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Resultados da Pesquisa

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    Artigo
    Mulheres, raça e partidos no Brasil : análise da sub-representação das candidaturas identitárias nas eleições 2018
    (2021) Tabares, Camila de Vasconcelos; Conceição, Bruno da Silva; Marques, Rodolfo Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Examina a sub-representação política de candidatos com os vieses de raça e gênero nas eleições parlamentares e majoritárias de 2018 no Brasil. Há décadas predominam candidatos brancos e homens no poder. A pesquisa busca respostas para duas grandes interrogações: em que medida as minorias identitárias encontraram espaço em candidaturas e entre os eleitos nas eleições de 2018? Sob que condições minorias identitárias podem tornar-se mais bem representadas e o que impede o aumento dessa representação nas instituições políticas? Para avaliar os entraves de representatividade de gênero e de raça nos postos de poder e a capacidade das minorias de consolidar sua representação política, dialoga-se com a literatura sobre representação e com os dados socioeconômicos e eleitorais disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral e no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os resultados mostram que mulheres e negros continuam ocupando menos postos de poder.
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    Outro
    Nacionalização partidária no Brasil : análise comparada dos sistemas de 1945-64, 1966-1978 e 1998-2014
    (2018) Peres, Paulo; Conceição, Bruno da Silva; Tarouco, Gabriela da Silva; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa o grau de nacionalização partidária no Brasil em termos processuais e comparativos, considerando sua evolução desde 1946 até 2014. O universo do estudo são os sistemas partidários (a) da democracia de 1946-64, (b) do bipartidarismo do regime autoritário de 1965-78 e (c) do multipartidarismo implementado a partir de 1978-79. Para mensurar o grau de nacionalização partidária utilizou-se o Party Nationalization Score [PNS], tendo como base empírica as estatísticas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral referentes à conquista de cadeiras da Câmara dos Deputados e das Assembleias Estaduais. Os resultados mostram que o sistema partidário brasileiro é complexo e abriga desde partidos regionais a partidos com nacionalização baixa e moderada, assim como alguns partidos com nacionalização elevada. Além disso, a evolução dos partidos ao longo dos três sistemas partidários considerados levou à interrupção da nacionalização entre o multipartidarismo de 1945-64 e o bipartidarismo subsequente, assim como favoreceu a continuidade da nacionalização dos dois partidos do regime autoritário no sistema partidário atual.
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    Artigo
    Regionalismo partidário e populismo no Brasil : análise da nacionalização dos partidos da democracia de 1945-1964
    (2017) Conceição, Bruno da Silva
    Discute os efeitos do populismo na vida partidária da democracia de 1945-1964 no Brasil. A possível regionalização dos partidos da democracia de 1945-1964 teria sido um dos fatores a contribuir para o fim deste sistema partidário? O argumento dessa pesquisa é de que a nacionalização dos partidos, a capacidade de os partidos possuírem uma homogeneização de votos pelos estados, teria sido reduzida quando estivesse presente, dentro das legendas, a figura de políticos com perfil populista. A metodologia aqui utilizada para mensurar a nacionalização partidária é o Party Nationalization Score (PNS) que adapta o coeficiente de Gini para mensurar a dispersão/concentração de votos, de cada partido, em cada estado. Este índice promove uma escala de valores, entre 0 e 1, onde os partidos que atinjam valores próximos de 1 correspondem a nacionalização partidária, enquanto valores que se aproximem de 0 indicam regionalização partidária. Os dados aqui utilizados são provenientes do repositório de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os resultados desta pesquisa indicam que a presença de políticos com perfil populista no sistema partidário não afetou negativamente a nacionalização dos partidos da época (PSD, UDN, PTB, PSP, PST, PDC e PTN).
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    Artigo
    O político, o marqueteiro e o partido : quem será o protagonista nas eleições municipais de 2016?
    (2016) Marques, Rodolfo; Conceição, Bruno da Silva
    O desgaste dos políticos e dos partidos, com os inúmeros escândalos de corrupção no país, coloca maior peso no trabalho dos marqueteiros de campanhas eleitorais. Contudo, o fim do financiamento privado de campanhas, aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, irá alterar a dinâmica das campanhas municipais de 2016? Quem sairá fortalecido nesse novo cenário de verbas limitadas?