A nova taxionomia da propaganda eleitoral na televisão
| dc.contributor.author | Albuquerque, Rodrigo da Silva | |
| dc.contributor.other | Tribunal Superior Eleitoral | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2018-02-07T19:46:52Z | |
| dc.date.available | 2018-02-07T19:46:52Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description.abstract | Tem-se propagado por todo o Brasil, que as ultimas reformas eleitorais modificaram substancialmente a forma de se fazer campanha. Encerrada as eleições, podemos afirmar com convicção de que essa premissa que embasa essa afirmação é correta. De fato, mudou-se a forma de se fazer campanha no Brasil. A propaganda eleitoral de rua na maior parte das cidades praticamente fora extinta, restringindo-se apenas a eventos específicos. O número de militantes diminuiu, assim como o número de carros de som, bandeiras e adesivos. Os cavaletes, as pinturas em muros, as placas e os bonecos foram abolidos. Dentre tamanhas modificações destacamos ainda a proibição do financiamento empresarial das campanhas eleitorais, a obrigatoriedade de definição de limites de gastos pelo Tribunal Superior Eleitoral, o atraso do calendário eleitoral e a flexibilização das pré-campanhas. Um dos principais desafios do Direito Eleitoral significa otimizar o exercício da cidadania, garantindo uma maior interlocução entre os candidatos e a sociedade civil, outorgando uma maior legitimidade ao pleito eleitoral. Tais mudanças otimizaram esse diapasão? Há de se indagar! Para se chegar a tal resposta, precisamos ultrapassar todas as formas apresentadas, adentrando na propaganda eleitoral no rádio e na televisão, que também sofreu o impacto das reformas eleitorais. Nesse sentido, o presente artigo, objetiva, por linhas simples, analisar o impacto da minirreforma eleitoral na propaganda eleitoral na televisão e no rádio em contrassenso ao desinteresse na sociedade em participar do processo eleitoral. | pt_BR |
| dc.format.extent | 8 p. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | ALBUQUERQUE, Rodrigo. A nova taxionomia da propaganda eleitoral na televisão. Revista de Estudos Eleitorais, Recife, n. 1, p. 29-36, 2017. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4268 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.relation.ispartof | Revista de estudos eleitorais : n. 1 (2017) | |
| dc.relation.ispartoflink | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/5276 | |
| dc.rights | Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional | pt_BR |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/ | pt_BR |
| dc.subject | Propaganda eleitoral | pt_BR |
| dc.subject | Televisão | pt_BR |
| dc.subject | Reforma política | pt_BR |
| dc.subject | Campanha eleitoral | pt_BR |
| dc.subject | Financiamento | pt_BR |
| dc.subject | Gastos eleitorais | pt_BR |
| dc.subject | Direito eleitoral | pt_BR |
| dc.subject | Sociedade civil | pt_BR |
| dc.subject | Candidato a cargo eletivo | pt_BR |
| dc.subject.other | Reforma eleitoral | pt_BR |
| dc.title | A nova taxionomia da propaganda eleitoral na televisão | pt_BR |
| dc.type | Artigo | pt_BR |
