Doutrina

URI permanente desta comunidadehttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4128

Navegar

Resultados da Pesquisa

Agora exibindo 1 - 7 de 7
  • Imagem de Miniatura
    Sumário de livro
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Campanhas, meios e estratégias de comunicação : PSOL e REDE Sustentabilidade nas eleições de Jaú em 2016
    (2021) Alves, Mércia; Tribunal Superior Eleitoral
    Discute a organização de campanhas eleitorais nos municípios, da seleção de candidatos e relação entre diretórios às estratégias de comunicação. Para atender a esse objetivo, observou PSOL e REDE, em Jaú, menor município do estado de São Paulo em que há acesso ao HGPE. Foram entrevistados os candidatos de ambos os partidos e analisados a dinâmica financeiras de suas campanhas - total, origem e alocação de recursos. Os resultados mostram que os líderes têm autonomia no planejamento e condução de suas campanhas, que o apoio de simpatizantes e militantes voluntários é central, e a limitação de recursos financeiros é entrave para uma comunicação instrumental na TV e nas redes sociais.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Partidos políticos ou de políticos? Uma análise dos mecanismos de centralização decisória em legendas recém-formadas
    (2017) Spritzer, Jean Spritzer e; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca jogar luz sobre os arranjos organizacionais de alguns dos partidos políticos brasileiros formados nos últimos anos. Mobiliza-se referencial teórico relativo à organização de partidos políticos, de modo a avaliar a hipótese segundo a qual legendas como o PSD, o SD e a Rede atenderiam a objetivos de atores singulares.
  • Imagem de Miniatura
    Tese
    Movimento para as instituições : ambientalistas, partidos políticos e a liderança de Marina Silva
    (2016) Oliveira, Marília Silva de; Abers, Rebecca Neaera; Tribunal Superior Eleitoral
    Examina o percurso do movimento ambientalista em sua luta para defender e promover a agenda ambiental como pauta política relevante. Aliar-se a partidos políticos e a outros grupos da sociedade civil, atuar nas arenas partidárias e adentrar o sistema político eram estratégias para promover seu projeto. Argumenta que as oscilações e crises na relação com as legendas partidárias que os representaram, com destaque para o Partido dos Trabalhadores (PT), foram fatores decisivos para a mudança de estratégia dos ambientalistas, para eles mesmos fazerem sua própria representação político-partidária e alcançarem o sistema político. O papel de liderança de Marina Silva possibilitou aos ambientalistas, que a apoiaram em toda sua trajetória política, a viverem uma experiência política intensa nas diferentes arenas de atuação do PT, o que os capacitou politicamente e trouxe confiança para tomarem a decisão de formar, eles mesmos, um novo partido político. As formas da interação de Marina Silva com essa e com outras legendas partidárias deram o tom da relação entre movimento ambientalista e partidos políticos. Ela se tornou a intermediadora principal entre ambos. A abordagem teórica para este trabalho foi elaborada a partir da literatura sobre movimentos sociais e sobre partidos políticos. Propôs-se um diálogo entre ambas que partisse dos conceitos básicos, sobre o que é movimento social e partido político, como se organizam, como constroem suas identidades, quais são suas estratégias, em quais pontos eles se relacionam e onde se localizam os principais pontos de atrito na interação entre ambos. Nesse diálogo, os dilemas entre identidade e estratégia dos movimentos sociais e identidade e estratégia dos partidos políticos expuseram tensões e conflitos constantes da interação entre esses diferentes objetos de análise. Isso leva a questionar porque um movimento social forma um partido político. Para compreender a criação da Rede Sustentabilidade, focou-se na análise do processo sociopolítico que culminou na sua formação, em vez de focar na organização partidária em si, como é de praxe na literatura sobre partidos políticos. Concluiu-se que a Rede Sustentabilidade é consequência da experiência prévia do movimento ambientalista nas arenas partidárias - governamental, legislativa e eleitoral - e da relação deles com diferentes partidos políticos, especialmente com o Partido dos Trabalhadores.
  • Imagem de Miniatura
    Outro
    Formação da Rede Sustentabilidade : movimento ambientalista, eleições e partidos políticos
    (2016) Oliveira, Marília Silva de; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca compreender as razões que levaram lideranças sociais do ambientalismo brasileiro a criarem a Rede Sustentabilidade. Argumenta-se que eles mesmos decidiram fazer sua representação no sistema político, uma vez que a representação política tradicionalmente exercida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) havia sido abalada após a experiência no governo federal.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Capilarização territorial de novos partidos no Brasil (2011-2016)
    (2017) Schaefer, Bruno Marques; Tribunal Superior Eleitoral
    Durante o primeiro e o início do segundo governo Dilma Rousseff (2011-2015), oito novos partidos obtiveram registro no Tribunal Superior Eleitoral. Neste artigo, tratamos de investigar as características iniciais dessas organizações no que concerne à capilarização territorial. Como principal hipótese, consideramos que a proximidade com o Estado, mensurada a partir do recrutamento de deputados federais, é a variável mais significativa no processo de expansão territorial de novos partidos no Brasil. Isso corrobora outros dados e recorte temporal, como a tese de Campello de Souza de 1976: os partidos políticos brasileiros são dependentes do Estado no seu processo de desenvolvimento. Os resultados acabam por confirmar a hipótese, o que de forma alguma esgota os esforços na direção de maior entendimento dos novos partidos brasileiros.
  • Imagem de Miniatura
    Artigo
    Novos competidores no Brasil? : candidatos e eleitos pela REDE, PMB e NOVO
    (2017) Barbosa, Tiago Alexandre Leme; Schaefer, Bruno Marques; Ribas, Vinicius de Lara
    Analisa a organização de novos partidos políticos no Brasil. Por meio dos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e estatutos partidários, discutimos a estrutura organizacional, o perfil dos candidatos e os eleitos de três novos competidores: o Partido NOVO (NOVO), o Partido da Mulher Brasileira (PMB) e a REDE Sustentabilidade (REDE). Nosso norte investigativo é compreender até que ponto essas candidaturas de novos partidos podem ser considerados de fato novas frente a outras organizações partidárias. Aplicando o conceito de novidade (newness), os resultados dessa nota de pesquisa revelam que, nesses termos, o NOVO seria o mais próximo, de fato, de um novo competidor, seguido pela REDE e PMB.