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    Entre a amizade, a proibição e clandestinidade : o Partido Nazista no Brasil e as relações com o governo de Getúlio Vargas
    (2013) Dietrich, Ana Maria; Tribunal Superior Eleitoral
    O Partido Nazista no Brasil, filial da Organização do Partido Nazista no Exterior de Berlim, estabeleceu suas bases nesse País entre 1928 e 1938, quando foi proibido por decreto-lei federal que proibia toda a sorte de atividades políticas estrangeiras. Durante 10 anos, momento crucial dentro da História Republicana Brasileira atravessado por momentos como a Revolução de 1930, Revolução comunista de 1935 e Golpe do Estado Novo de 1937, o partido desempenhou livremente suas atividades desde a propaganda política entre os contemporâneos alemães com jornais e estações de rádio passando pelo estabelecimento de diversas instituições nazificadas, como a Juventude Nazista, a Associação de Mulheres Nazistas e a Frente de Trabalho Alemã. Nessa comunicação, ficaremos atentos, no entanto, às relações diplomáticas e políticas estabelecidas entre o então presidente Getúlio Vargas e a Alemanha nazista de Adolf Hitler, destacando o que consideramos serem os três momentos chaves dessa relação: o primeiro caracterizado pelas relações cordiais de amizade entre os dois países, o segundo pela proibição e conseqüente estremecimento de tais relações e por último, o estabelecimento de uma possível clandestinidade após a proibição com uso de nomes fantasias.
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    Artigo
    A mobilização estudantil no processo de radicalização política durante o Marcelismo
    (2013) Accornero, Guya; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o papel do movimento estudantil no processo de mobilização social e radicalização política que caracterizou os últimos anos do Estado Novo e que antecipou a queda do regime e o processo revolucionário. Durante muito tempo, os estudos sobre o movimento estudantil consideraram a crise de 1969 como o episódio mais saliente nos últimos anos do regime. Entretanto, análises mais recentes têm chamado a atenção para o fenómeno de intensa mobilização e radicalização política que caracterizou o meio universitário, sobretudo a partir do início do anos 70, sob a influência das novas organizações de extrema esquerda, e que antecipou muitas das reivindicações e do próprio repertório de contestação na base do processo revolucionário que se seguiu.