A influência do poder econômico na atividade política
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2009
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Resumo
A história das civilizações revela que a fraude e o abuso do poder econômico são males que transcendem a existência dos sistemas políticos e sociais há mais de dois mil anos. Sabe-se que a sinistra audiência da crucificação de Cristo, presidida por Pôncio Pilatos, foi fruto de uma questão histórica advinda da inveja e da corrupção praticadas entre as principais facções judaicas do mundo da Galileia que, estimuladas pela maioria dos fariseus que dominavam o Sinédrio de Jerusalém, foram convencidas a trocar um inocente (Jesus Cristo) por um ladrão salteador de estradas e agitador (Barrabás), a fim de que o Filho de Deus não viesse a ser o Rei de Israel. Revela dizer que, como doença moral ou como fenômeno normal da vida, a cobiça pelo poder é um mal que sempre grassou como endemia nociva à moral e a liberdade do voto. Este trabalho trata essencialmente dessa questão, fazendo uma abordagem sucinta das diversas formas abusivas ou criminosas da influência do poder econômico na atividade política (refletida mais nitidamente no processo eleitoral brasileiro).
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Referência
PINTO, Valério Neto Chaves. A influência do poder econômico na atividade política. Revista Eleições e Cidadania, Teresina, ano 1, n. 1, p. 27-41, dez. 2009.
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