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Resultados da Pesquisa
Periódico Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 14, n. 4 (2025)(Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 2025) Tribunal Superior EleitoralArtigo Reviewing the summit for democracy from a participating country perspective : a brief from the Supporting Team Europe Democracy (STED) Project(International Institute for Democracy and Electoral Assistance (International IDEA), 2023) Paus, Nicolay; Tribunal Superior EleitoralArtigo Propaganda eleitoral digital no direito comparado : um mapeamento de desafios e soluções(2023) Cruz, Francisco Brito; Cintra, Anna Martha; Tribunal Superior EleitoralTem como objetivo explorar estruturas regulatórias eficazes para a propaganda eleitoral no ambiente digital em expansão. Ao analisar a evolução histórica da publicidade política e examinar diversas abordagens regulatórias, incluindo o Digital Services Act na União Europeia, o Federal Election Campaign Act nos Estados Unidos e a Lei Eleitoral Brasileira, a pesquisa identifica desafios e discute as soluções experimentadas pelas jurisdições para garantir transparência e equidade nas comunicações políticas digitais.Artigo Algoritmos y derecho electoral(2020) Linera, Miguel Ángel Presno; Tribunal Superior EleitoralSe analiza la configuración algorítmica de los procesos electorales y la especial influencia que tiene en esos procesos la moderna computación. El estudio se centra en el Derecho electoral español e incluye también referencias al Derecho electoral de Estados Unidos.Outro "Americanização" da representação política virtual? Um estudo comparado das estratégias de comunicação digital por parlamentares de diferentes sistemas políticos(2015) Braga, Sérgio Soares; Rocha, Leonardo Caetano da; Vieira, Fabrícia Almeida; Tribunal Superior EleitoralApresenta os resultados de um estudo comparativo entre a apropriação de tecnologias e práticas de e-democracia por deputados dos Estados Unidos, Brasil, Bélgica, Espanha e Reino Unido. A metodologia é uma análise da frequência, intensidade e tipo de uso dos sites, assim como diferentes redes sociais (especialmente Facebook, Twitter e YouTube) por parte dos parlamentares desses cinco países, associando este uso com o perfil de representação institucional e parlamentar das casas legislativas. A hipótese básica é que existem diferentes modelos de representação política virtual e estratégias de comunicação digital que variam de acordo com as características dos diferentes sistemas políticos e com os diferentes perfis sociais de parlamentares, que impedem a reprodução do padrão mediano de utilização das tecnologias digitais pelas elites parlamentares dos EUA em contexto sociopolíticos diferentes, não se concretizando portanto a tendência à "americanização" da representação política ao menos da maneira linear postulada por alguns autores.Artigo Populismo de esquerda versus populismo de direita no início do século XXI : o conflito político nos EUA, Inglaterra, França e Alemanha(2018) Rodriguês, Theófilo Machado; Tribunal Superior EleitoralCom a publicação, em 2005, de A razão populista, Ernesto Laclau trouxe o tema do populismo de volta para a agenda da teoria política. Mas o tema não ficou circunscrito somente aos debates teóricos. Nesse início de século assistimos ao crescimento de uma miríade de forças eleitorais que articulam a política sob o método do populismo. Essa forma de articulação de demandas e reivindicações ocorre tanto à direita quanto à esquerda do espectro ideológico. Tendo como suporte analítico o conceito de populismo de Laclau, o presente artigo investiga as recentes investidas eleitorais que atuam sob essa forma em quatro países: Estados Unidos, Inglaterra, França e Alemanha. A primeira seção é dedicada ao conceito de populismo em Laclau. A segunda seção observa o processo eleitoral estadunidense de 2016 com a pré-candidatura de Bernie Sanders e a vitória de Donald Trump. Na terceira parte é analisada a ascensão de Jeremy Corbyn no Partido Trabalhista britânico e de seu oposto, Nigel Farage, do UKIP. Na quarta, foram comparados os extremos que se apresentaram para a eleição presidencial francesa de 2017: Marine Le Pen, da Frente Nacional; e Jean-Luc Mélenchon, da antiga Front de Gauche, atual France Insoumise. Por fim, observa-se o crescimento do Die Linke e da AfD na Alemanha. A hipótese apresentada é a de que o conceito de populismo formulado por Ernesto Laclau e reafirmado por ChantalMouffe possui validade explicativa não apenas para países da América Latina, como já vem ressaltando uma parcela da literatura, mas também para os países do "norte".Artigo Populismo e fake news na era da pós-verdade : comparações entre Estados Unidos, Hungria e Brasil(2020) Bernardi, Ana Julia Bonzanini; Costa, Andressa Liegi Vieira; Tribunal Superior EleitoralInvestiga a cultura política e o uso de fake news nas campanhas/governos desses líderes populistas no Brasil, nos EUA e na Hungria. Primeiramente, discute o histórico político de cada país, bem como o perfil de seus governantes e o uso de fake news. Em seguida, alia a opinião pública e a cultura política da população presentes nos dois últimos anos eleitorais em cada país. Na terceira e última parte, faz comparações entre esses três países, observando mudanças no cenário político digital a partir dos índices do V-Dem Institute (Varieties of Democracy) de 2019.Outro Putin e Trump : a sombra autoritária e a sombra populista na crise da democracia contemporânea(2017) Finguerut, Ariel; Oliveira, Thayris de; Tribunal Superior EleitoralApresenta uma comparação, de forma exploratória e introdutória, entre a Rússia contemporânea de Vladimir V. Putin com os Estados Unidos da América (EUA) de Donald J. Trump. Dessa maneira, discute possíveis afinidades e diferenças entre os dois governantes, bem como a relação entre suas posições, estilos políticos e um quadro geopolítico mais amplo que projeta estas duas grandes potências no século XXI.Artigo Voto facultativo no Brasil : uma possibilidade : abordagem Brasil, França e Estados Unidos(2017) Carvalho, Jeferson Moreira de; Reis, Marisa Amaro dos; Siqueira Júnior, Paulo Hamilton; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a obrigatoriedade do voto no Brasil, com abordagem desse sistema e de dois países onde o exercício do voto é facultativo - França e Estados Unidos -, de modo a fundamentar a possibilidade e a necessidade de adoção da facultatividade do voto no sistema eleitoral brasileiro. Realizada análise da legislação pertinente e levantamento de dados relativos à participação dos eleitores nos pleitos, bem como análise e desconstrução de argumentos contrários ao voto facultativo. Por fim, a conclusão pela possibilidade de alteração constitucional que torne o exercício desse direito uma escolha do cidadão.Artigo Participação política no Brasil no século XXI : mudanças e continuidades(2012) Castro, Henrique Carlos de Oliveira de; Reis, Fernanda TeixeiraAvalia a relação entre as mudanças ocorridas nos canais de participação política dos brasileiros nos últimos 15 anos e a alegada apatia política nacional. A análise pretende elevar a mera discussão sobre correntes teórico-metodológicas dentro do estudo da participação política e cultura política participativa através do exame de como os indivíduos se orientam e agem dentro da arena estatal como um fator explicativo das dinâmicas sociais. Para tal, utilizou-se da análise de dados empíricos obtidos na pesquisa quantitativa sobre Cultura Política World Values Survey (WVS). Primeiramente, identificou-se os canais mais utilizados à participação política dos brasileiros buscando verificar se há ou não uma tendência à apatia, bem como as mudanças na participação política no Brasil nos últimos 15 anos. Posteriormente, avaliou-se a existência de um padrão semelhante na participação política em outros dois países selecionados - Estados Unidos e França - através de um estudo comparativo. Por fim, conclui-se que houve grandes mudanças nos canais participativos dos brasileiros nestes 15 anos: há uma tendência dos cidadãos participarem mais de instituições não ligadas à sociedade política. O brasileiro não é apático politicamente, e sim os canais governamentais não oferecem atrativos a sua participação, seguindo a mesma tendência nos dois países em questão.
