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Artigo Centralização nos partidos brasileiros : evidências a partir da distribuição do fundo partidário (2010-2016)(2019) Schaefer, Bruno Marques; Tribunal Superior EleitoralAnalisa um conceito caro a literatura sobre partidos políticos no Brasil e no mundo, qual seja: centralização partidária. Este é importante não só para entender as organizações partidárias como unidades individuais, mas suas interações, em sistemas complexos. Ao invés de trabalhar com dados eleitorais enquanto indicadores de mensuração do conceito, operacionaliza o mesmo a partir de informações referentes as prestações de contas dos partidos políticos brasileiros. Em especial, a distribuição que estes realizam dos recursos públicos oriundos do Fundo Partidário (FP), em sua dimensão federativa. O período analisado se refere a 2010 e 2016, e as unidades de análise foram os 35 partidos políticos registrados. A partir do tratamento quantitativo dos dados constatamos que os partidos no Brasil, de modo geral, tendem a manter os recursos do FP em sua esfera nacional, uma tendência centralizadora em termos financeiros. A distribuição dos recursos está associada a fatores como: força eleitoral, número proporcional de mandatários e ex-mandatários nas Executivas Nacionais ("Parlamentarização"), tempo de existência e contingências estruturais como eleições.Outro As lógicas de distribuição do fundo partidário : centralização nos partidos brasileiros (2007-2016)(2018) Schaefer, Bruno Marques; Tribunal Superior EleitoralBusca operacionalizar um conceito caro a literatura sobre partidos políticos no Brasil e no mundo, qual seja: centralização. Ao invés de trabalhar com dados eleitorais enquanto indicadores de mensuração do conceito, operacionaliza o mesmo a partir de informações referentes as prestações de contas dos partidos políticos brasileiros. Em especial, a distribuição que estes realizam dos recursos públicos oriundos do Fundo Partidário (FP), em sua dimensão federativa. A partir do tratamento quantitativo dos dados constata-se que os partidos no Brasil, de modo geral, tendem a distribuir os recursos do FP, uma tendência descentralizadora em termos financeiros. A distribuição dos recursos está associada a fatores como: ideologia, número proporcional de mandatários e ex-mandatários nas Executivas Nacionais ("Parlamentarização") e normas internas. A lógica de distribuição se ancora no fortalecimento de organizacionais já existentes, mas, sobretudo, no beneficiamento dos estados em que há membros da Executiva Nacional e/ou lideranças regionais do partido com projeção nacional no interior da organização, bem como maior número proporcional de filiados.Artigo Como os partidos brasileiros distribuem os recursos do fundo partidário? : evidências a partir das eleições de 2014(2017) Schaefer, Bruno Marques; Tribunal Superior EleitoralA organização interna dos partidos políticos brasileiros não é muito estudada. Neste trabalho, proponho realizar uma contribuição à literatura tratando de responder à seguinte questão: como os partidos brasileiros distribuem os recursos do Fundo Partidário entre os estados? Por hipótese, considero que os partidos investem mais recursos nos estados em que já são fortes do ponto de vista eleitoral. Os resultados confirmam essa proposição, mas serão necessárias investigações futuras para determinar a força destas relações.
