A estética política da gambiarra cotidiana

Resumo

Propõe pensar a gambiarra de forma ampla, como uma prática de improviso, de reapropriação de algum recurso material disponível que o transforma e adequa a uma necessidade específica. A partir disso, exploramos o processo-gambiarra para além de seu caráter funcional. Acreditamos que o rearranjo de materiais pode ressignificar nossa experiência com o mundo e reinventar o cotidiano, revelando um potencial de resistência e emancipação. As dimensões política e estética dessa prática do inusitado são tratadas, aqui, a partir da articulação das ideias de Michel de Certeau, John Dewey, Jacques Rancière e Hannah Arendt
Seeks to think of kludges and quick fixes as innovative practices, characterized by the reappropriation of available resources in order to adapt them to specific needs. It explores the process of jury rigging beyond its functional dimension. We believe that rearrangements of materials may re-signify our experiences and reinvent everyday life, disclosing potentials of resistance and emancipation. The political and aesthetic dimensions of this practice of the unusual and unexpected are dealt with through the articulation of works by Michel de Certeau, John Dewey, Jacques Rancière and Hannah Arendt

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Referência

ASSUNÇÃO, Helena Santos; MENDONÇA, Ricardo Fabrino. A estética política da gambiarra cotidiana. Revista Compolítica, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p. 92-114, 2016.

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