América Latina

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    Artigo
    Las olas progresistas en América Latina (1989-2015 y 2015-2022) y la respuesta conservadora en la región
    (2022) Apolinar Navarro, Adriana; Moreno Velador, Octavio Humberto; Sánchez Espinozza, Francisco; Tribunal Superior Eleitoral
    Contrariamente a las visiones que plantean tanto un final de ciclo progresista como la existencia de un bloque autoritario-populista de izquierda en América Latina, sostenemos lo que se ha observado en los últimos veinte años es la persistencia de movimientos sociopolíticos vinculados a partidos y gobiernos progresistas de carácter posneoliberal, los cuales han mantenido un notable éxito electoral en el mediano plazo. Así mismo, el progresismo ha experimentado dos grandes oleadas a nivel regional mediadas por una contraoleada de fuerzas de centroderecha y extrema derecha en la región, y si bien ha sufrido reveses, han sido los menos derivados de procesos electorales y los más importantes se pueden atribuir a golpes institucionales o acciones de guerra legal (lawfare). Con base en análisis estadístico descriptivo y comparación de los resultados electorales por poderes ejecutivos federales entre 1989 y 2022, se puede observar al progresismo como una tendencia vigente en la región.
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    Outro
    O retorno da direita na América Latina : estratégias institucionais e neogolpismo
    (2017) Coelho, André Luiz; Monteiro, Leonardo Valente; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a nova onda de ascensão de forças conservadoras de direita nos países da América Latina, ascensão esta tanto por vias eleitorais, mas especialmente por golpes parlamentares ou judiciais, amparados por conjunturas regionais e globais que facilitaram suas execuções. Após quase uma década de prevalência de governos de orientação progressista na região, a partir de 2009, após a crise econômica mundial e o reposicionamento da política externa norte-americana para a América Latina, observou-se que as forças de oposição conservadoras foram se reorganizando gradativamente e reconquistando terreno em vários países, especialmente em eleições legislativas. Tais resultados criaram uma expectativa entre essas forças de que uma nova transição regional, dessa vez do progressismo para a centro-direita neoliberal, aconteceria pela via eleitoral na leva seguinte das eleições presidenciais. Tal fato, no entanto, não se confirmou. À exceção da Argentina, onde a vitória aconteceu nas urnas, em países como Peru, Chile, Venezuela, Uruguai e Brasil, apesar do crescimento das forças de oposição, os governos progressistas fizeram seus sucessores ou reelegeram seus presidentes, muitos deles em eleições apertadas. Em Honduras, no Paraguai e no Brasil, contudo, as vitórias eleitorais das forças progressistas não foram suficientes para sua permanência no poder.