América do Sul

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    Artigo
    Populismo-autoritário de direita? : antielitismo, pluralismo e voto em eleições presidenciais em democracias americanas
    (2023) Cabrera, Valéria Cabreira; Del Porto, Fabíola Brigante; Tribunal Superior Eleitoral
    A chegada ao poder de governantes com características populistas-autoritárias somente é possível a partir do apoio de eleitores identificados com seus discursos e práticas. Por isso, neste artigo averiguamos o impacto de atitudes em relação a elites políticas, minorias e imigrantes sobre a escolha eleitoral para presidente no Brasil (2018), no Chile (2017), na Costa Rica (2018), no Uruguai (2019) e nos Estados Unidos (2016). Utilizamos dados pós-eleitorais de opinião pública do módulo 5 do Comparative Study of Electoral Systems (CSES). Operacionalizamos as variáveis a partir da construção de escalas de antielitismo e de pluralismo e adotamos a percepção da corrupção como parte do fenômeno de rejeição às elites políticas. Encontramos que o (anti)pluralismo foi um melhor preditor do voto nessas eleições em relação ao antielitismo e à corrupção, sugerindo que a disputa entre valores mais e menos liberais-progressistas esteve no centro do debate político em todos os países estudados.
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    Artigo
    Análise multinível do populismo argentino nas eleições de 2019
    (2022) Lucca, Juan Bautista; Tribunal Superior Eleitoral
    Nas eleições argentinas de 2019, a disputa política se mostrou polarizada entre a Argentina peronista de Alberto Fernández e Cristina Fernández de Kirchner, e a nova Argentina de Cambiemos, que havia sido inaugurada em 2015 por Mauricio Macri. Ambas as forças se configuraram sob uma apelação radical a um fiel eleitorado, ancorado em um discurso populista que, por um lado, reforçava a figura de seus líderes como os únicos capazes de encontrar o caminho regenerativo diante da crise, e, por outro, mostrava seu adversário como um equívoco político sem futuro. Neste artigo, a lógica do fenômeno populista pode ser observada, em termos territoriais, em ao menos dois itinerários: 1) no eixo horizontal ou dentro de uma unidade subnacional; 2) no eixo vertical, no qual a distinção populista nacional transborda sobre a dinâmica provincial. Portanto, observaremos o primeiro itinerário à luz das eleições separadas para governador; e o segundo, nas eleições unificadas para nação e província.
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    Periódico
    Revista populus : n. 14 (jun. 2023)
    (Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, 2023) Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    América Latina erupciona : Perú gira al populismo
    (2021) Muñoz, Paula; Tribunal Superior Eleitoral
    En las elecciones presidenciales de Perú de 2021, votantes insatisfechos y descontentos apoyaron al outsider antisistema Pedro Castillo y a Keiko Fujimori. Las elecciones de 2021 reflejan la persistencia de tendencias que durante mucho tiempo han caracterizado al sistema político de Perú, sobre todo la extrema debilidad de los partidos políticos del país. A estas tendencias se sumó una crisis compleja de dimensiones políticas, económicas y de salud pública, aumentando aún más el descontento de la ciudadanía, la fragmentación política y la prominencia de las brechas regionales y socioeconómicas preexistentes. Todo esto llevó a las y los votantes a considerar opciones más radicales en las urnas; a esto le siguió una segunda vuelta entre candidaturas de dudosas credenciales democráticas que polarizó profundamente a la sociedad. En medio de la polarización y las acusaciones infundadas de fraude por parte del partido Fuerza Popular de Keiko Fujimori, las perspectivas para la democracia en Perú parecen sombrías.
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    Artigo
    Democracia civico-militar o las tentaciones del poder
    (1999) Lucena, Tibisay; Tribunal Superior Eleitoral
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    Outro
    A social-democracia do MAS : nem revolução, nem populismo na Bolívia
    (2010) Reis, Guilherme Simões; Tribunal Superior Eleitoral
    O partido MAS, que governa a Bolívia e é liderado pelo presidente Evo Morales, geralmente é classificado como populista ou como revolucionário. Este artigo contesta ambos os diagnósticos, e sustenta que o MAS é um partido socialdemocrata. Tanto em sua gênese, como em seu comportamento na oposição, como em suas políticas no governo, o MAS apresenta todas as características necessárias para ser classificado como um representante da social-democracia. Uma análise institucional mostra que não procedem as acusações de que é antissistema e contrário à democracia. Além disso, tanto em sua origem fortemente sindical como no tipo de mudança que introduziu na política do país, ele se assemelha historicamente a outros partidos social-democratas. Por fim, adota no governo políticas alinhadas com aquelas consideradas como social-democráticas no atual contexto de integração dos mercados globais.
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    Artigo
    Imagem pública política : o último populismo de Chávez
    (2014) Baptista, Érica Anita; Passos, Mariana Rezende dos; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca compreender como se deu a construção da imagem pública política de Hugo Chávez para que o conceito de neopopulismo fosse atribuído ao governo chavista. O período analisado compreende a eleição presidencial de 2012 na Venezuela. As hipóteses iniciais, confirmadas pela análise, indicavam, principalmente, a existência de uma ênfase estratégica no populismo de Chávez na eleição de 2012 e, ainda, sinalizavam não apenas a existência do voto personalista, mas também a opção do voto retrospectivo em Chávez.
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    Artigo
    A insatisfação política e a ascensão do autoritarismo-populista : uma análise da América do Sul e da Europa
    (2020) Castro, Henrique Carlos de Oliveira de; Santos, Débora de Oliveira; Beal, Luana Isabelle; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa se o aumento da insatisfação política explica o crescimento do apoio político ao autoritarismo-populista na América do Sul e na Europa. A hipótese é que um ambiente de insatisfação política explica o fenômeno. Analisam-se os casos da Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Espanha e Holanda. Foram utilizados dados do World Values Survey e dos resultados eleitorais de 2005 a 2019. Verificou-se que há uma desconexão entre o apoio à democracia e a insatisfação com o seu desempenho, o que favorece, em alguns casos, o crescimento do autoritarismo-populista. Além disso, os eleitores desses atores são os mais insatisfeitos. Porém, a hipótese é parcialmente confirmada, já que a insatisfação é insuficiente para explicar todos os casos, sendo outros fatores, como o conflito de valores e a cultura política, mais pertinentes.
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    Outro
    People against the elite? Jair Bolsonaro's presidential campaign
    (2018) Chueri, Juliana; Tribunal Superior Eleitoral
    It aims to identify and characterize the populist rhetoric of Jair Bolsonaro, candidate for the Brazilian presidency in the October 2018 election. Applying the methodology proposed by Rooduijn and Pauwels (2011), I analyze the candidate's personal tweets from 5 May 2018 to 5 September 2018. The conclusion is that populism is an important element of Bolsonaro's rhetoric. First, he attacks political elites, accuses them of corruption, and blames them for the economic and political crises. Second, he appeals to the Brazilian people and claims to be the only candidate who will govern in their interest. Nevertheless, the construction of 'us', 'the people' is drawn in an exclusionary manner: he denies the existence of class, race, and gender conflicts; opposes minority rights; and does not present initiatives for social inclusion. Therefore, Bolsonaro detaches from Latin American inclusionary populism and shows similarities to Western European exclusionary populism. This fact is also illustrated by the radical aspect of his rhetoric: law and order are highly salient in his discourse, the second most frequent topic of his tweets. Finally, Bolsonaro embraces the free market economy, but as with other populist politicians, distributive issues have very limited space in his discourse.
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    Outro
    Análise da deturpação da democracia liberal com o populismo boliviano entre os anos 2000-2015
    (2020) Vaquera, Ana Carol Aldapi; Tribunal Superior Eleitoral
    Estuda o sistema político boliviano - de formação colonial, estruturada por uma oligarquia branca e segregacionista que fortalece a condição dependente e periférico do país - para compreender o momento de crise do velho sistema e a instauração da democracia populista num mesmo sistema democrático liberal. Desde os anos 2000, a Bolívia tem passado por um processo de reivindicação do sistema político, no qual novos atores surgem desde os movimentos sociais. Não obstante, este cenário foi aproveitado por um outsider da política boliviana: Evo Morales, que foi Presidente desde 2005. Evo Morales surge como figura autoritária, demagógica, paternalista, personalista e se adjudica ser o precursor do processo de reivindicação com um discurso contrário ao sistema anterior. Ao cooptar o sistema de representação, Evo Morales estabelece uma democracia populista. Desta forma, o populismo boliviano se aproxima de um parâmetro democrático liberal que terminará consolidando aliança com a velha burguesia oligárquica do país.