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    Debates presidenciais : as estratégias de Lula e Alckmin em 2006
    (2007) Souza, Nelson Rosário de; Veiga, Luciana Fernandes; Cervi, Emerson Urizzi; Santos, Sandra Avi dos; Tribunal Superior Eleitoral
    A atenção que candidatos e mídia conferem aos debates eleitorais denotam a importância desse momento nas campanhas políticas. A alta visibilidade dos debates durante as eleições, especialmente as presidenciais, entretanto, ainda despertam pouco interesse nos pesquisadores no Brasil. Esse artigo analisa os debates presidenciais de TV realizados na disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin no segundo turno das eleições de 20061. A partir de uma análise de conteúdo busca-se responder às perguntas: 1) Existiu diferença de estratégia entre os candidatos?; 2) Quais estratégias foram mais usadas pelo candidato mandatário (Lula) e pelo candidato desafiante (Alckmin)? 3) Como os discursos dos candidatos foram estruturados? O ensaio deve ser visto ainda como um esforço metodológico a fim de introduzir a questão na agenda de pesquisa em Comunicação Política do país.
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    Artigo
    Propaganda negativa na campanha presidencial em 2014. Ou como tudo que é frágil se desmancha no ar
    (2015) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa como a propaganda negativa de Dilma Rousseff contra seus adversários foi fundamental para assegurar a sua reeleição dentro de um contexto político marcado por forte sentimento de mudança. Busca mostrar como as intenções de voto, assim como as taxas de rejeição de Aécio Neves e Marina Silva, flutuaram no decorrer da campanha mediante os ataques feitos pela presidente com base na análise de quatro grupos focais realizados no Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 30 de setembro, com eleitores das classes C e B. A análise mostra que a propaganda negativa ofereceu um arsenal de argumentos que foram assimilados e processados pelos eleitores com intenção de voto volátil ou indecisos e tiveram impacto na decisão final do voto. A propaganda negativa contra Marina Silva serviu para descredenciar o seu programa de governo e a atitude da candidata. No caso dos ataques contra Aécio Neves, eles reforçaram atitudes já presentes no eleitorado e ajudaram a desconstruir sua imagem como gestor em Minas Gerais. Finalmente, o artigo procura contribuir para o conhecimento sobre os determinantes da propaganda negativa ao incluir como razões para a utilização dessa estratégia a força relativa do governante segundo a sua popularidade.
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    Debates eleitorais televisivos no Brasil : como as regras das emissoras e a situação na disputa determinam as estratégias dos candidatos
    (2017) Paiva, Yago; Veiga, Luciana Fernandes; Castilho, Camila; Tribunal Superior Eleitoral
    Problematiza as regras dos debates, tomando-as como agentes nos confrontos argumentativos, para além do efeito da situação do candidato na disputa. Partiu-se das hipóteses: (H1) candidatos da oposição tendem a atacar mais do que candidatos da situação; (H2) candidato melhor colocado nas pesquisas tende a atacar menos do que seus desafiantes; (H3) perguntas de candidato para candidato suscitam mais ataques do que perguntas de eleitores ou jornalistas para candidato; e (H4) réplica, tréplica e direito de resposta geram mais ataques do que debates que permitem apenas perguntas e respostas. São analisados os conteúdos dos debates do Rio de Janeiro e de São Paulo, no primeiro turno, com exceção de dois debates paulistanos.
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    Configuração da disputa, desempenho da gestão e imagem dos candidatos em reeleições para prefeito nas capitais de estados no Brasil (2004/2012)
    (2014) Veiga, Luciana Fernandes; Santos, Sandra Avi dos; Tribunal Superior Eleitoral
    Investiga os determinantes do resultado eleitoral obtido pelo mandatário em disputas para o executivo municipal em capitais de estado no Brasil em 2004, 2008 e 2012. A pergunta central desta comunicação refere-se a que variáveis poderiam explicar o bom desempenho nas urnas de prefeitos. A hipótese é que o sucesso do prefeito enquanto candidato está relacionado não apenas a mecanismos internos, mas também a mecanismos externos à escolha do eleitor, para partir da teoria institucional do comportamento eleitoral. Serão analisadas 39 eleições para prefeitos de capitais de 2004 a 2012 - todas com a presença do mandatário como candidato - a partir de dados agregados com informações oriundas do Tribunal Superior Eleitoral e do Tribunal Regional Eleitoral, além de pesquisas IBOPE. Foram utilizadas análise fatorial e regressão linear multivariada. Verifica-se que não apenas os mecanismos internos, mas também aqueles externos impactam no resultado obtido pelo mandatário no primeiro turno.
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    Artigo
    Os condicionantes da aceitação e da rejeição à propaganda negativa na eleição presidencial de 2014
    (2018) Borba, Felipe; Veiga, Luciana Fernandes; Martins, Flávia Bozza; Tribunal Superior Eleitoral
    Avalia a recepção da propaganda negativa na disputa presidencial de 2014, tendo como marco teórico a discussão derivada da literatura internacional, segundo a qual a recepção da propaganda negativa varia de acordo com o tema em debate, a utilização ou não de evidências, o tipo de orador e se feita de maneira comparativa ou direta. O artigo utiliza a técnica de recepção da propaganda política por meio da realização de quatro grupos focais com eleitores do Rio de Janeiro, que foram estimulados a avaliar comerciais de ataques exibidos no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral. Os resultados indicam que comerciais com conteúdo político, amparados em evidências que sustentam o conteúdo das acusações e de maneira comparativa é o modelo mais aceito de ataques entre os eleitores.
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    Os determinantes da avaliação da economia na eleição presidencial brasileira em 2014
    (2016) Veiga, Luciana Fernandes; Ross, Steven Dutt
    Analisa os determinantes da avaliação econômica retrospectiva sociotrópica na eleição presidencial no Brasil em 2014, com base: a) no conhecimento que o eleitor possui a partir de informação objetiva da economia; b) no conhecimento que o eleitor possui a partir de sua experiência vivida/sensação de mobilidade social; c) a sua afetividade partidária; d) a sua identidade ideológica. Nossa contribuição foi mostrar que: a) ter conhecimento/informação objetiva da economia não tem impacto na avaliação da economia; b) o conhecimento advindo da experiência vivida, identificado aqui como sensação de mobilidade social, não impacta na avaliação da economia no sentido esperado - mais ascensão, mais tendência de avaliação positiva; c) a afetividade partidária, por sua vez, demonstrou forte impacto na avaliação da economia. O artigo usa dados do CSES/Eseb - Estudo Eleitoral Brasileiro.
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    Artigo
    As estratégias de retórica na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2004 : PT, mandatário, versus PSDB, desafiante
    (2007) Veiga, Luciana Fernandes; Souza, Nelson Rosário de; Cervi, Emerson Urizzi
    A experiência do PT no governo (nos âmbitos nacional e local) suscitou a curiosidade sobre possíveis alterações no seu discurso eleitoral na disputa pela Prefeitura de São Paulo. O foco desta análise está nas continuidades e rupturas das estratégias retóricas elaboradas a partir dos eixos ideológico (esquerda e direita) e pragmático (mandatário e desafiante). A preocupação central é o discurso do PT, e a análise da comunicação apresentada pelo PSDB tem um caráter complementar. Todos os programas e spots veiculados pelas campanhas do PT e do PSDB em São Paulo foram analisados a partir de métodos qualitativos e quantitativos.
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    Debate presidencial : as estratégias de Lula e Alckmin na TV Bandeirantes
    (2007) Veiga, Luciana Fernandes; Souza, Nelson Rosário de; Santos, Sandra Avi dos
    Os debates presidenciais são muito importantes e contam com alta visibilidade em campanhas eleitorais, entretanto, não têm despertado a atenção dos pesquisadores no Brasil. Este artigo analisa um debate presidencial de TV na disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, em 2006. A partir de uma análise de conteúdo, busca-se responder às perguntas: 1) Existiu diferença de estratégia entre os candidatos? 2) Que tipos de estratégias foram mais usados pelo candidato mandatário Lula e pelo candidato desafiante? 3) Como os discursos dos candidatos foram estruturados? O ensaio deve ser visto ainda como um esforço metodológico, a fim de introduzir a questão na agenda de pesquisa em Comunicação e Política no país. Os resultados revelaram que o ataque foi a estratégia mais utilizada pelos dois candidatos. O candidato mandatário Lula atacava predominantemente o grupo político de Alckmin que, por sua vez, mirava o ataque no governo de Lula. Em sua defesa, Lula argumentava sobre suas realizações nas áreas econômica e social, e ainda atacava o governo Fernando Henrique. Já Geraldo Alckmin argumentou apenas sobre seu governo em São Paulo, não defendendo o seu grupo político.
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    Artigo
    Da expectativa de vitória à derrota : estratégias discursivas do PT em Curitiba e Porto Alegre em 2004
    (2011) Veiga, Luciana Fernandes; Souza, Nelson Rosário de; Cervi, Emerson Urizzi
    As eleições municipais de 2004 foram as primeiras depois que o PT chegou ao Governo Federal. Instigava saber a estratégia discursiva do partido que vinha numa trajetória de moderação discursiva. Para este estudo, tomamos como objeto as estratégias do PT nas eleições de Porto Alegre e Curitiba. A escolha das capitais está fundamentada no antagonismo dos cenários políticos e da inserção do PT nas disputas, na primeira ele era situação, enquanto na segunda era oposição. Adotamos uma metodologia inspirada na proposta elaborada pelo grupo coordenado por Marcus Figueiredo para o estudo dos spots eleitorais, adaptada por nós para a análise dos Horários Gratuitos de Propaganda Eleitoral (HGPE). Podemos afirmar que não houve um discurso padrão do PT que foi derrotado. Mas, muitas semelhanças existiram entre as estratégias de seus adversários.
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    Artigo
    A construção da imagem de Cristina Kirchner e de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais
    (2012) Gómez Castañeda, Eugenia Cecilia; Veiga, Luciana Fernandes