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Outro Citizens' perceptions of democratic participation in Sudan(International Institute for Democracy and Electoral Assistance (International IDEA), 2022) Elshabik, Mohamed; Tribunal Superior EleitoralOutro Citizen participation in local governance in Africa(International Institute for Democracy and Electoral Assistance (International IDEA), 2023) Ngunjiri, Margaret Wanjiku; Tribunal Superior EleitoralPeriódico Revista populus : n. 13 (dez. 2022)(Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, 2022) Tribunal Superior EleitoralArtigo Apoio à democracia e satisfação individual : uma análise comparada entre Argentina e Brasil(2022) Rodrigues, Mozara de Souza; Tribunal Superior EleitoralO objetivo do presente artigo é analisar quais fatores influenciam o apoio à democracia por parte dos cidadãos, ao mesmo tempo que se evidencia as semelhanças e/ou diferenças do contexto político e democrático da Argentina e do Brasil. Com isso, procura-se entender se quanto maior for a satisfação individual - não apenas em um nível econômico, mas amplo, levando em consideração diversos aspectos da vida de uma pessoa em uma democracia -, maior será o apoio ao regime, ou seja, quanto menor essa satisfação, menor será o apoio à democracia. A pesquisa utiliza o método comparado em conjunto com uma técnica estatística para submeter as hipóteses a comprovações e falsificações. O período de tempo escolhido é de 2005 a 2020, que permite uma comparação eficaz e com maior abrangência levando em consideração diferentes fatores que podem explicar o apoio democrático. A partir da literatura, foram definidas as variáveis explicativas que serão coletadas dos relatórios anuais do Latinobarómetro. A análise dos dados será realizada através do software R 4.2, com a criação de um modelo de regressão linear para ser feita uma análise exploratória no método de regressão stepwise. Os modelos de regressão linear elaborados apontam que as variáveis menos explicativas são a satisfação econômica - um fator muito relevante a ser considerado, pois uma grande parte da literatura aponta essa variável como a mais importante para explicar o apoio à democracia -, "Quão justa é a distribuição de renda?" e a aprovação do presidente. As mais explicativas são a satisfação com a democracia e "país" - que apresenta forte associação com o fato de não ser Brasil. Diante da discussão realizada ao longo do artigo, procura-se contribuir para o debate que busca retomar as discussões sobre participação popular e igualdade de modo a construir um conceito substantivo de democracia.Artigo Sondagens de opinião pública em Espanha e em Portugal(2003) Wert, José Ignacio; Tribunal Superior EleitoralArtigo Are dissatisfied democrats critical? Reevaluating the concept of the critical citizen(2017) Fuks, Mario; Casalecchi, Gabriel Avila; Araújo, Mateus Morais; Tribunal Superior EleitoralSeveral studies have used the terms critical citizen and dissatisfied democrat interchangeably, assuming that both address the same citizen profile. However, recent studies conducted in new democracies have questioned this assumption, arguing that those who are dissatisfied are not always critical. This article investigates this question based on a comparison of the United States and Brazil. Beginning with the classification of two types of citizens, dissatisfied democrats and critical democrats, we appraise whether dissatisfied democrats are critical. Then, we test which of these two types of citizens is more engaged and has attitudes that are more democratic. The results show that dissatisfied democrats are not necessarily critical and that critical democrats are more engaged in politics and more committed to democracy than non-critical democrats.Artigo Partidos políticos, movimentos de cidadãos e referendos em Portugal : os casos do aborto e da regionalização(2001) Freire, André; Baum, Michael A.Artigo Religião e política em Espanha : os novos contornos da clivagem religiosa(1998) Montero, José RamónArtigo La institucionalización de la participación en Colombia: notas para su interpretación(2011) Velásquez, Fabio E.Colombia decidió hace veinticinco años institucionalizar la participación ciudadana como parte de la descentralización del Estado. La participación ciudadana fue entendida como una forma de acercar el gobierno a los ciudadanos y como un medio para democratizar las decisiones públicas. El desarrollo de la participación ciudadana ha pasado por dos momentos: el primero de ellos se caracterizó por la acogida que tuvo la reforma entre la mayoría de los colombianos y por la multiplicación de espacios institucionales de participación. La segunda etapa se caracteriza por el efecto negativo de dos factores sobre la participación institucional: la implantación de un régimen político autoritario y la incidencia del conflicto armado en la gestión pública. Como alternativa, los colombianos acuden cada vez más a espacios informales para expresar sus demandas al Estado. El reto actual es fortalecer la participación ciudadana a través de varias estrategias: cambio normativo, pedagogía ciudadana, nuevos diseños institucionales y transformación de esquemas culturales.Artigo Transparencia y acceso a la información pública en Puebla (México)(2012) Meyer Rodríguez, José Antonio; Miranda Trejo, Gabriel; Ríos Calleja, Carla IreneEn un intento por subsanar críticas y bajas calificaciones en las evaluaciones nacionales, un nuevo gobernador surgido de la alternancia aceptó el reto de dotar a la sociedad del Estado de Puebla (México) de un instrumento legal eficiente para garantizar el acceso amplio de la sociedad a la información pública gubernamental. Sin embargo, aunque existió apertura a las propuestas ciudadanas no se definió un espacio para la consulta y promulgó una nueva ley con el consenso de todos los partidos representados en el congreso. Para los especialistas esta reforma solamente adecúa la normativa local al estándar nacional, pero no se compromete con una reforma de mayor alcance para el desarrollo democrático de la entidad. Es ese sentido, la ley tiene como propósito esencial corregir las inconsistencias, atender las recomendaciones y apegarse a un parámetro de criterios deseables pero no avanza más allá de lo políticamente prudente. Denota una limitación estructural que evidencia la falta de voluntad de la nueva clase política regional para promover una reforma legislativa de fondo que aliente el desarrollo democrático del territorio a partir de una participación ciudadana decidida.
