacial como método, resumindo as funções de algumas ferramentas úteis e disponíveis para o cientista social.
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    Artigo
    O (neo) populismo como estratégia de comunicação política
    (2014) Nervo, Alexandre Antônio
    A referência à prática do populismo e de sua atualização conceitual, o neopopulismo, se faz recorrente, na atualidade, nos pronunciamentos e discussões políticas, no âmbito da América Latina, tanto quanto no restante do mundo. Os líderes latino-americanos, identificados com estratégias de comunicação populistas, comungam a busca pela diferenciação pessoal, no que diz respeito aos padrões políticos considerados como convencionais em seus respectivos contextos regionais. A pretensa sensação de contato direto com o povo é a premissa central que os une, sob a perspectiva de uma prática política comum. O presente artigo discute a centralidade que a repercussão midiática adquire, no delineamento dos perfis políticos de orientação populista, no continente latino-americano. As estratégias de comunicação populista constituem-se, dessa maneira, em elementos basilares para a interação entre a esfera do poder e o âmbito da cidadania.
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    Periódico
    Estudos eleitorais : vol. 6, n. 1 (jan./abr. 2011)
    (Tribunal Superior Eleitoral, 2011)