Doutrina
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Outro É financiado porque é competitivo ou é competitivo porque é financiado? Intenção de voto e receitas eleitorais de candidatos ao Senado em 2014(2016) Silva, Bruno Fernando da; Gonçalves, Ricardo Dantas; Tribunal Superior EleitoralOutro 99 mil unidades espaciais de análise para explorar problemas político-eleitorais do Brasil : potenciais da geografia eleitoral(2020) Gonçalves, Ricardo Dantas; Tribunal Superior EleitoralOutro Dimensões sociais do rosto político : análise computacional de características do rosto e predição eleitoral com dados brasileiros(2018) Gonçalves, Ricardo Dantas; Bernardelli, Rafael Sturaro; Hausen, Victor; Tribunal Superior EleitoralPropõe um método capaz de mensurar computacionalmente o peso de dimensões sociais do rosto de candidatos a cargos políticos com base em fotos. O método proposto é escalável, de fácil reprodução e objetivo. Para isso, utilizou-se uma rede neural capaz de criar um modelo tridimensional do rosto a partir de uma única imagem (aplicação da disciplina de visão computacional) e o uso de técnicas de redução de dimensionalidade e regressão linear que viabilizaram um estimador automatizado. Testou-se o estimador com os candidatos homens aos pleitos brasileiros de 2014 e 2016, mais de 338 mil candidatos. O modelo pontuou um mínimo de 0.9 na cross-validation 5-fold, e não foi encontrada correlação entre as características percebidas e percentual de votos. Entretanto, existem problemas no método de parametrização das fotos de rostos reais que inviabilizam a análise desses resultados.Artigo Mapeando redes sociais digitais : uma proposta de análise da dimensão geográfica de interações no Facebook, Twitter e voto(2016) Gonçalves, Ricardo DantasPropõe um modelo de análise para materializar as relações de comportamento em rede social digital e aplica este modelo com dados da eleição presidencial argentina de 2015, do público no Facebook e em perfis do Twitter. Objetivamente, explora-se a relação entre espaço eleitoral, dado pelo resultado de votos em urna, e o espaço digital, pelas relações entre usuários do Facebook e Twitter e a página oficial do principal candidato à presidência da Argentina em 2015, Mauricio Macri, em uma perspectiva geográfica. Utiliza-se dados do público argentino no Facebook (N=3 mi.), no Twitter (N=3,25 mi.), e os resultados eleitorais agregados dos departamentos argentinos (N=527) e infere-se a partir de Análises Geoespaciais. O fim é primeiro metodológico, mas, também, temático, de explorar as tendências de sucesso eleitoral no pleito presidencial argentino. Os resultados indicam regularidades territoriais claras quanto aos votos de Macri, com clusters significativos de alta e baixa votação, entretanto os territórios eleitorais possuem baixa relação com os territórios digitais que são fracos e dispersos. É defendido que a aplicação dessa metodologia possui potencialidades substanciais para a melhor compreensão de problemas de diversas áreas de pesquisa em comunicação e política.
