Doutrina
URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4128
Navegar
7 resultados
Resultados da Pesquisa
Artigo Loureiro da Silva, as eleições de 1958 no Rio Grande do Sul e as disputas em torno da reinvenção do trabalhismo : apontamentos iniciais de pesquisa(2018) Alves, Samuel da Silva; Tribunal Superior EleitoralTrata-se de recorte de uma pesquisa maior, em andamento, que analisa a campanha eleitoral de Leonel de Moura Brizola no Rio Grande do Sul em 1958. Nele, buscase compreender de que forma a campanha de José Loureiro da Silva e a disputa com Brizola pelo posto de candidato trabalhista nesta eleição se inseriram em um contexto do PTB pós- 1954, sem Vargas, de embates entre as diversas lideranças do partido pelo monopólio das redefinições do trabalhismo e pelo legado de aVrgas.Artigo A fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) no exílio(2016) Marques, Teresa Cristina Schneider; Gonçalves, Leandro Pereira; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a fase genética do Partido Democrático Trabalhista (PDT), um partido político de cunho nacional, mas fundado em Portugal por Leonel Brizola e outros brasileiros durante o exílio. A particular origem do PDT nos leva a refletir sobre o papel do exílio imposto às suas lideranças para a compreensão das primeiras escolhas que marcam a trajetória do partido. A pesquisa indicou que o contexto no qual o PDT foi criado - marcado pela redemocratização portuguesa e pelo jogo transnacional em que os exilados são inseridos ao deixar o país - influenciou as suas principais lideranças e criou as condições para o surgimento do chamado "socialismo moreno".Artigo Esquerdas no Panfleto. A crise política de 1964 no jornal da Frente de Mobilização Popular(2009) Ferreira, Jorge; Tribunal Superior EleitoralDesde o início do governo do presidente João Goulart, partidos, movimentos e organizações de esquerda se uniram em torno de um programa político conhecido como "reformas de base". No início de 1963, sob a liderança de Leonel Brizola, as esquerdas fundaram a Frente de Mobilização Popular (FMP). O grupo nacional-revolucionário que, dentro do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), seguia a liderança de Leonel Brizola tinha o seu jornal: Panfleto, o jornal do homem da rua. Mas Panfleto também era porta-voz da FMP. Por meio de um veículo próprio de comunicação, as esquerdas que reconheciam a liderança de Brizola expressavam suas ideias, seus projetos e suas estratégias. O objetivo do artigo é resgatar ideias e projetos políticos das esquerdas unidas na FMP e publicados no Panfleto entre os dias 17 de fevereiro de 1964, data da primeira edição do jornal, e 30 de março do mesmo ano, quando foi publicado o último número - em um total de sete exemplares. Os dois meses foram críticos na crise que desestabilizou o governo Goulart, com o acirramento do processo de radicalização das esquerdas que lutavam pelas reformas e das direitas que resistiam a sua implementação.Artigo O bom, o mau e o feio : as representações do jornal O Estado de São Paulo sobre os três principais candidatos à Presidência da República nas eleições de 1989(2019) Luz, Thaíze Ferreira da; Tribunal Superior EleitoralVerifica como a construção da imagem dos três principais candidatos ao pleito presidencial de 1989, Fernando Collor de Mello, Leonel Brizola e Luiz Inácio Lula da Silva, foi feita pelo jornal O Estado de São Paulo e, de que maneira essas representações elaboram uma construção simbólica desses candidatos. Para tal, observa-se o uso das imagens nas páginas de O Estado de São Paulo e a construção discursiva do periódico, em uma mesma edição.Artigo O Globo e as disputas em cena : Brizola e a criação e uma sigla emblemática, o Partido Democrático Trabalhista(2019) Marcon, Marcelo; Tribunal Superior EleitoralPesquisa a forma como o jornal O Globo elaborou seu discurso no processo de disputa pelo domínio da sigla PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) entre Leonel Brizola e Ivete Vargas, e a consequente criação do PDT (Partido Democrático Trabalhista). Isso ocorreu no processo de abertura política do regime militar brasileiro e reorganização partidária. A forma como o jornal elaborou seu discurso foi analisada de acordo com a metodologia proposta por Patrick Charaudeau. Analisando as fontes, a historiografia e utilizando a metodologia proposta, entendemos que O Globo apoiou Ivete Vargas e investiu na desqualificação política de Leonel Brizola, uma vez que o jornal e o político gaúcho possuíam diferentes visões acerca do rumo da política brasileira.Artigo As eleições de 1958 e o governo Brizola no Rio Grande do Sul : imprensa, debates e modelos de desenvolvimento(2014) Freitas, Eduardo Pacheco; Tribunal Superior EleitoralAnalisa os debates políticos e econômicos ocorridos nos jornais Correio do Povo e Diário de Notícias (ambos de Porto Alegre e os de maior circulação na década de 50) durante a campanha para o governo do estado do Rio Grande do Sul em 1958 e durante o primeiro período do governo Brizola, de acordo com a periodização proposta por Cánepa (2005). Embora a delimitação espacial esteja circunscrita ao estado do Rio Grande do Sul, não deixaremos de levar em consideração a articulação entre a política e a economia regional com o governo de Juscelino Kubitschek e seu modelo de desenvolvimento para o país. Como marco temporal é utilizado o ano de 1958 - onde se desenrolam a campanha e as eleições - e os dois primeiros anos do governo Brizola (1959 e 1960).Artigo A atuação política de elites no exílio : Leonel Brizola no Uruguai e em Portugal(2018) Marques, Teresa Cristina Schneider; Tribunal Superior EleitoralLeonel Brizola, importante político trabalhista, fez parte da primeira geração de exilados pela Ditadura militar que assumiu o comando do país em 1964. Visto como um dos principais inimigos do regime autoritário, Brizola se viu forçado a permanecer exilado no exterior durante 15 anos. Nesse período, viveu principalmente em dois países: Uruguai entre 1964 e 1978 e Portugal, em 1978 e 1979. Diferente do que é previsto na legislação sobre asilo e refúgio, e do que esperavam os militares, Brizola atuou politicamente nesses dois países. Porém, os registros de sua atuação política indicam relevantes transformações quanto a repertórios de ação após cada migração vivida. Assim, enquanto existem registros de adesão à estratégias armadas no Uruguai, em Portugal, Brizola se empenhou em atuar politicamente por meio dos canais tradicionais para dar início ao ressurgimento do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Com base em uma análise histórico processual, o presente artigo visa compreender a relação dessas transformações com a metamorfose da estrutura de oportunidades políticas imposta pelo exílio. Para tanto, analisa documentos variados, dentre os quais destacamos as entrevistas com ex-exilados e políticos uruguaios que acolheram Leonel Brizola no exílio, bem como periódicos e a documentação diplomática aberta para pesquisa. Dessa forma, espera-se apresentar uma contribuição para a compreensão da trajetória de Brizola e para a compreensão do exílio enquanto um espaço político, bem como suas especificidades para os membros das elites política.
