O controle de convencionalidade das normas que regulam a capacidade eleitoral passiva : uma análise a partir do Pacto de San José da Costa Rica

dc.accrualperiodicitySemestral
dc.contributor.authorBahia, Ana Lúcia Alves
dc.contributor.authorRibeiro, Adriano da Silva
dc.contributor.otherTribunal Superior Eleitoral
dc.date.accessioned2025-10-29T19:38:26Z
dc.date.issued2025
dc.description.abstractA Convenção Americana sobre Direitos Humanos, também conhecida como Pacto de São José da Costa Rica, de 1969, traz em seu art. 23.2, em caráter exaustivo, as hipóteses de restrições do exercício de direitos políticos: em razão de idade, nacionalidade, residência, idioma, instrução, capacidade civil ou mental e condenação em processo penal. Analisando-se o conjunto de normas de Direito Eleitoral no Brasil que regulam a capacidade eleitoral passiva, percebe-se que há algumas condições de elegibilidade, hipóteses de inelegibilidade e requisitos de registrabilidade que parecem ofender o referido art. 23.2. Assim, sendo o Brasil signatário desse Pacto, comprometido a guiar suas normas e decisões nos moldes do que foi convencionado e do que vem decidindo a Corte Interamericana de Direitos Humanos, questiona-se se existe um controle de convencionalidade adequado, com base no art. 23.2 do Pacto de São José da Costa Rica, realizado sobre as normas de Direito Eleitoral brasileiro relativas à capacidade eleitoral passiva. A hipótese que se pretende demonstrar é que inexiste um controle de convencionalidade adequado das normas brasileiras de Direito Eleitoral perante o Direito Internacional. Espera-se apresentá-la pela constatação de que há normas no Direito Eleitoral brasileiro relativas às condições de elegibilidade, hipóteses de inelegibilidade e requisitos de registrabilidade que ofendem o art. 23.2 do Pacto. Para desenvolver o trabalho, foi utilizada a pesquisa bibliográfica, por meio do método dedutivo, e pesquisa documental nos sítios eletrônicos do TSE, dos TREs e da CIDH.
dc.format.extent51 p.
dc.identifier.citationBAHIA, Ana Lúcia Alves; RIBEIRO, Adriano da Silva. O controle de convencionalidade das normas que regulam a capacidade eleitoral passiva: uma análise a partir do Pacto de San José da Costa Rica. Estudos Eleitorais, Brasília, DF, v. 18, n. 2, p. 117-167, jul./dez. 2024. ISSN: 1414-5146. DOI: https://doi.org/10.57025/14145146_v18n2_bah.ana.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.57025/14145146_v18n2_bah.ana
dc.identifier.issn1414-5146
dc.identifier.numbern. 2
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/13979
dc.identifier.volumev. 18
dc.language.isopt_BR
dc.relation.ispartofEstudos eleitorais : vol. 18, n. 2 (jul./dez. 2024)
dc.relation.ispartoflinkhttps://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/13987
dc.subjectConvenção internacional
dc.subjectCapacidade eleitoral passiva
dc.subjectDireitos políticos
dc.subjectDireito eleitoral
dc.titleO controle de convencionalidade das normas que regulam a capacidade eleitoral passiva : uma análise a partir do Pacto de San José da Costa Rica
dc.title.alternativeControl of conventionality of the rules that regulate passive electoral capacity : an analysis based on the San José de Costa Rica Pact
dc.typeArtigo

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