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Outro Grandes empresários e sucesso eleitoral nas eleições de 2002, 2006 e 2010(2011) Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralOutro O perfil de financiamento de campanha dos maiores grupos econômicos nas eleições de 2010(2012) Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralOutro Estratégias partidárias e recursos públicos : uma análise do financiamento político de deputados federais em 2018(2020) Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralDurante aproximadamente duas décadas as empresas bancaram a fatia mais significativa das doações de campanhas. Em 2015, após decisão do STF, elas foram vedadas abrindo um novo capítulo da relação entre dinheiro e política no Brasil. Desse cenário inicialmente caótico para os partidos e candidatos, a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) em 2017 buscou suprir com recursos públicos a demanda por financiamento. A presente proposta procura analisar o padrão das doações de campanha partidárias das candidaturas para deputado federal em todo o Brasil na eleição de 2018. O objetivo é verificar se nesta eleição, em razão dos partidos terem mobilizado a maior parte dos recursos eleitorais, os padrões de doações de disputas anteriores se alteraram. O trabalho se estrutura por meio das seguintes questões: a) quais os maiores beneficiários dos recursos partidários? b) há diferenças significativas entre as legendas quanto ao padrão de distribuição dos recursos partidários?Artigo O financiamento de campanhas no Brasil : notas para o debate sobre a reforma política(2020) Viana, João Paulo Saraiva Leão; Heiler, Jeison Giovani; Borel, Marcelo Barbosa Miranda; Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralAborda o financiamento de campanhas a partir do espaço que tem ocupado nas discussões acerca da reforma política desde o processo constituinte de 1988. Com o escopo de mapear as clivagens nas quais se trava este debate, apresentam-se os problemas relacionados ao acesso aos recursos financeiros por partidos e candidatos, sob a abordagem de ao menos duas perspectivas distintas: a) no ponto de vista dos competidores (candidatos e partidos políticos), b) no ponto de vista dos financiadores (empresas privadas e cidadãos). Além disso, mostra como o eixo da reforma política mudou em relação à proposta de financiamento público exclusivo.Artigo Partidos na arena eleitoral : o financiamento das listas de candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2010(2014) Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralInvestiga o fluxo das doações de campanhas realizadas pelos partidos políticos nas eleições de 2010 para deputado federal no estado do Rio de Janeiro. O objetivo é, considerando a relevância dos recursos partidários no provimento das candidaturas nas últimas campanhas eleitorais, debater as características da distribuição deste financiamento em meio à competição interna das coligações. Nesse sentido, sustenta-se, em comparação às demais fontes de doações permitidas pela legislação, a existência de maior associação entre os repasses financeiros das legendas e elites de candidatos com a força eleitoral proveniente de pleitos anteriores.Artigo Empresariado e partidos no processo eleitoral brasileiro(2015) Heiler, Jeison Giovani; Viana, João Paulo Saraiva Leão; Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralAborda a complexa relação entre dinheiro e política no País. Partindo do pressuposto de que as empresas possuem papel relevante no processo eleitoral e que representaria um grande desafio a simples proibição de doações de pessoas jurídicas, argumenta-se que a concentração de recursos por parte de poucas empresas confere uma margem estratégica de distribuição de recursos sem paralelo com outras fontes de financiamento, como os partidos e pessoa física. Este fato seria um problema para a democracia brasileira. Por fim, é discutida a maior capacidade dos partidos em atrair recursos empresariais, o que incidiria sobre a ampliação de seu papel na arena eleitoral.Artigo Financiamento de campanha, empresariado e o sistema político brasileiro : teoria e questões atuais(2015) Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Tribunal Superior EleitoralFaz um apontamento teórico das principais questões em torno da formação de interesses no capitalismo a partir da relação entre dinheiro e política, sobretudo o elevado custo da democracia. Discutimos como a competição pela liderança política nas eleições se desenvolve em meio à falta de clareza com que os interesses privados avançam sobre a vontade pública. O artigo aborda também a desenvoltura do empresariado no processo decisório nacional, considerando as incongruências e vantagens institucionais do presidencialismo de coalizão. Nesse sentido, o texto debate como esse arranjo institucional não favoreceu uma articulação em torno da reforma política e de mudanças substanciais nas regras eleitorais. Por fim, discutimos a necessidade de investimento na transparência e no controle social da prestação de contas eleitorais como maneira de atenuar a incongruência do poder econômico nas eleições e incentivar a participação social nas instituições políticas.Artigo O custo da política subnacional : a forma como o dinheiro é gasto importa? Relação entre receita, despesas e sucesso eleitoral(2016) Heiler, Jeison Giovani; Viana, João Paulo Saraiva Leão; Santos, Rodrigo Dolandeli dosAnalisa as despesas em campanhas eleitorais. Especificamente propõe: a) produzir um mapeamento dos gastos eleitorais da eleição de 2010 efetuados por candidatos a deputado federal; b) identificar padrões de gastos existentes; c) identificar a existência de correlação estatística importante entre diferentes padrões de gastos eleitorais e resultado eleitoral nas urnas. As questões que orientam o artigo são as seguintes: a) A forma como os atores utilizam seus recursos expressam as particularidades dos competidores? b) Determinados gastos de campanha possuem maior impacto no sucesso eleitoral do que outros? Para fins de mapeamento das despesas eleitorais elaborou-se uma classificação que busca apreender os gastos eleitorais em três grandes categorias: 1) gastos com publicidade; 2) gastos com infraestrutura de campanha; e 3) gastos com pessoal. Os principais achados residem na percepção de que somente o volume de dinheiro não basta para explicar o sucesso eleitoral. Os modelos demonstram que o padrão de gasto precisa ser concentrado e que as maiores despesas devem ser destinadas para comunicação e publicidade. Além disso, candidatos que disputam eleições em partidos mais organizados e com um grau de coordenação mais centralizado estão em melhores condições do que seus concorrentes que não compartilham dessa situação, conforme hipótese originalmente apresentada por Guarnieri (2011).Artigo As eleições para prefeito no Rio de Janeiro : uma análise sobre partidos, coligações e a política subnacional(2015) Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Travagin, Letícia BonaAnalisa o desempenho dos partidos nas campanhas para prefeito entre 1996 a 2012 no estado do Rio de Janeiro. O trabalho estrutura-se da seguinte forma: a) uma breve análise histórica das disputas eleitorais na capital carioca; b) uma descrição da força eleitoral do partido do governador nos pleitos locais, compreendendo a eleição de prefeitos e coligações; c) uma análise descritiva dos testes estatísticos de associação entre variáveis categóricas políticas e socioeconômicas, tais como a nacionalização e consistência das coligações partidárias, a trajetória eleitoral dos competidores, a magnitude do distrito eleitoral; por último, d) um exame detalhado sobre a migração partidária dos candidatos a prefeito. Os resultados confirmam que o partido do governador altera sua estratégia à medida que a magnitude do distrito eleitoral varia. A pesquisa sugere ainda que restrições institucionais, tais como a decisão do judiciário sobre a infidelidade partidária, impactaram diretamente nas estratégias coligacionistas do executivo estadual nas eleições municipais.
