América Latina

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    Artificial intelligence and information integrity : Latin American experiences
    (International Institute for Democracy and Electoral Assistance (International IDEA), 2025) Becker Castellaro, Sebastian; Carvalho, Mariana; Fernandez Gibaja, Alberto; Grassi, Amaro; Hammar, Cecilia; Muller, Juliane; Pereira, Laura; Piaia, Victor; Ruediger, Marco Aurélio; Tribunal Superior Eleitoral
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    Periódico
    Estudos eleitorais : vol. 18, n. 1 (jan./jun. 2024)
    (Tribunal Superior Eleitoral, 2025) Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Os mandatos da antipolítica : líderes políticos digitais e a representação política na América Latina
    (2023) Silva, Joscimar Souza; Tribunal Superior Eleitoral
    Na última década (2010-2020), novas lideranças políticas se candidataram a cargos públicos convertendo a visibilidade nas mídias sociais digitais em representação política. Este artigo analisa a interação entre lideranças políticas digitais e seus seguidores durante seus mandatos. A partir da mineração de dados, foram estudados os casos de Kim Kataguiri, Joyce Hasselmann (Brasil) e Samuel Garcia (México). Os resultados apontam que essas lideranças mantêm o discurso antissistema e o forte personalismo político nos espaços onde atuam. Em seguida é discutido esse novo tipo de representante político no conturbado contexto de acirramento da crise de representação e de aumento da população conectada às mídias sociais digitais.
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    Artigo
    Twitter como espaço para comunicação governamental? As falsas promessas dos presidentes na América Latina
    (2019) Ponce, Matías; Tribunal Superior Eleitoral
    Explica o uso que presidentes e ex-presidentes latinoamericanos fazem do Twitter, empregando o estudo de caso como modelo para refutar as teorias que apontam as redes sociais como espaço para melhorar a interação entre cidadãos e atores políticos. A metodologia se baseia na análise quantitativa de uso das redes sociais por 17 presidentes e ex-presidentes em 2017. O uso das redes sociais por atores políticos reproduz os paradigmas clássicos da comunicação política sutentados por um ator central que transmite conteúdo em massa e não interage diretamente com os cidadãos. Existe, porém uma lacuna a preencher sobre o que os governos entendem por Twitter e o uso que fazem dele. O artigo explora e identifica padrões de comportamento e de uso do Twitter por atores políticos e serve de base para futuras investigações no campo. Esta pesquisa é realizada dez anos após a definição de Karpf (2009) de política 2.0, que introduziu o uso do termo considerando a participação de atores políticos nas redes sociais, o que reduziu custos e facilitou a comunicação entre os cidadãos e seus governantes, com informação abundante e a promessa de maior participação e interação entre as instituições políticas e a população.