Acervo Internacional
URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/9842
Navegar
10 resultados
Resultados da Pesquisa
Outro Perceptions of democracy : a survey about how people assess democracy around the world(International Institute for Democracy and Electoral Assistance (International IDEA), 2024) Suécia. International Institute for Democracy and Electoral Assistance; Tribunal Superior EleitoralArtigo Confiança nos partidos políticos e valores : o caso espanhol(2014) Ramírez, Nerea; Del Giúdice, Noelle Carvalho; Melo, Paulo Victor Teixeira Pereira de; Tribunal Superior EleitoralDiscute a relação entre o crescimento de valores pós-materialistas e o aumento da desconfiança nos partidos políticos na Espanha, testando-se a hipótese de que quanto mais pós-materialista é o indivíduo menos confiança ele tem em relação aos partidos políticos.Artigo Transições à democracia, cultura política e capital social no Brasil e na Argentina(2016-10) Souza, Bruno Mello; Tribunal Superior EleitoralExamina as transições políticas relacionadas à cultura política em dois contextos diferentes: Brasil e Argentina, nos quais ocorreram transições com modelos bastante distintos: enquanto no contexto brasileiro a transição foi negociada, lenta, gradual, na Argentina a derrota militar foi muito mais marcante e abrupta, com ampla participação da sociedade civil. A hipótese de pesquisa é de que, partindo destes diferentes modelos de transição, os dois países apresentam cenários distintos em termos de cultura política e de capital social. Desse modo, presumese que em um modelo transicional mais negociado e gradual, como o brasileiro, observa-se uma democracia de menor qualidade do ponto de vista das percepções e comportamentos dos cidadãos em relação a um modelo de derrota mais enfática dos incumbentes autoritários, como é o caso argentino. Do ponto de vista empírico, este artigo utiliza dados do Latinobarómetro, que apresentam traços da cultura política do Brasil e da Argentina, nos anos de 1995, 2000, 2005, 2010 e 20151 - ocasionalmente complementados por dados do World Values Survey de 1990. A partir desses dados, verifica-se longitudinalmente como tem sido constituída a cultura política nos dois países no período de 1990-2015, seus padrões de aproximação com idéias autoritárias e com perspectivas mais democráticas e protagônicas da sociedade civil.Artigo As covariantes da confiança política na América Latina(2010) Colen, Célia Mara LadeiaAs abordagens culturalistas, baseadas nos fatores relacionados com a socialização, e institucionalistas, baseadas nos fatores relacionados à experiência com o sistema político, competem pela explicação dos fatores relacionados aos baixos níveis de confiança política na América Latina. Este artigo faz uma breve revisão das duas perspectivas, compara seus poderes preditivos para explicar a confiança política na região. A partir do Latinobarômetro 2005, aplicou-se a técnica do modelo hierárquico linear com o objetivo de considerar a dependência entre as observações no nível do país. A confiança política é maior entre os que apóiam o presidente; entre aqueles que estão em países considerados mais democráticos; entre os indivíduos que avaliam positivamente a situação econômica, as políticas públicas e a capacidade do governo para combater a corrupção e entre os indivíduos com maior sofisticação política. As variáveis culturais, por sua vez, quais sejam, a confiança interpessoal e a avaliação dos concidadãos também aumentam a confiança política, mas têm efeito muito menor do que as variáveis institucionais.Artigo Os contornos da cidadania crítica : explorando a legitimidade democrática(2006) Seligson, Mitchel A.; Booth, John A.; Gomez Barrantes, MiguelRecentes quedas acentuadas da confiança no governo dos públicos de massa de democracias institucionalizadas reacenderam o interesse pela teoria e pesquisa sobre a legitimidade. Há muito tempo os teóricos concebem a legitimidade política como multidimensional e sustentam que ela vai do apoio abstrato a uma comunidade política subjacente aos princípios do regime à avaliação mais concreta do desempenho do regime, das instituições e dos atores. Porém, surpreendentemente, pouca pesquisa empírica avaliou a validade desse constructo teórico. Utilizando um survey nacional da Costa Rica, uma democracia estável e bem sucedida, investigamos se a legitimidade política existe empiricamente e examinamos sua estrutura. Usando análise fatorial confirmatória, encontramos evidências que sustentam a estrutura multidimensional do apoio político. Identificamos também certas limitações tanto da pesquisa teórica como da empírica, relacionadas com a operacionalização equivocada e a especificação de vínculos empíricos que não conseguimos detectar. Também encontramos e remediamos um surpreendente erro de omissão, já que as pesquisas anteriores não haviam percebido o governo local como um alvo de crenças legitimidoras.Artigo Confianza y participación en México : ¿Dimensiones de la cooperación social y de la valoración del gobierno?(2006) Millán, ReneO capital social - pela confiança, reciprocidade e conectividade social supostas - aumenta e agiliza as possibilidades de cooperação espontânea entre os indivíduos. Com o aumento da cooperação ocorreria um desempenho de governo mais eficiente. Este estudo analisa a complexa relação entre confiança e o desempenho institucional democrático em três cidades mexicanas. A partir do estudo de caso pergunta-se: Existe uma relação determinada entre confiança e desempenho institucional? Quais fatores fazem a mediação entre eles? Que tipo de relação se estabelece entre esses dois elementos fundamentais para a democracia? Que peso têm os outros componentes do capital social (reciprocidade, associativismo, etc) e que peso tem o contexto institucional nesta relação? Os dados sugerem que o capital social, particularmente seu componente de confiança, não se relaciona com uma maior eficiência governamental de forma direta. É plausível supor, em conseqüência, que se o capital social é indispensável para coordenar ações e facilitar a cooperação, sua eficácia coletiva e seu impacto no desempenho de governo estão também moldados por outro tipo de fatores tanto sociais como políticos ou institucionais.Artigo Por quê confiamos nas instituições? O caso boliviano(2006) Schwarz-Blum, VivianA Bolívia passou por um grande processo de reforma institucional desde seu retorno à democracia, em 1982, reconhecido internacionalmente como um dos mais profundos da América Latina. Apesar de todos os esforços do Estado boliviano para aperfeiçoar e modernizar suas instituições, e apesar das reformas bem sucedidas em setores fundamentais do governo, a Bolívia tem um dos níveis mais baixos de confiança nas instituições dos países latino-americanos e os dados mostram indícios de que a confiança nas instituições políticas tende a diminuir com o tempo. Ao mesmo tempo, a Bolívia é o país mais pobre da América do Sul; tem os graus mais altos de corrupção na administração pública e, nos últimos anos, um ambiente político cada vez mais instável. Há indícios de que os efeitos de uma polarização regional de interesses, as percepções negativas da situação econômica e da corrupção e níveis baixos de conhecimento político da população boliviana sejam preditores confiáveis dos baixos níveis de confiança institucional que consistentemente encobrem a melhoria do desempenho institucional dos governos bolivianos.Artigo Confiança interpessoal e comportamento político : microfundamentos da teoria do capital social na América Latina(2001) Rennó, Lucio R. (Lucio Remuzat)Apesar do debate sobre os vetores da relação entre confiança interpessoal e democracia, está claro que a confiança interpessoal é a variável central no estudo da cultura política e do capital social. Este artigo examina alguns dos pressupostos básicos das teorias da cultura política e do capital social sobre confiança interpessoal, utilizando dados de pesquisas na América Latina. Em primeiro lugar, analisa quais são os tipos de comportamento político mais fortemente afetados pela confiança interpessoal e em que países essa confiança se correlaciona com mais freqüência com outras medidas de comportamento político que se espera teoricamente que se correlacionem com ela. Em segundo lugar, avalia quais são as variáveis que estimulam a existência da confiança interpessoal naqueles países em que a confiança não exerce uma influência significativa em outras formas de comportamento político. Portanto, a questão que este artigo enfrenta é se a confiança inter-pessoal é importante como elemento definidor do comportamento político, e onde ela é, por que alguns indivíduos mostram níveis mais altos de confiança interpessoal do que outros.Artigo Para pensar a confiança e a cultura política na América Latina(2004) Lopes, Denise Mercedes Nuñez NascimentoIdentifica os determinantes de confiança política e sua relação com o apoio ao regime nos países latino-americanos de tradição democrática relativamente recente. A partir dos dados do Latinobarômetro de 1996, a autora analisa hipóteses explicativas em uma amostra de cinco países: Argentina, Brasil, Costa Rica, Colômbia e Chile. Os resultados apontam como principais determinantes da confiança nas instituições políticas: a preferência pela democracia em oposição ao autoritarismo, as visões sobre a economia e satisfação com o governo, o otimismo em relação ao futuro do país e do núcleo familiar e o interesse pela política.Artigo Confianza en las instituciones electorales en México : el ife bajo la mirada ciudadana(2011) Heras Gómez, LeticiaLa confianza ciudadana en las instituciones políticas es parte insoslayable de la agenda de la democratización de los países que recién factura democrática. Sin embargo, los niveles de confianza que se han alcanzado en países como México no parecen avanzar con el ritmo necesario para dar una mayor estabilidad y duración a las instituciones políticas representativas de la democracia, un caso de suma importancia en este contexto es el Instituto Federal Electoral (IFE) en México. El propósito del artículo es examinar cual ha sido la evolución en la confianza de los mexicanos, tanto interpersonal como hacia ésta institución en la primera década del siglo. El análisis se basa en los datos de las encuestas de Latin American Public Opinion Project (LAPOP) y de World Values Survey en las rondas correspondientes a dicho decenio; así como en resultados de la empresa Mitofsky y en las ENCUP 2001, 2003, 2005, 2008. El argumento central es que el desarrollo de la confianza interpersonal aún exhibe signos precarios para soportar el edificio de una democracia en construcción y que ello restringe la formación de redes ciudadanas que den cuenta de un capital social en desarrollo, que otorgue solidez a la incipiente democracia. Pero sin embargo, la confianza hacia el IFE si muestra una tendencia positiva ascendente, lo que es una buena noticia para la democracia mexicana, al menos en las primicias de la siguiente elección presidencial.
