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Artigo Os remanescentes do Partido Libertador no bipartidarismo : análise do desempenho eleitoral dos seus deputados estaduais no Rio Grande do Sul(2017) Madeira, Rafael Machado; Bringhenti, Taiane; Cardoso, Suliane; Tribunal Superior EleitoralA extinção dos partidos pelo Ato Institucional nº 2, em outubro de 1965, impõe uma nova configuração no cenário político nacional. Com isso, são criadas novas legendas: Aliança Renovadora Nacional (Arena) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que vão absorver os remanescentes (não cassados) dos partidos extintos. O presente artigo intenta observar como os remanescentes do Partido Libertador (PL) buscaram inserir-se no período bipartidário, tendo como foco de análise as quatro legislaturas eleitas entre 1966-1978 para deputado estadual no estado do Rio Grande do Sul. Também serão exploradas as raízes históricas e tradicionais do partido, sua fundação e atuação até 1965. Observou-se que os ex-libertadores eleitos e suplentes como deputado estadual no período bipartidário filiaram-se exclusivamente na Arena. Comparando-se os dois períodos aqui examinados, conclui-se também que a extinção do partido e a instauração do bipartidarismo vieram acompanhadas de queda expressiva da presença de lideranças deste partido no legislativo estadual.Artigo As emendas orçamentárias individuais e o efeito no desempenho eleitoral dos deputados federais que atuaram na 54ª legislatura (2011-2014)(2023) Santos, Carlos Eduardo Bandeira dos; Silva, Maria Dolores Lima da; Santos, Rodrigo Dolandeli dos; Souza, Carlos Augusto da Silva; Tribunal Superior EleitoralTrata da alocação estratégica das emendas individuais ao orçamento da União e o efeito eleitoral no desempenho dos deputados federais que atuaram na 54ª legislatura. Argumentase que políticos já titulares de cargo eletivo que se candidatam a reeleição direcionam os recursos orçamentários da União conquistados através de emendas individuais para lograrem êxito em suas votações municipais. Nesses termos, as três hipóteses a serem testada são de que quanto maior os valores de emendas individuais aprovadas para o município, maior à votação do parlamentar; os deputados federais aprovam suas emendas em municípios com menor nível de Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, pois o retorno eleitoral sobre os votos é maior; e os municípios em que o autor da emenda é da mesma coligação do prefeito são preferidos para o envio de recursos. As técnicas utilizadas foram: estatística descritiva, correlação linear de Pearson, regressão linear múltipla e teste qui-quadrado. Conclui-se que as emendas individuais alocadas em municípios explicam aproximadamente 22% dos votos obtidos pelos candidatos à reeleição, restando 78% da votação do parlamentar à investigação de outras variáveis que influenciem diretamente a estratégia política para o deputado obter sucesso eleitoral.Artigo Desempenho dos candidatos que se elegeram prefeitos em 2016(2016) Bremaeker, François E. J. de; Tribunal Superior EleitoralArtigo Desempenho dos candidatos que se elegeram vereadores em 2020(2020) Bremaeker, François E. J. de; Tribunal Superior EleitoralArtigo Desempenho dos candidatos que se elegeram prefeitos em 2020(2021) Bremaeker, François E. J. de; Tribunal Superior EleitoralArtigo Saudades do seu ex? Dependência corporativa e desempenho eleitoral dos candidatos à reeleição (2012-2016)(2022) Calheiros, Erikson; Silva, José Alexandre; Silva, Denisson da; Rodrigues, Quemuel Baruque; Tribunal Superior EleitoralQual o efeito da dependência corporativa no desempenho eleitoral dos incumbentes? O objetivo desse trabalho é estimar o efeito da dependência corporativa no desempenho eleitoral dos incumbentes na eleição de 2016. Testaremos a hipótese de que a dependência corporativa exerce um efeito negativo e significativo no sucesso eleitoral dos incumbentes. Para tanto, usaremos os dados da eleição para prefeituras municipais em 2012 e 2016 disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) usando o pacote da linguagem R electionsBR5. Metodologicamente, foi utilizada regressão linear, quantílica e logística. Os principais resultados indicam que: 1) candidatos mais bem votados em 2012 tem maior chance de vitória na eleição de 2016; 2) a correlação entre dependência corporativa e saldo de receita é próxima de zero e 3) a dependência corporativa não tem efeito significativo no desempenho eleitoral e no sucesso eleitoral dos incumbentes em 2016.Artigo A Aliança Liberal no estado do Paraná : composição do núcleo dirigente, desempenho eleitoral e destinos políticos de suas lideranças (1929-1930)(2022) Gomes, Sandro Aramis Richter; Tribunal Superior EleitoralDesenvolve-se uma investigação acerca da estrutura interna e do desempenho eleitoral da Aliança Liberal (AL) no Paraná. Nesse estado, as atividades da agremiação abrangeram os anos de 1929 a 1930. Por meio de um estudo de caso, o objetivo desta análise é produzir conhecimento sobre as formas de ação política de oposicionistas nos anos finais da Primeira República. Há quatro argumentos sustentados neste trabalho. Primeiro, é evidenciado que, no Paraná, a AL era controlada por egressos do partido governista. Segundo, compete demonstrar que ela atingiu um grau de competitividade eleitoral superior ao dos partidos estaduais que existiram naquele estado nos anos 1920. Terceiro, destaca-se que a vida interna da unidade paranaense da AL era pouco estável. Os membros do núcleo dirigente do partido não demoraram a se cindir. Em quarto lugar, convém salientar que, no início dos anos 1930, uma parte dos gestores dessa agremiação atuou no campo oposicionista. O ingresso desses correligionários no grupo situacionista ocorreu no período pouco anterior ao advento do Estado Novo.Outro Regras, ideologia partidária e escolhas dos eleitores : um balanço sobre o comportamento fiscal dos municípios paulistas(2006) Vazquez, Daniel Arias; Santos, William Silva; Tribunal Superior EleitoralDescentralização fiscal, orçamentos flexíveis, autonomia e competição entre governos subnacionais são fundamentos das teorias do federalismo fiscal que estão longe de caracterizar o federalismo no Brasil. Os municípios brasileiros estão submetidos a fortes constrangimentos fiscais, os quais limitam o poder de decisão dos governos locais. Este estudo avalia a gestão fiscal dos municípios paulistas nos períodos 1997-2000 e 2001-2004, verificando a influência da ideologia partidária e os impactos da Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, com o intuito de apontar os fatores determinantes do comportamento fiscal dos municípios e sua relação com o desempenho eleitoral dos diferentes governos. As conclusões revelam a forte influência da LRF (mais significativa nos anos mais próximos à sua promulgação), o melhor desempenho eleitoral de governos mais austeros e os fatores condicionantes do comportamento fiscal que repousam mais sobre fatores estruturais, como porte do município e rigidez orçamentária, e menos sobre a orientação ideológica dos partidos políticos.Outro Conexão eleitoral : emendas parlamentares ao orçamento nacional e desempenho eleitoral(2006) Grohmann, Luís Gustavo Mello; Chiavegati, Luis Fernando; Tribunal Superior EleitoralOutro Determinantes do desempenho dos blocos ideológicos - direita, centro e esquerda - nas disputas eleitorais(2006) Telles, Helcimara de Souza; Simas, Marcelo Caetano; Tribunal Superior EleitoralTem como proposta ampliar as investigações acadêmicas sobre a dinâmica das eleições proporcionais para a Câmara dos Deputados, no Brasil. Pretende apontar algumas das razões que podem estar associadas ao êxito ou retração eleitoral dos partidos políticos. O desempenho eleitoral dos blocos ideológicos - a variável dependente - foi medido pelo Índice de Razão de Avanço - IRA. Foram realizados testes estatísticos, baseadas nas hipóteses sociológicas - políticas, com o intuito de determinar o peso de algumas variáveis sobre os resultados dos blocos ideológicos. Pretendemos verificar em que medidas os diversificados padrões socioeconômicos, as características do formato do sistema partidário e as estratégias selecionadas pelos partidos podem estar associados aos resultados dos blocos, classificados por um critério ideológico que os reduz a centro/direita/esquerda.
