A exceção seria norma : governos de coalizão em um Reino Unido com eleições proporcionais
| dc.contributor.author | Reis, Guilherme Simões | |
| dc.contributor.other | Tribunal Superior Eleitoral | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2020-09-28T20:15:57Z | |
| dc.date.available | 2020-09-28T20:15:57Z | |
| dc.date.issued | 2012 | |
| dc.description.abstract | O Reino Unido tem, hoje, sua primeira coalizão de governo desde a Segunda Guerra Mundial e, no período, teve apenas um governo minoritário. A formação de gabinetes majoritários de partido único não se deve às preferências dos eleitores e, sim, ao sistema eleitoral uninominal, que vem sobrerrepresentando Trabalhistas e Conservadores e sub-representando Liberal-Democratas. A simulação da conversão de votos em cadeiras nas últimas sete eleições - de 1983 a 2010 -, utilizando-se o sistema proporcional (fórmula D'Hondt, um único distrito eleitoral, a mesma votação para cada partido), mostra que a correlação de forças seria muito diferente e que inevitavelmente a formação de coalizões ocorreria com frequência, ao invés de ser uma exceção. O elevado nível de desproporcionalidade sub-representa também muitos outros partidos, que, se tivessem mais força, poderiam dar maior destaque a outras clivagens no sistema político britânico, como o regionalismo, o ambientalismo e a União Europeia. Dois partidos eurocéticos e de direita, UKIP e BNP, crescem a cada eleição e já são o quarto e o quinto mais votados, mas seguem sem jamais eleger um parlamentar, devido ao sistema eleitoral adotado. Se Trabalhistas e Conservadores seguirem sem formar maiorias, os Liberal-Democratas continuarão sendo o pivô capaz de escolher com quem formar o governo, mesmo sendo apenas o terceiro partido mais votado. | pt_BR |
| dc.format.extent | 19 p. | pt_BR |
| dc.identifier.citation | REIS, Guilherme Simões. A exceção seria norma: governos de coalizão em um Reino Unido com eleições proporcionais. Paraná Eleitoral: revista brasileira de direito eleitoral e ciência política, Curitiba, v. 1, n. 3, p. 205-223, 2012. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/7280 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.relation.ispartof | Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 1, n. 3 (2012) | pt_BR |
| dc.relation.ispartoflink | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/7277 | |
| dc.rights | Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional | pt_BR |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | pt_BR |
| dc.subject | Sistema eleitoral | pt_BR |
| dc.subject | Representação proporcional | pt_BR |
| dc.subject | Partido político | pt_BR |
| dc.subject | Eleições | pt_BR |
| dc.subject.other | Sistema partidário | pt_BR |
| dc.subject.other | Reino Unido | pt_BR |
| dc.title | A exceção seria norma : governos de coalizão em um Reino Unido com eleições proporcionais | pt_BR |
| dc.type | Artigo | pt_BR |
