Por que ainda falamos de clientelismo no Brasil?

dc.contributor.authorMüller, Matheus
dc.contributor.otherTribunal Superior Eleitoralpt_BR
dc.date.accessioned2021-08-27T17:15:04Z
dc.date.available2021-08-27T17:15:04Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractDiferentemente do coronelismo, que perdeu força com o avanço dos mecanismos de controle sobre o processo eleitoral, ou do mandonismo, que rareou com a afirmação dos direitos políticos e civis no país, o clientelismo se manteve vivo por toda a história da democracia brasileira. Com o passar do tempo, mudaram os atores, sua presença diminuiu em determinados períodos, aumentou em outros, mas a troca de bens de qualquer natureza pelo voto do eleitor nunca deixou de existir. Este estudo assume o compromisso de descobrir o perfil do eleitor preferido pelos candidatos para ofertar o clientelismo entre os anos de 2000 e 2010 no Brasil. Se vale da metodologia quantitativa e das técnicas da estatística descritiva e do risco relativo para sua análise. Os principais resultados obtidos fazem cair por terra algumas das premissas da Ciência Política e do senso comum a respeito dessa prática tão comum à política brasileira.pt_BR
dc.description.abstractUnlike coronelism, which lost strength with the advance of the mechanisms of control over the electoral process, or of mandonismo, which became rare with the affirmation of the political and civil rights in the country, clientelism remained alive throughout the history of the Brazilian democracy. Over time, the actors changed, its presence decreased in certain periods, increased in others, but the exchange of goods of any nature for the voter's vote never ceased to exist. This study is committed to discovering the profile of the voter preferred by the candidates to offer clientelism between the years 2000 and 2010 in Brazil. It uses quantitative methodology and techniques of descriptive statistics and of the relative risk for the analysis. The main results obtained make some of the premises of Political Science and of common sense about this practice, which is so common to Brazilian politics, fall apart.pt_BR
dc.format.extent27 p.pt_BR
dc.identifier.citationMÜLLER, Matheus. Por que ainda falamos de clientelismo no Brasil? Revista Debates, Porto Alegre, v. 14, n. 3, p. 150-176, set./dez. 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/9184
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsCreative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacionalpt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectComportamento políticopt_BR
dc.subjectEleitorpt_BR
dc.subject.otherClientelismopt_BR
dc.titlePor que ainda falamos de clientelismo no Brasil?pt_BR
dc.title.alternativeWhy do we still speak of clientelism in Brazil?pt_BR
dc.typeArtigopt_BR

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 2 de 2
Imagem de Miniatura
Nome:
2020_muller_falamos_clientelismo_brasil.pdf
Tamanho:
303.77 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
Imagem de Miniatura
Nome:
qr_code_bdtse9184.jpg
Tamanho:
1.3 KB
Formato:
Joint Photographic Experts Group/JPEG File Interchange Format (JFIF)

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 2 de 2
Nenhuma Miniatura Disponível
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.8 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição:
Nenhuma Miniatura Disponível
Nome:
licenca_rev_debates.pdf
Tamanho:
175.02 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:

Coleções