Doutrina
URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4128
Navegar
6 resultados
Resultados da Pesquisa
Outro Instituições democráticas e financiamento de campanhas no Brasil : análise das contribuições de pessoas físicas, jurídicas e partidos políticos às eleições de 2008 e o financiamento público exclusivo de campanhas(2009) Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralTrata da questão do financiamento de campanhas eleitorais. Considerado um ponto central a respeito das democracias representativas, recursos financeiros para partidos e candidatos geram condições mais ou menos igualitárias para as disputas eleitorais. Convencionalmente, dividem-se as fontes de financiamento de campanhas em dois grandes grupos: financiamento privado e Estatal. Estudos mostram que quanto maior a participação do Estado como fonte de renda dos partidos políticos, maior a distância entre os últimos e a sociedade civil. Apesar desse efeito negativo, o financiamento estatal é considerado a única alternativa para substituir as fontes tradicionais de financiamento dos partidos políticos e no combate da desigualdade de condições entre os concorrentes. O objetivo aqui é verificar a relação entre desempenho eleitoral e fontes de financiamento para campanhas políticas. O trabalho divide as fontes em três grupos: estatal, empresas (pessoas jurídicas) e pessoas físicas. A partir da análise das prestações de contas oficiais de todos os 173 candidatos a prefeito nas 26 capitais brasileiras em 2008, são apresentados resultados sobre o impacto de cada tipo de doador no desempenho dos partidos. A hipótese é que a fonte "pessoa jurídica" apresenta a maior correlação com candidaturas bem sucedidas, sendo a real origem da desigualdade de condições.Outro Distribuição de recursos e sucesso eleitoral nas eleições 2006 : dinheiro e tempo de HGPE como financiadores de campanha a deputado federal do Paraná(2011) Bolognesi, Bruno; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralA discussão que se faz no paper insere-se na linha de pesquisas sobre financiamento de campanha e desempenho eleitoral. Parte-se do princípio que recursos monetários são importantes para o desempenho dos candidatos, porém, a explicação com essa única variável tende a apresentar baixo rendimento analítico. Por isso propomos a inclusão, além dos recursos em Reais declarados pelos candidatos, da variável tempo de exposição no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) - considerado aqui um recurso de campanha distribuído de maneira desigual pelos partidos aos concorrentes. A hipótese de trabalho é que quanto mais tempo de exposição, maior o capital político do candidato e, por conseqüência, menor a necessidade de monetarização da campanha. No entanto, essa condição depende de outras características, como o tipo de partido em relação à ideologia e ao tamanho.Outro Radialistas políticos : uma análise do desempenho eleitoral dos comunicadores de rádio na Assembleia Legislativa do Paraná (1986-2006)(2011) Angeli, Larissa Martini; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o desempenho eleitoral e político dos radialistas que se elegeram deputado estadual no Paraná entre 1986 a 2006. Sabe-se que os locutores de rádio ganharam espaço na política nacional após a Ditadura Militar e, desde então, o cenário observado favorece a eleição desses comunicadores. Atribui-se o sucesso nas urnas à popularidade que a presença diária no rádio oferece, a qual suscita uma relação de confiabilidade entre radialista/ouvinte. O reconhecimento desses locutores frente à população desperta em líderes partidários o interesse em convidá-los para concorrer a cargos representativos, desta forma, o comunicador serve como isca para alcançar votos para outros candidatos da mesma legenda. Nosso universo de estudo é a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), no período de 1986 a 2006, ou seja, após a reabertura democrática.Outro Relação entre dinheiro, propaganda eleitoral e avaliação de governo para explicar desempenho de candidatos a eleições majoritárias em diferentes níveis no Brasil(2016) Borba, Felipe; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o desempenho eleitoral de 1.281 candidatos que disputaram eleições para presidente, governador e prefeitos de capitais entre 2002 e 2014 no Brasil. Para tanto, utiliza um conjunto de variáveis em um modelo de regressão linear múltipla com o objetivo de descrever os efeitos conjuntos do tempo de Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral, dos gastos de campanha e da avaliação de governo sobre o desempenho dos candidatos. Os resultados mostram que dependendo do tipo de candidato, há maior impacto de uma ou outra variável. Por exemplo, o tempo de HGPE mostra-se mais importante para explicar o voto em candidatos de oposição, enquanto a avaliação positiva do governo é a variável preditiva mais forte para as votações de concorrentes à reeleição. A hipótese de que diferentes tipos de candidatos apresentam distintos comportamentos é comprovada. Com isso, espera-se contribuir para as pesquisas sobre eleições no Brasil mostrando a importância de distinguir concorrentes à reeleição de governistas e dos candidatos de oposição.Artigo Quem manda no voto em Curitiba? Uma análise do desempenho eleitoral dos candidatos à prefeitura da cidade em 2012(2013) Cervi, Emerson Urizzi; Colombo, Renan; Tribunal Superior EleitoralVerifica, a partir dos limites das zonas eleitorais do município, similaridades e diferenças nas votações dos candidatos em função das posições públicas adotadas por eles durante a campanha. A campanha para a prefeitura de Curitiba apresentou um candidato à reeleição apoiado pelo governador do Estado, distinguindo-se de três outros concorrentes da oposição no primeiro turno. Dois deles sem história política de oposição ao então prefeito. Para o segundo turno, foram dois candidatos de oposição. A hipótese testada aqui é a de que se as mensagens da campanha e organização dos apoios políticos aos candidatos foram determinantes, o padrão de votação geográfica do candidato à reeleição distinguiu-se dos demais. Os resultados mostram que, do ponto de vista geográfico, o desempenho dos candidatos seguiu mais um padrão histórico da imagem pública dos concorrentes do que os posicionamentos de curto prazo adotados durante a campanha.Artigo Dinheiro, tempo e memória eleitoral : os mecanismos que levam ao voto nas eleições para prefeito em 2012(2016) Speck, Bruno Wilhelm; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o peso do tempo de propaganda e financiamento eleitoral nas disputas majoritárias locais no Brasil. Dialogou-se com a literatura sobre o papel dos recursos financeiros e o tempo de propaganda gratuita nas eleições brasileiras, bem como com os estudos sobre a dinâmica da disputa eleitoral no âmbito municipal. Em termos metodológicos, utilizou-se a regressão linear múltipla e análise de trajetória. A primeira mostra que a votação em 2012 é efeito da memória eleitoral a partir do desempenho do partido em 2008, do volume de recursos financeiros e do tempo de horário eleitoral na campanha de 2012. O peso destes fatores varia em função do tamanho dos municípios. A análise de trajetória permite identificar com mais clareza os mecanismos causais que atuam entre variáveis.
