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Artigo Geografia eleitoral e análise espacial do voto das eleições para governador de 1986 no Paraná(2025) Silva, Márcia da; Freitas, Elisa Pinheiro de; Galuch Junior, Daniel; Tribunal Superior EleitoralA espacialização do voto dos candidatos ao governo do Paraná nas eleições de 1986 está descrita e analisada neste texto, que tem como base teórica a Geografia eleitoral e suas possibilidades de análise do voto pelo espaço, fato que se verifica a partir do estudo de um conjunto de mapas sobre o desempenho dos candidatos dessa eleição. Além disso, averiguam-se aspectos relativos ao eleitor, como o percentual de abstenções e a distribuição dos votantes por classe de tamanho em todo o estado. Álvaro Dias e Alencar Furtado se destacaram no pleito, sendo o primeiro eleito. Os demais candidatos obtiveram percentuais muito abaixo desses dois, mas contribuíram para a dinamização e democratização do voto. O texto está dividido em duas partes: a que discorre sobre a Geografia Eleitoral e suas possibilidades de análise pelo espaço e a que apresenta o cenário do Brasil em 1986, com o processo de redemocratização, as eleições para governador e a espacialização geográfica do voto no Paraná.Artigo Geografia, eleições para governador no Paraná em 2002 e a a nálise espacial do voto(2025) Santos Junior, Washington Ramos dos; Inácio, Tiago Viesba Pini; Medeiros, Paulo Vinícius Vasconcelos de; Silva, Márcia da; Galuch Junior, Daniel; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as eleições para governador no Paraná em 2002, com foco na espacialização dos votos e na relação entre aspectos geográficos, históricos e socioeconômicos. O objetivo foi compreender como fatores territoriais influenciam o comportamento eleitoral e as estratégias dos candidatos. A metodologia utilizou análise cartográfica para identificar padrões espaciais de voto, aliada a uma abordagem interdisciplinar que considerou variáveis políticas, econômicas e sociais. Os principais resultados destacam a verticalização entre pleitos estaduais e nacionais, refletida no impacto da eleição presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva no desempenho estadual de Roberto Requião, eleito governador no segundo turno. Observou-se a fragmentação dos votos no primeiro turno e a transferência no segundo, influenciada por alianças partidárias e lideranças regionais. A análise revelou diferenças marcantes no comportamento eleitoral entre regiões mais desenvolvidas, como Curitiba e o Norte, e áreas periféricas, onde questões socioeconômicas tiveram maior peso. Conclui-se que o cenário eleitoral do Paraná é fortemente influenciado por dinâmicas nacionais, mas moldado por particularidades locais e regionais.Artigo A geografia do voto paranaense : análise das eleições governamentais de 2006(2025) Zorzanello, Liamar Bonatti; Mota, Francisco Lima; Buava, Alison Diego; Tribunal Superior EleitoralOs pleitos eleitorais são imbricados por relações de poder e revelam a estrutura da sociedade naquele determinado momento. As eleições para o governo do Paraná no ano de 2006 registraram o maior número de candidaturas em comparação aos pleitos anteriores. Essa pluralidade ofereceu aos eleitores mais possibilidades de escolha e dinamizou relações até então estabelecidas. Diante disso, pretende-se analisar a distribuição geográfica do voto paranaense nas eleições governamentais de 2006, relacionando-a com aspectos socioeconômicos e políticos presentes na realidade estadual daquele período, visando entender os mecanismos que levaram Requião e Pessuti à reeleição.Artigo Eleição para o governo do estado do Paraná (2010)(2025) Tachevski, Keila Miranda; Rickli, Paulo Ernesto Lopes; Chimin Junior, Alides Baptista; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as eleições para governador do estado do Paraná em 2010, destacando a disputa entre Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT). Em um cenário de estabilidade econômica nacional, as eleições foram marcadas por estratégias de campanha inovadoras, especialmente pelo uso de redes sociais. Beto Richa, então prefeito de Curitiba, emergiu como vencedor, consolidando sua liderança política no estado. A análise inclui a dinâmica das disputas internas no PSDB, a influência das coligações e a importância das redes sociais na campanha eleitoral. O estudo também mapeou os padrões de votação e explorou as diferenças no perfil do eleitorado.Artigo Atual conjuntura do governo estadual do Paraná : uma análise sobre a eleição de Carlos Roberto Massa Júnior (2023-2026)(2025) Prudentes, Tatiellen Cristina; Castellari, Letícia Sther; Silva, Evandro Del Negro da; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o arranjo político das eleições para governador do Paraná em 2022, destacando a reeleição de Carlos Massa Ratinho Junior e sua predominância no cenário eleitoral paranaense. Utilizando a geografia do voto e a teoria dos campos políticos de Pierre Bourdieu como arcabouço teórico, o estudo investiga a distribuição espacial dos votos e as estratégias eleitorais dos principais candidatos, Ratinho Junior e Roberto Requião. A análise revela que a campanha de Ratinho Junior, baseada em uma proposta de continuidade administrativa e desenvolvimento, conquistou uma ampla base eleitoral em todo o estado, enquanto Requião, embora fortemente associado ao ex-presidente Lula, teve seu apoio concentrado em áreas específicas. A pesquisa demonstra como a espacialização dos votos reflete dinâmicas políticas regionais e nacionais, e como as campanhas foram moldadas pelas necessidades e expectativas dos eleitores em um contexto de polarização política.Artigo Eleições estaduais de 1998 : o Paraná da reeleição de Jaime Lerner(2025) Rocha, Ana Paula Azevedo da; Souza, Anderson Wesley de Lima; Souza, Cristiano Penteado de; Tribunal Superior EleitoralA análise da geografia eleitoral busca compreender os perfis socioeconômicos e ideológicos dos candidatos eleitos. Essa abordagem destaca como a organização espacial afeta as decisões dos eleitores e como os candidatos usam o espaço de forma estratégica durante as campanhas. Examina-se a distribuição espacial dos votos e como fatores geográficos e demográficos influenciam os resultados eleitorais. A análise espacial dos votos evidencia como elementos espaciais influenciam o comportamento dos eleitores, revelando padrões de concentração e dispersão, além do impacto das desigualdades socioeconômicas. O estudo foca na eleição de 1998 para governador do Paraná, na qual Jaime Lerner (PFL) foi reeleito no primeiro turno, derrotando Roberto Requião (PMDB). A análise inclui dados socioeconômicos do IBGE e informações sobre a votação. Lerner venceu em grandes colégios eleitorais, como Curitiba, Londrina e Ponta Grossa, enquanto Requião obteve vitórias significativas em cidades do interior, como Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. A vitória de Lerner foi atribuída à densidade demográfica das cidades onde venceu, que eram mais populosas e industrializadas, em contraste com o interior predominantemente agrícola.Artigo Retração e priorização : estratégias partidárias perante o fim das coligações para vereadores(2025) Machado, Carlos Augusto Mello; Aikawa, Luiza; Tribunal Superior EleitoralA nacionalização dos partidos políticos é tema que tem ganhado tração no contexto de mudanças nas regras eleitorais brasileiras, em especial o fim das coligações para eleições proporcionais. A principal questão investigada por este artigo é: como as alterações nas regras eleitorais entre 2000 e 2020 impactaram a participação dos partidos brasileiros em eleições municipais? O objetivo principal é verificar se essas mudanças levaram a aumento ou redução na participação dos partidos em eleições municipais para o Legislativo e se, como isso, afetou a nacionalização do sistema partidário brasileiro. Utilizamos o Índice de Nacionalização de Lago e Montero (2010) para avaliar a capilaridade territorial dos partidos e suas estratégias de competição eleitoral. Além disso, analisamos a capilaridade territorial de cada partido, a fragmentação partidária no âmbito municipal e as taxas de sucesso dos partidos em eleições municipais. Como resultado, verificamos que, a partir do fim das coligações para eleições proporcionais em 2020, todos os partidos brasileiros apresentaram menor presença territorial dos partidos sem redução proporcional nas candidaturas e com desfragmentação partidária de Câmaras Municipais. As conclusões apontam para desnacionalização dos partidos brasileiros em resposta ao novo ambiente institucional, indicando adaptação estratégica dos partidos para sobreviver e prosperar no novo contexto.Artigo A regulamentação do uso da inteligência artificial pela Resolução-TSE n. 23.732/2024 e sua aplicação pelos Tribunais Regionais Eleitorais nas Eleições 2024(2025) Leite, Rodrigo de Almeida; Azeredo, Sarah da Silva; Tribunal Superior EleitoralTem como objetivo compreender as alterações à Resolução-TSE n. 23.610/2019 efetuadas pela Resolução-TSE n. 23.732/2024, que trouxe inovações normativas relativas ao uso de inteligência artificial na propaganda e no processo eleitoral, bem como sua utilização pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Para tanto, o trabalho aborda o conceito de Inteligência Artificial (IA) e sua evolução na sociedade, além de discutir sobre o funcionamento dos algoritmos, o uso do banco de dados e seu compartilhamento, além de questões referentes a deepfake e fake news. Em seguida, aborda e comenta as alterações normativas realizadas pela Res.-TSE n. 23.732/2024 e apresenta como os TREs aplicaram as novas disposições nas eleições de 2024. No tocante à metodologia, realizou-se estudo exploratório, com análise da legislação aplicada à espécie, de doutrina e jurisprudência dos TREs, além de pesquisa qualitativa em casos julgados por esses Tribunais. Concluiu-se que a Res.-TSE n. 23.732/2024 ofereceu importante fundamentação jurídica para que juízes eleitorais e TREs atuassem no sentido de impedir a divulgação e o compartilhamento, em redes sociais ou aplicativos de comunicação, de conteúdos manipulados por IA inverídicos, descontextualizados, ofensivos à honra e à imagem de candidatos.Artigo A geografia do voto no estado do Paraná : análise eleitoral do período entre 1990 à 1994(2025) Dantas, Jhonatan dos Santos; Paula, Rafael Freire de; Galuch Junior, Daniel; Tribunal Superior EleitoralO campo de estudos da Geografia Eleitoral tem ganhado cada vez mais expressão. A compreensão de diferentes fenômenos espaciais que envolvem a geografia do voto, no que tange ao comportamento do voto, cartografia eleitoral, estratégias, discursos e vinculação territorial, bem como ao papel do território nas eleições e seus reflexos na organização socioespacial, tem conquistado espaço acadêmico. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é analisar a cartografia das eleições no estado do Paraná, no período de 1990 a 1994, permitindo verificar a espacialização do voto nas eleições para governador. A metodologia utilizada compreendeu: a) revisão bibliográfica especializada de artigos científicos; b) análise cartográfica dos municípios (e regiões do estado) cuja decisão eleitoral foi verificada a partir dos dados obtidos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Podemos considerar que a análise e exploração dos dados e mapas apresenta potencial analítico para além do panorama verificado na cartografia eleitoral, pois permite compreender fenômenos sociais e políticos mais amplos, como as diferentes articulações, coesões e contextos nos quais a cena política-territorial se deu em determinado momento histórico e geográfico.Artigo Eleições de 1994 para governador no estado do Paraná(2025) Baltar, Cláudia Siqueira; Baltar, Ronaldo; Tribunal Superior EleitoralAs eleições para governador do Paraná, em 1994, representaram um marco na história política estadual, refletindo as complexas transformações que ocorriam tanto no Brasil quanto no cenário internacional da década de 1990. O país enfrentava um período de intensa instabilidade econômica, após uma década de hiperinflação e inúmeras tentativas fracassadas de estabilização. Nesse contexto, o Plano Real foi lançado como resposta para conter a crise econômica, e seu impacto foi decisivo nas eleições presidenciais de 1994, influenciando também as disputas estaduais. No Paraná, o Plano Real tornou-se um tema central nas campanhas dos principais candidatos ao governo: Jaime Lerner e Álvaro Dias. Com a vitória de Lerner e sua vice Emília Belinati, a eleição de 1994 marcou uma mudança na dinâmica política do estado, inaugurando um novo ciclo de reconfiguração das alianças e dos projetos locais. Este texto busca analisar como esse pleito consolidou uma nova fase para o Paraná, redefinindo as bases da política estadual e orientando o cenário político dos anos seguintes.
