Ideologia, sofisticação política e voto no Brasil

dc.contributor.authorIzumi, Mauricio Yoshida
dc.contributor.otherTribunal Superior Eleitoralpt_BR
dc.date.accessioned2019-08-14T19:29:48Z
dc.date.available2019-08-14T19:29:48Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractTesta, para as eleições presidenciais no Brasil entre 2002 e 2014, o pressuposto de que eleitores diante de dois ou mais candidatos escolherão aquele que estiver mais próximo de suas preferências. Para isso, são utilizados os dados do Estudo Eleitoral Brasileiro e as técnicas de escalonamento. Os resultados apontam que a probabilidade de um eleitor votar no candidato que está mais próximo dele do ponto de vista ideológico é extremamente alta. O segundo objetivo do artigo é verificar se esse resultado se sustenta a despeito do nível de sofisticação política do eleitor. Isto é, testa a hipótese de que eleitores pouco informados tomariam as suas decisões a partir de elementos não espaciais (não ideológicos). Os resultados contrariam essa ideia. Eleitores pouco sofisticados do ponto de vista político também escolhem os candidatos que estão mais próximos deles.pt_BR
dc.description.abstractThe spatial theory of voting assumes that voters will cast their votes for the candidate whose policy position is closest to their own views. The goal of this paper is twofold: the first one is to test this assumption for the Brazilian presidential elections from 2002 to 2014. In order to do that we use data from the Brazilian Electoral Study along with scaling methods. The results suggest that the probability of a voter casting her vote for the candidate whose policy position is closest to her own is pretty high. The second goal of this paper is to assess if this result holds despite voters' political sophistication. In other words, we test if ill-informed voters make their electoral decisions based on non-spatial candidate characteristics. The results contradict this idea. Politically ill-informed voters also choose the candidates whose views are closer to their own.pt_BR
dc.description.abstractLa teoría espacial del voto parte del supuesto de que electores frente a dos (o más) candidatos elegirán aquel que esté más próximo de sus preferencias políticas. El primer objetivo del presente estudio será testar ese supuesto para las elecciones presidenciales en Brasil entre 2002 y 2014. Para este fin, utilizamos los datos del Estudio Electoral Brasileño y técnicas de escalonamiento Los resultados muestran que la probabilidad que un elector vote en un candidato que esté más cercano de su punto de vista ideológico es considerablemente alta. El segundo objetivo de este estudio es averiguar si ese mismo resultado se sostiene independientemente del nivel de sofisticación política del elector, o sea, testamos la hipótesis de que electores poco informados tomarían sus decisiones basándose en elementos no espaciales (no ideológicos). Los resultados no respaldan esa idea; electores poco sofisticados políticamente también eligen los candidatos más similares a ellos mismos ideológicamente.pt_BR
dc.description.abstractLa théorie spatiale du vote présuppose que les électeurs qui sont face à deux candidats (ou plus) vont choisir celui qui est plus proches de leurs préférences. Le premier objectif de ce travail sera de tester cette hypothèse pour les élections présidentielles au Brésil entre 2002 et 2014. Pour cela, on utilise les données de l'Étude Electorale Brésilienne et des techniques d'échelonnement. Les résultats montrent que la probabilité qu'un électeur vote pour le candidat le plus proche de son point de vue idéologique est très élevée. Le second objectif de ce travail est de vérifier si le résultat se maintient malgré le niveau de sophistication politique de l'électeur. C'est-à-dire qu'on teste l'hypothèse selon laquelle les électeurs peu informés prendraient leurs décisions à partir d'éléments non spatiaux (non idéologiques). Les résultats contrarient cette idée. Des électeurs peu sophistiqués du point de vue politique choisissent aussi des candidats qui sont proches d'eux.pt_BR
dc.format.extent34 p.pt_BR
dc.identifier.citationIZUMI, Mauricio Yoshida. Ideologia, sofisticação política e voto no Brasil. Opinião Pública, Campinas, v. 25, n. 1, p. 29-62, jan./abr. 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/5918
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsCreative Commons Atribuição 4.0 Internacionalpt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_BR
dc.subjectEleiçõespt_BR
dc.subjectIdeologiapt_BR
dc.subjectEleitorpt_BR
dc.subjectVotopt_BR
dc.subjectComportamento eleitoralpt_BR
dc.titleIdeologia, sofisticação política e voto no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeIdeology, political sophistication and vote in Brazilpt_BR
dc.title.alternativeIdeología, sofisticación política y voto en Brasilpt_BR
dc.title.alternativeIdéologie, sophistication politique et vote au Brésilpt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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