Captação ilegal de sufrágio : quem dá mais?

dc.contributor.authorFerreira, Cristina Carneiro
dc.date.accessioned2016-04-29T21:22:59Z
dc.date.available2016-04-29T21:22:59Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractA captação ilegal de sufrágio adentrou no ordenamento jurídico brasileiro a partir da Lei 9.840/99, que introduziu o art. 41A à Lei das Eleições (Lei 9.504/97). Popularmente conhecido como "compra de voto", esse importante dispositivo legal visa proteger o maior poder conquistado pelo povo brasileiro: o de escolher livremente os governantes que cuidarão de seus interesses e orientarão os rumos da nação. As punições trazidas - multa e cassação do registro de candidatura ou do diploma - são instrumentos altamente eficazes para combater as fraudes, a corrupção eleitoral, a troca de favores, o uso ilegal da máquina estatal e o abuso do poder econômico, que sempre marcaram a história eleitoral do Brasil. Infelizmente, ainda há muitas notícias de eleitores que trocam os seus votos por dentaduras, cargos públicos, materiais de construção, consultas odontológicas e médicas etc. Os captadores ilegais de votos exploram a miséria e a carência brasileiras e iludem aquele eleitor que não consegue perceber que democracia não se vende. De outro lado, mal acostumado com as benesses sufragistas dos anos eleitorais, está o eleitor mercador, que vai atrás dos políticos para comercializar o seu voto. Procura quem dá mais e oferece em troca o seu voto. Entretanto, com o advento do art. 41-A em 1999, a sociedade não está mais de mãos atadas. Ganhou uma forte arma na luta contra os políticos que exercitam a mercancia eleitoral viciando a vontade do eleitor. Uma vez julgada procedente a representação impetrada com base na captação ilícita de votos, o candidato tem seu registro cassado e é imediatamente extirpado da disputa eleitoral, não se exigindo nem o aguardo do trânsito em julgado da sentença prolatada.pt_BR
dc.format11 p.pt_BR
dc.identifier.citationFERREIRA, Cristina Carneiro. Captação ilegal de sufrágio: quem dá mais? Revista de Doutrina e Jurisprudência, Belo Horizonte, n. 17, p. 35-44, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/801
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofRevista de doutrina e jurisprudência : n. 17 (2008)pt_BR
dc.relation.ispartoflinkhttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/7779
dc.rightsCreative Commons Atribuição 4.0 Internacionalpt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_BR
dc.subjectCaptação ilícita de sufrágiopt_BR
dc.subjectLei das Eleições (1997)pt_BR
dc.subjectInterpretaçãopt_BR
dc.subjectNorma jurídicapt_BR
dc.subjectCorrupção eleitoralpt_BR
dc.subjectFraude eleitoralpt_BR
dc.titleCaptação ilegal de sufrágio : quem dá mais?pt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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