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Artigo Os remanescentes do Partido Libertador no bipartidarismo : análise do desempenho eleitoral dos seus deputados estaduais no Rio Grande do Sul(2017) Madeira, Rafael Machado; Bringhenti, Taiane; Cardoso, Suliane; Tribunal Superior EleitoralA extinção dos partidos pelo Ato Institucional nº 2, em outubro de 1965, impõe uma nova configuração no cenário político nacional. Com isso, são criadas novas legendas: Aliança Renovadora Nacional (Arena) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que vão absorver os remanescentes (não cassados) dos partidos extintos. O presente artigo intenta observar como os remanescentes do Partido Libertador (PL) buscaram inserir-se no período bipartidário, tendo como foco de análise as quatro legislaturas eleitas entre 1966-1978 para deputado estadual no estado do Rio Grande do Sul. Também serão exploradas as raízes históricas e tradicionais do partido, sua fundação e atuação até 1965. Observou-se que os ex-libertadores eleitos e suplentes como deputado estadual no período bipartidário filiaram-se exclusivamente na Arena. Comparando-se os dois períodos aqui examinados, conclui-se também que a extinção do partido e a instauração do bipartidarismo vieram acompanhadas de queda expressiva da presença de lideranças deste partido no legislativo estadual.Outro Os ex-libertadores no contexto bipartidário : Arena ou MDB. Análise a partir do estado do Rio Grande do Sul(2017) Bringhenti, Taiane F. Da S.; Tribunal Superior EleitoralAnalisa como os remanescestes do Partido Libertador buscaram inserir-se no período bipartidário, imposto pelo ato institucional nº 2 em 1965 pelo governo civil-militar. Para tanto serão analisados os eleitos a deputado estadual no estado do Rio Grande do Sul, nas legislaturas de 67/71, 71/75, 75/79 e 79/83. Também serão exploradas as raízes histórias e tradicionais do partido, sua fundação e atuação até 1965. Como resultado inicial da pesquisa, observou-se que a maioria dos ex-libertadores migraram para a Aliança Renovadora Nacional (Arena), mantendo atuação, mas perdendo espaço gradualmente, à medida que perde cadeiras no legislativo, não elegendo nenhum deputado nas duas últimas eleições. Não sendo identificada nenhuma migração para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) que se elegeu a deputado estadual.Artigo Entre Arena e MDB : análise das trajetórias dos remanescentes do Partido Libertador frente à ruptura democrática de 1964(2015) Berg, Oscar Augusto; Bringhenti, Taiane Fabiele da Silva; Cardoso, Suliane; Tribunal Superior EleitoralInvestiga a alocação de elites políticas na transição entre dois regimes partidários distintos. Em específico, é analisado o caso dos remanescentes do Partido Libertador (PL) na transição entre o regime multipartidário da Quarta República, vigente entre 1946 e 1964, e o regime bipartidário da ditadura civil-militar de 1964, instaurado em 1965 e extinto em 1979, tomando-se como foco da análise a Câmara dos Deputados. O principal objetivo do artigo é identificar a filiação partidária seja à Arena seja ao MDB de ex-libertadores eleitos às cinco legislaturas (42ª, 43ª, 44ª, 45ª e 46ª) escolhidas durante o bipartidarismo. Desta maneira, é possível examinar a inserção dos antigos membros do PL no novo ordenamento partidário brasileiro e as orientações tomadas pelas suas trajetórias políticas a partir de então.Periódico Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 4, n. 3 (2015)(Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 2015) Tribunal Superior EleitoralArtigo Assis Brasil e o voto(2018) Porto, Walter Costa; Tribunal Superior EleitoralApresenta a trajetória política de Assis Brasil, fundador do Partido Libertador, deputado e membro da junta governativa gaúcha de 1891, bem como um dos propagandistas da República. Objetiva clarificar determinadas particularidades da carreira do estadista e questionamentos a respeito desta. Para isso, realiza-se uma prospecção histórica, pautada por pesquisa bibliográfica, levando ao entendimento de que sua origem e princípios conduziram e interferiram nos rumos de sua trajetória.Artigo As eleições de 3 de outubro : São Paulo(1951) Tribunal Superior EleitoralArtigo Entre o varguismo e o florismo : a atuação da Frente Única Gaúcha no processo de isolamento político de Flores da Cunha(2016) Lapuente, Rafael SaraivaApresenta parte da pesquisa desenvolvida no Programa de Pós Graduação em História na PUCRS em nível de mestrado. Aqui, analisamos o papel da Frente Única Gaú-cha (PL e PRR) no processo de isolamento político do governador Flores da Cunha no Rio Grande do Sul (1935-1937). A FUG, uma aliança constituída em função da Revolução de 1930, passou a ser um bloco político oposicionista a partir do momento em que se distanci-ou de Getúlio Vargas, rompendo por definitivo em função do apoio aos paulistas na Guerra Civil de 1932, esperando contar com o apoio de Flores da Cunha, então interventor, que não ocorre. Desmantelado o movimento, os frenteunistas passaram para o exílio e ostracis-mo, voltando ao cenário político depois da Lei da Anistia de 1934, agora como bloco de oposição a Getúlio Vargas e Flores da Cunha. No entanto, a partir de 1935, passou a dialo-gar com ambos, sobretudo na medida em que Getúlio Vargas e Flores da Cunha, de fieis aliados, passaram ao rompimento político e pessoal, com a resistência deste a qualquer mo-vimento em direção a quebra da carta constitucional de 1934. Desta forma, constatamos que a FUG teve papel decisivo para ambos os lados em dissídio, realizando um acordo com Flores da Cunha em 1936 - modus vivendi - mas, a partir de 1937, teve papel preponde-rante para a queda do governador do Rio Grande do Sul, viabilizando o golpe do Estado Novo, duas semanas depois de sua renúncia. Para isso, dialogaremos com a literatura exis-tente sobre o tema e com alguns arquivos pessoais e hemerotecas, assinaladas ao longo des-te texto.
