A fria austeridade das regras fiscais resiste ao calor das urnas? Oportunismo fiscal e contabilidade criativa nos estados brasileiros
| dc.contributor.advisor | Melo, Marcus André | |
| dc.contributor.author | Souza, Saulo Santos de | |
| dc.contributor.other | Tribunal Superior Eleitoral | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2018-04-19T21:02:41Z | |
| dc.date.available | 2018-04-19T21:02:41Z | |
| dc.date.issued | 2008 | |
| dc.date.submitted | 2008-06-30 | |
| dc.description.abstract | Por que as regras fiscais não impedem o oportunismo fiscal dos governantes na proximidade das eleições? O presente trabalho analisa o desempenho fiscal dos estados brasileiros nos anos de eleição para o cargo de governador posteriormente à adoção da Lei de Responsabilidade Fiscal. A hipótese é que a disputa eleitoral continua a afetar negativamente o comportamento fiscal dos estados. Os teste econométricos indicaram que a oscilação do resultado primário agregado foi mais evidente em 2006 do que em 2002, embora tenha havido forte influência de variáveis políticas em todo o período, particularmente nos indicadores fiscais alternativos. Além disso, informações relacionadas à gestão fiscal de uma amostra representativa de estados revelaram instâncias reiteradas de falta de transparência e a conseqüente manipulação de dados fiscais no intuito de escapar às restrições previstas na LRF, principalmente no último ano de governo. Em geral, este recurso à contabilidade criativa favoreceu, por um lado, o aparente cumprimento das regras de equilíbrio fiscal e, por outro, a majoração e eventual transferência de déficits financeiros para os governos sucessores. Com base nesses elementos, o trabalho conclui que: 1) Não há evidências estatísticas de ciclos político-orçamentários no comportamento fiscal agregado dos estados brasileiros no período inicial de vigência da LRF; e 2) O oportunismo fiscal dos estados assumiu a forma de contabilidade criativa nas eleições de 2002 e 2006. As conclusões confirmam as proposições teóricas de que os determinantes políticos do gasto público e a ausência de transparência fiscal e mecanismos efetivos de enforcement das regras favorecem a prática de manipulação fiscal oportunista no período eleitoral | pt_BR |
| dc.format.extent | 228 f. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | SOUZA, Saulo Santos de. A fria austeridade das regras fiscais resiste ao calor das urnas? Oportunismo fiscal e contabilidade criativa nos estados brasileiros. 2008. 228 f. Tese (Doutorado em Ciência Política) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2008 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4514 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.publisher.place | Recife | pt_BR |
| dc.rights | Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional | pt_BR |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/ | pt_BR |
| dc.subject | Eleições | pt_BR |
| dc.subject | Normas | pt_BR |
| dc.subject | Fiscal | pt_BR |
| dc.subject | Lei de Responsabilidade Fiscal | pt_BR |
| dc.subject | Brasil | pt_BR |
| dc.subject | Contabilidade | pt_BR |
| dc.subject | Governador | pt_BR |
| dc.title | A fria austeridade das regras fiscais resiste ao calor das urnas? Oportunismo fiscal e contabilidade criativa nos estados brasileiros | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
